{"id":6790,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=6790"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"aveirense-estuda-o-mais-antigo-dinossaurio-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/aveirense-estuda-o-mais-antigo-dinossaurio-do-mundo\/","title":{"rendered":"Aveirense estuda o mais antigo dinoss\u00e1urio do mundo"},"content":{"rendered":"<p>Lu\u00eds Azevedo Rodrigues em Marrocos <!--more--> Lu\u00eds Azevedo Rodrigues, um paleont\u00f3logo aveirense do Museu Nacional de Hist\u00f3ria Natural, que est\u00e1 a terminar o doutoramento em dinoss\u00e1urios, integra, juntamente com Roman Allain, da Universidade de Cadi Azad, e Jeffrey Wilson, da Universidade de Michigan, a equipa internacional que est\u00e1 a reavaliar, no Museu de Hist\u00f3ria Natural de Marraquexe (Marrocos), o \u201cTazoudasaurus\u201d, o mais antigo dinoss\u00e1urio que se conhece.<\/p>\n<p>O \u201cTazoudasauros\u201d \u2013 assim se chama, por ter sido descoberto na zona de Tazouda, a cerca de duzentos quil\u00f3metros de Marraquexe \u2013 , \u00e9 o mais antigo dinoss\u00e1urio (ou dinossauro) que se conhece do grupo dos saur\u00f3pedes, tendo vivido h\u00e1 cerca de 180 milh\u00f5es de anos, no per\u00edodo do Jur\u00e1ssico Inferior. <\/p>\n<p>O investigador aveirense sublinha que o trabalho desenvolvido \u00e9 \u201cpluridisciplinar e internacional. No que me diz respeito, estou a fazer uma digitaliza\u00e7\u00e3o a tr\u00eas dimens\u00f5es da parte do esqueleto apendicular, ou seja, dos membros. O conjunto de t\u00e9cnicas que acrescentei a esta equipa pluridisciplinar passa por uma reavalia\u00e7\u00e3o da forma do aparelho locomotor desses animais. Uma das caracter\u00edsticas paleo-ecol\u00f3gicas mais importantes ao n\u00edvel dos dinoss\u00e1urios \u00e9 a identifica\u00e7\u00e3o do modo como eles andavam. Se fizermos a quantifica\u00e7\u00e3o e a medida a tr\u00eas dimens\u00f5es, temos uma melhor caracteriza\u00e7\u00e3o do aparelho locomotor destes animais\u201d.<\/p>\n<p>Para o ano, est\u00e3o previstas escava\u00e7\u00f5es na zona de Tazouda. Ser\u00e3o efectuadas por equipas que integrar\u00e3o membros do Museu Nacional de Hist\u00f3ria Natural da Universidade de Lisboa.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m em Portugal est\u00e3o previstas diversas campanhas de escava\u00e7\u00f5es e de prospec\u00e7\u00f5es, as quais est\u00e3o integradas nos projectos cient\u00edficos de investiga\u00e7\u00e3o do Museu Nacional de Hist\u00f3ria Natural. O investigador real\u00e7a que \u201co trabalho desenvolvido pelos paleont\u00f3logos da institui\u00e7\u00e3o centram-se nas \u00e1reas da osteologia (estudo dos ossos) e da iconologia (estudo das pegadas f\u00f3sseis). O Museu Nacional de Hist\u00f3ria Natural \u00e9 a primeira entidade investigadora ao n\u00edvel das pegadas de dinoss\u00e1urios. Ao n\u00edvel dos ossos, temos projectos na zona da Batalha, na zona da Lourinh\u00e3 e no Algarve. Futuramente, ser\u00e3o feitas prospec\u00e7\u00f5es em outras \u00e1reas\u201d.<\/p>\n<p>Lu\u00eds Azevedo Rodrigues ir\u00e1, em Junho, com o patroc\u00ednio da Comiss\u00e3o Europeia, estudar a colec\u00e7\u00e3o de saur\u00f3pedes de Berlim. No Outono, apoiado pela Funda\u00e7\u00e3o Oriente, ir\u00e1 estudar as valiosas colec\u00e7\u00f5es chinesas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lu\u00eds Azevedo Rodrigues em Marrocos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[61],"tags":[],"class_list":["post-6790","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-actualidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6790","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6790"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6790\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6790"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6790"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6790"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}