{"id":6873,"date":"2006-04-05T16:30:00","date_gmt":"2006-04-05T16:30:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=6873"},"modified":"2006-04-05T16:30:00","modified_gmt":"2006-04-05T16:30:00","slug":"unidade-de-deus-da-religiao-e-da-humanidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/unidade-de-deus-da-religiao-e-da-humanidade\/","title":{"rendered":"Unidade de Deus, da religi\u00e3o e da humanidade"},"content":{"rendered":"<p>Religi\u00e3o bah\u00e1&#8217;\u00ed deu-se a conhecer no CUFC <!--more--> A f\u00e9 bah\u00e1\u2019\u00ed deu-se a conhecer no Centro Universit\u00e1rio F\u00e9 e Cultura, na noite de 22 de Mar\u00e7o. Todos os anos, pela Quaresma, o CUFC tem convidado l\u00edderes de outras religi\u00f5es para sess\u00f5es em que falam da sua f\u00e9. Pelo Centro Universit\u00e1rio passaram j\u00e1 mu\u00e7ulmanos, judeus e budistas. O objectivo \u00e9 claro. Num tempo em que as diferen\u00e7as religiosas, em v\u00e1rias partes do mundo, s\u00e3o ve\u00edculo para viol\u00eancia, conhecer \u00e9 o primeiro passo para compreender e respeitar. De um ponto de vista crist\u00e3o, poder\u00e1 ainda haver outro objectivo, que podemos formular assim: \u201cQuanto mais conhe\u00e7o as outras religi\u00f5es, mas valorizo a minha, mais compreendo o seu valor, a sua originalidade\u201d.<\/p>\n<p>O convidado do CUFC foi M\u00e1rio Mota Marques, presidente dessa comunidade em Portugal.<\/p>\n<p>O baha\u2019ismo surgiu como seita no islamismo xiita, no norte da P\u00e9rsia (actual Ir\u00e3o), e considera-se \u201c\u00faltima religi\u00e3o\u201d, ou seja, a religi\u00e3o final. Os fundadores s\u00e3o Mirza Ali Muhammad (1812-1850) e Mizra Hussayn-Ali (1817-1892). O primeiro, chamado \u2018Bab\u2019 (a porta), anunciou a vinda de um grande profeta, coisa que o segundo, conhecido por \u2018Bah\u00e1\u2019u\u2019llah\u2019 (a gl\u00f3ria de Deus), reivindicou para si. <\/p>\n<p>A f\u00e9 bah\u00e1\u2019\u00ed, hoje espalhada por quase todos os pa\u00edses (mas perseguida no seu pa\u00eds de origem), chegou a Portugal em 1926.<\/p>\n<p>A \u201cunidade de Deus\u201d, a \u201cunidade da religi\u00e3o\u201d e a \u201cunidade da humanidade\u201d s\u00e3o os principais artigos desta religi\u00e3o, que n\u00e3o tem clero. Para eles, Mois\u00e9s, Buda, Jesus Cristo, Maom\u00e9, entre outros, s\u00e3o mensageiros da \u201crevela\u00e7\u00e3o progressiva de Deus\u201d, terminada em Bah\u00e1\u2019u\u2019llah. Alguma literatura considera o conformismo e a modera\u00e7\u00e3o como principais caracter\u00edsticas pr\u00e1ticas do baha\u2019ismo, como se poder\u00e1 constatar pelas \u201cLeis e obriga\u00e7\u00f5es de cada bah\u00e1\u2019\u00ed\u201d.<\/p>\n<p>Leis e obriga\u00e7\u00f5es de cada bah\u00e1\u2019\u00ed<\/p>\n<p>\u2022 Orar e ler os escritos sagrados todos os dias<\/p>\n<p>\u2022 Observar o jejum de 2 a 20 de Mar\u00e7o<\/p>\n<p>\u2022 Ensinar a causa de Deus<\/p>\n<p>\u2022 Contribuir para o Fundo Bah\u00e1\u2019\u00ed<\/p>\n<p>\u2022 Observar os dias sagrados bah\u00e1\u2019\u00eds<\/p>\n<p>\u2022 Considerar o trabalho como culto<\/p>\n<p>\u2022 Abster-se de bebidas alco\u00f3licas e do uso de drogas sem fins medicinais<\/p>\n<p>\u2022 Respeitar o obedecer ao governo e evitar a participa\u00e7\u00e3o em pol\u00edtica partid\u00e1ria<\/p>\n<p>\u2022 Evitar maledic\u00eancia e mexericos<\/p>\n<p>Retirado da publica\u00e7\u00e3o \u201cF\u00e9 Bah\u00e1\u2019\u00ed\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Religi\u00e3o bah\u00e1&#8217;\u00ed deu-se a conhecer no CUFC<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-6873","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6873","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6873"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6873\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6873"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6873"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6873"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}