{"id":69,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=69"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"no-santuario-de-nossa-senhora-de-guadalupe-mexico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/no-santuario-de-nossa-senhora-de-guadalupe-mexico\/","title":{"rendered":"No Santu\u00e1rio de Nossa Senhora de Guadalupe &#8211; M\u00e9xico"},"content":{"rendered":"<p>As magn\u00edficas rosas que, em Dezembro de 1531, naquele Inverno rigoroso, o \u00edndio Juan Diego apresentou, como prova das apari\u00e7\u00f5es da Senhora do C\u00e9u, ca\u00edram ao ch\u00e3o e revelaram uma bela pintura que ainda hoje \u00e9 motivo de espanto e contempla\u00e7\u00e3o na Bas\u00edlica de Nossa Senhora de Guadalupe, muito perto da cidade do M\u00e9xico. <\/p>\n<p>Gra\u00e7as a diversas experi\u00eancias de cientistas de renome, neste Ver\u00e3o pudemos perceber por que \u00e9 que o mundo cat\u00f3lico continua a testemunhar a sua f\u00e9 nas apari\u00e7\u00f5es de Nossa Senhora de Guadalupe, ante a imagem que perdura no manto do \u00edndio Juan Diego. A mat\u00e9ria sobre a qual a imagem foi estampada \u00e9 tecido confeccionado com fibra de ayate (uma das 900 variedades de cacto que abundam no M\u00e9xico) e que se decomp\u00f5e por putrefac\u00e7\u00e3o ao fim de 20 anos, aproximadamente. Mas inexplicavelmente este tecido mant\u00e9m-se intacto h\u00e1 472 anos. Sem se rasgar ou decompor, \u00e9 imune \u00e0 humidade e \u00e0 poeira. Por outro lado, o tipo de pintura usado no tecido n\u00e3o pertence ao reino vegetal, mineral ou animal, de acordo com a an\u00e1lise do Pr\u00e9mio Nobel da Qu\u00edmica de 1938, Richard Kuhn. Por sua vez, outros dois estudiosos, o doutor Calagan, da NASA, e o professor Jody B. Smith, catedr\u00e1tico de Filosofia da Ci\u00eancia no Pensacolla College, submeteram a imagem \u00e0 an\u00e1lise fotogr\u00e1fica com raios infravermelhos, tendo chegado \u00e0s seguintes conclus\u00f5es:<\/p>\n<p>1\u00aa.) o ayate \u2014 tela rala de fio de mag\u00fcey \u2014 n\u00e3o possui prepara\u00e7\u00e3o alguma, o que torna inexplic\u00e1vel, \u00e0 luz dos conhecimentos humanos, que os corantes impregnem fibra t\u00e3o inadequada e nela se conservem;<\/p>\n<p>2\u00aa.) n\u00e3o h\u00e1 esbo\u00e7os pr\u00e9vios, como os descobertos pelo mesmo processo nos quadros de Vel\u00e1zquez, Rubens, El Greco e Ticiano. A imagem foi pintada directamente, tal qual a vemos, sem esbo\u00e7os nem rectifica\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>3\u00aa.) n\u00e3o h\u00e1 pinceladas. A t\u00e9cnica utilizada \u00e9 desconhecida na hist\u00f3ria da pintura. \u00c9 inusitada, incompreens\u00edvel e irrepet\u00edvel. <\/p>\n<p>Outro aspecto interessante \u00e9 o facto de a imagem conter diversas figuras percept\u00edveis s\u00f3 ao microsc\u00f3pio, como se apercebeu o cientista Jose Aste Tonsmann, cuja profiss\u00e3o era captar as imagens da Terra transmitidas do espa\u00e7o pelos sat\u00e9lites artificiais. Como curiosidade, aqui ficam algumas das imagens que este estudioso observou em 1980: os pormenores que se observaram na \u00edris da imagem s\u00e3o um \u00edndio no acto de desdobrar a sua tilma perante um franciscano; o pr\u00f3prio franciscano, em cujo rosto se v\u00ea escorrer uma l\u00e1grima; uma pessoa muito jovem, tendo a m\u00e3o sobre a barba com ar de consterna\u00e7\u00e3o; um \u00edndio com o torso desnudo, em atitude quase orante; uma mulher de cabelo crespo, provavelmente uma negra; um var\u00e3o, uma mulher e umas crian\u00e7as com a cabe\u00e7a meio raspada; e mais outros religiosos vestidos com h\u00e1bito franciscano. Isto \u00e9&#8230; o mesmo epis\u00f3dio relatado na linguagem N\u00e1hualt por um escrito ind\u00edgena na primeira metade do s\u00e9culo XVI e editado por Lasso de La Veja em 1649.<\/p>\n<p>Protectora das Am\u00e9ricas, das voca\u00e7\u00f5es, das fam\u00edlias <\/p>\n<p>e dos nascituros<\/p>\n<p>Nossa Senhora de Guadalupe \u00e9 a protectora das Am\u00e9ricas, porque no s\u00e9culo XVI, muito perto da actual capital dos Estados Unidos do M\u00e9xico, a cidade do M\u00e9xico, a Virgem Maria apareceu ao \u00edndio Juan Diego. As quatro apari\u00e7\u00f5es s\u00e3o narradas por um \u00edndio erudito, Ant\u00f3nio Valeriano em meados do s\u00e9culo XVI, em Nahuatl, linguagem Azteca. <\/p>\n<p>Anualmente, 10 milh\u00f5es de fi\u00e9is v\u00e3o em peregrina\u00e7\u00e3o ao Santu\u00e1rio, destacando-se a religiosidade do povo mexicano, que nos dias 11 e 12 de Dezembro se dirige em grande n\u00famero a este local mariano. <\/p>\n<p>Ao todo 24 Papas honraram a Virgem de Guadalupe, tendo o Papa Jo\u00e3o Paulo II visitado o Santu\u00e1rio em 1979, 1990, 1999 e 2002. Aquando da sua segunda viagem ao M\u00e9xico, Jo\u00e3o Paulo II realizou a cerim\u00f3nia de beatifica\u00e7\u00e3o do \u00edndio Juan Diego, em Maio de 90. A sua canoniza\u00e7\u00e3o teve lugar a 30 de Julho de 2002. <\/p>\n<p>Baptizado, entre 1524 e 1525, pelo mission\u00e1rio Franciscano Frei Toribio de Benavente, Juan Diego destacou-se pela sua religiosidade, o seu amor \u00e0 Eucaristia e a sua humildade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As magn\u00edficas rosas que, em Dezembro de 1531, naquele Inverno rigoroso, o \u00edndio Juan Diego apresentou, como prova das apari\u00e7\u00f5es da Senhora do C\u00e9u, ca\u00edram ao ch\u00e3o e revelaram uma bela pintura que ainda hoje \u00e9 motivo de espanto e contempla\u00e7\u00e3o na Bas\u00edlica de Nossa Senhora de Guadalupe, muito perto da cidade do M\u00e9xico. 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