{"id":6930,"date":"2006-04-12T16:35:00","date_gmt":"2006-04-12T16:35:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=6930"},"modified":"2006-04-12T16:35:00","modified_gmt":"2006-04-12T16:35:00","slug":"vencedores-com-o-ressuscitado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/vencedores-com-o-ressuscitado\/","title":{"rendered":"Vencedores com o Ressuscitado"},"content":{"rendered":"<p>Catequeses Quaresmais <!--more--> \u00daltima catequese<\/p>\n<p>A \u00faltima catequese quaresmal foi, talvez, a mais participada, se n\u00e3o em n\u00fameros de catequizandos, pelo menos em partilha ap\u00f3s a leitura do texto b\u00edblico. O tema era \u201cVencedores com o Ressuscitado\u201d. Em reflex\u00e3o esteve um trecho do livro do Apocalipse, em concreto, a carta \u00e0 Igreja da Laodiceia (Ap 3,14-22), a mais dura das cartas \u00e0s sete igrejas, mas talvez aquela que, nas palavras de D. Ant\u00f3nio Marcelino, \u201ccom objectividade e realismo tem a ver com todos n\u00f3s\u201d.<\/p>\n<p>Dureza e esperan\u00e7a<\/p>\n<p>\u00c9 da carta a Laodiceia que prov\u00eam frases t\u00e3o conhecidas como \u201cPorque \u00e9s morno \u2013 e n\u00e3o \u00e9s frio nem quente \u2013 vou vomitar-te da minha boca\u201d ou \u201cAos que amo, eu os repreendo e castigo\u201d e ainda \u201cOlha que Eu estou \u00e0 porta e bato: se algu\u00e9m ouvir a minha voz e abrir a porta, Eu entrarei na sua casa e cearei com ele e ele comigo\u201d. A Laodiceia s\u00e3o dirigidas as palavras mais duras. Mas tamb\u00e9m a mais \u201crasgada e esperan\u00e7osa promessa\u201d.<\/p>\n<p>Laodiceia somos n\u00f3s<\/p>\n<p>Laodiceia \u00e9, afinal, o crente instalado, acomodado. \u201cLaodiceia \u2013 escreveu o Bispo de Aveiro nos apontamentos distribu\u00eddos aos participantes \u2013 \u00e9 uma comunidade tranquila, satisfeita consigo pr\u00f3pria, que presume estar bem\u2026 Por\u00e9m est\u00e1 minada pela tibieza, pela mediocridade, como tantas vezes acontece nas nossas comunidades: nem frias nem quentes, sem o sentido da urg\u00eancia mission\u00e1ria e da gravidade do momento presente\u2026 sem persegui\u00e7\u00f5es, nem grandes divis\u00f5es ou problemas, narcisistas\u2026 somos bons!\u201d<\/p>\n<p>Purifica\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria. Essa comunidade (essa pessoa) \u201ctem de passar por tribula\u00e7\u00f5es, \u00abouro purificado pelo fogo\u00bb, e entrar em caminhos de convers\u00e3o, procurando \u00abvestes brancas de purifica\u00e7\u00e3o e col\u00edrio para ungir os olhos e recobrar a vista\u00bb, tem de tomar consci\u00eancia de que o Senhor est\u00e1 \u00e1 porta, bate e quer entrar para ficar\u201d.<\/p>\n<p>Com Ele<\/p>\n<p>A P\u00e1scoa \u00e9 essa entrada do Ressuscitado na vida do crente. N\u00e3o \u00e9 apenas a elimina\u00e7\u00e3o do pecado, embora tamb\u00e9m passe por a\u00ed. \u00c9 a oferta da vida em abund\u00e2ncia.<\/p>\n<p>\u201cCristo Jesus, vencedor do pecado e da morte, d\u00e1 a for\u00e7a da vit\u00f3ria sobre o pecado e a morte a todos os que nele cr\u00eaem. A vida do crist\u00e3o \u00e9 chamada a ser uma vida pascal, e n\u00e3o faz sentido que seja de outro modo. O Senhor quer que estejam onde Ele est\u00e1 aqueles que acreditam que Ele \u00e9 para sempre vencedor e beneficiam para sempre da sua vit\u00f3ria. Todo o crist\u00e3o \u00e9 vocacionado a mostrar pela sua vida que Cristo est\u00e1 vivo.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Catequeses Quaresmais<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-6930","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6930","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6930"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6930\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6930"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6930"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6930"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}