{"id":7113,"date":"2006-05-10T12:29:00","date_gmt":"2006-05-10T12:29:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=7113"},"modified":"2006-05-10T12:29:00","modified_gmt":"2006-05-10T12:29:00","slug":"levar-maria-para-casa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/levar-maria-para-casa\/","title":{"rendered":"Levar Maria para casa"},"content":{"rendered":"<p>\u00c9 algo essencial \u00e0 maternidade o facto de ela envolver a pessoa. Ela determina sempre uma rela\u00e7\u00e3o \u00fanica e irrepet\u00edvel entre duas pessoas: da m\u00e3e com o filho e do filho com a m\u00e3e. Mesmo quando uma s\u00f3 \u201cmulher\u201d \u00e9 m\u00e3e de muitos filhos, a sua rela\u00e7\u00e3o pessoal com cada um deles caracteriza a maternidade na sua pr\u00f3pria ess\u00eancia. Cada um dos filhos, de facto, \u00e9 gerado de modo \u00fanico e irrepet\u00edvel; e isto \u00e9 v\u00e1lido tanto para a m\u00e3e como para o filho. Cada um dos filhos \u00e9 circundado, de modo \u00fanico e irrepet\u00edvel, daquele amor materno em que se baseia a sua forma\u00e7\u00e3o e matura\u00e7\u00e3o em humanidade.<\/p>\n<p>Pode dizer-se que \u201ca maternidade na ordem da gra\u00e7a\u201d tem analogia com o que \u201cna ordem da natureza\u201d caracteriza a uni\u00e3o da m\u00e3e com o filho. \u00c0 luz disto, torna-se mais compreens\u00edvel o motivo pelo qual, no testamento de Cristo no G\u00f3lgota, esta maternidade de sua M\u00e3e \u00e9 por Ele expressa no singular, em rela\u00e7\u00e3o a um s\u00f3 homem: \u201cEis o teu filho\u201d.<\/p>\n<p>A dimens\u00e3o mariana da vida de um disc\u00edpulo de Cristo exprime-se, de modo especial, precisamente mediante essa entrega filial em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 M\u00e3e de Cristo, iniciada com o testamento do Redentor no alto do G\u00f3lgota. Confiando-se filialmente a Maria, o crist\u00e3o, como o Ap\u00f3stolo S\u00e3o Jo\u00e3o, acolhe \u201centre as suas coisas pr\u00f3prias\u201d a M\u00e3e de Cristo e introdu-la em todo o espa\u00e7o da pr\u00f3pria vida interior, isto \u00e9, no seu \u201ceu\u201d humano e crist\u00e3o: \u201clevou-a para sua casa\u201d.<\/p>\n<p>Excertos do n\u00ba 45 da enc\u00edclica de Jo\u00e3o Paulo II <\/p>\n<p>\u201cA M\u00e3e do Redentor\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 algo essencial \u00e0 maternidade o facto de ela envolver a pessoa. Ela determina sempre uma rela\u00e7\u00e3o \u00fanica e irrepet\u00edvel entre duas pessoas: da m\u00e3e com o filho e do filho com a m\u00e3e. Mesmo quando uma s\u00f3 \u201cmulher\u201d \u00e9 m\u00e3e de muitos filhos, a sua rela\u00e7\u00e3o pessoal com cada um deles caracteriza a maternidade [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-7113","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7113","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7113"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7113\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7113"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7113"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7113"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}