{"id":7149,"date":"2006-05-17T15:57:00","date_gmt":"2006-05-17T15:57:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=7149"},"modified":"2006-05-17T15:57:00","modified_gmt":"2006-05-17T15:57:00","slug":"o-domingo-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/o-domingo-i\/","title":{"rendered":"O Domingo (I)"},"content":{"rendered":"<p>Reaprender&#8230; para viver melhor <!--more--> O Domingo n\u00e3o nasceu por decreto. Nem o h\u00e1bito de, nele, se reunir a Assembleia Crist\u00e3, para celebrar o seu culto. Vivendo a experi\u00eancia da ressurrei\u00e7\u00e3o, sentindo-se interiormente possu\u00eddos pelo Esp\u00edrito do Senhor Jesus, que lhes dava for\u00e7a, os grupos de disc\u00edpulos experimentam a necessidade de se reunir frequentemente. E depressa escolhem o primeiro dia da semana, que passa a ser conhecido como o \u201cdia do Senhor\u201d, que, em latim, de diz \u201cdies Dominica\u201d &#8211; domingo.<\/p>\n<p>\u201cInstitui-se\u201d, deste modo, a celebra\u00e7\u00e3o semanal da experi\u00eancia da ressurrei\u00e7\u00e3o, com a evoca\u00e7\u00e3o dos acontecimentos da vida do Mestre, com a leitura de \u201cc\u00e2nticos, salmos e hinos inspirados\u201d, com a repeti\u00e7\u00e3o do gesto de Jesus &#8211; o da entrega do p\u00e3o e do vinho -, sob a repeti\u00e7\u00e3o das Suas palavras indel\u00e9veis: \u201cIsto \u00e9 o Meu corpo; este \u00e9 o c\u00e1lice do Meu sangue; fazei isto em mem\u00f3ria de Mim\u201d.<\/p>\n<p>Dois aspectos fundamentais a reter. Por um lado, a vincula\u00e7\u00e3o ao acontecimento da Ceia, cumprindo o mandamento do Senhor: \u201cFazei isto em mem\u00f3ria de Mim\u201d. Por outro, a data motivadora da celebra\u00e7\u00e3o: o primeiro dia da semana, aquele em que sentiram que o Senhor est\u00e1 vivo, aquele em que Ele pr\u00f3prio se apresentou no meio deles, para atestar que esse encontro \u00e9 sinal da Sua presen\u00e7a constante. Tom\u00e9, que n\u00e3o estava da primeira vez, sentiu a Sua presen\u00e7a no encontro seguinte.<\/p>\n<p>Q.S.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reaprender&#8230; para viver melhor<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[70],"tags":[],"class_list":["post-7149","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diocese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7149","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7149"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7149\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7149"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7149"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7149"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}