{"id":7391,"date":"2006-06-22T09:46:00","date_gmt":"2006-06-22T09:46:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=7391"},"modified":"2006-06-22T09:46:00","modified_gmt":"2006-06-22T09:46:00","slug":"a-fe-nao-vai-de-ferias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/a-fe-nao-vai-de-ferias\/","title":{"rendered":"A f\u00e9 n\u00e3o vai de f\u00e9rias!"},"content":{"rendered":"<p>Editorial <!--more--> Criatura nova em Cristo, o crist\u00e3o n\u00e3o o \u00e9 de verdade se vive essa condi\u00e7\u00e3o a espa\u00e7os intermitentes, isto \u00e9, se deixa transparecer essa condi\u00e7\u00e3o apenas em momentos soltos, eclipsando a mesma condi\u00e7\u00e3o quando conv\u00e9m, quer seja por respeito humano, quer seja pela convic\u00e7\u00e3o de que \u201c\u00e9 preciso fazer descansar\u201d a pr\u00e1tica crist\u00e3.<\/p>\n<p>Estamos de partida para f\u00e9rias. Muitos t\u00eam essa possibilidade, que \u00e9 um bem, sem d\u00favida alguma, desej\u00e1vel para todos. Mas n\u00e3o poucos t\u00eam ideias erradas sobre como viver esse tempo precioso.<\/p>\n<p>Tempo de repouso, as f\u00e9rias s\u00e3o uma excelente ocasi\u00e3o de mudar de actividade, de fazer aquilo que a press\u00e3o das ocupa\u00e7\u00f5es habituais nos n\u00e3o deixa realizar, de suprir lacunas na nossa forma\u00e7\u00e3o, no nosso enriquecimento cultural, no nosso amadurecimento espiritual. <\/p>\n<p>F\u00e9rias, para muitos, s\u00f3 pode significar n\u00e3o fazer nada ou esgotar-se furiosamente em actividades l\u00fadicas, acabando esses dias de repouso em estado de maior cansa\u00e7o. N\u00e3o ter hor\u00e1rios, n\u00e3o ter programa, n\u00e3o ter ritmo de vida!&#8230; Deixando, assim, completamente desperdi\u00e7ado um tempo que n\u00e3o volta. Repouso \u00e9 tempo de serenidade e contempla\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>A f\u00e9 n\u00e3o vai de f\u00e9rias! Recriar formas de desenvolver a nossa profundidade espiritual, com uma boa leitura, com tempo mais longo e sossegado de ora\u00e7\u00e3o, com a participa\u00e7\u00e3o mais frequente na Eucaristia, com di\u00e1logo sereno sobre as quest\u00f5es novas que se nos v\u00e3o colocando, com a contempla\u00e7\u00e3o da Natureza, inclusive com a participa\u00e7\u00e3o em alguns dias de forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os campos de f\u00e9rias, de jovens, familiares, de movimentos, ou a simples associa\u00e7\u00e3o de pessoas e fam\u00edlias, com um projecto de revitaliza\u00e7\u00e3o cultural e espiritual, poder\u00e3o ser um \u00f3ptimo caminho para aproveitar esse dom que s\u00e3o os tempos de f\u00e9rias. \u201cParai e vede que Eu sou o Senhor\u201d &#8211; diz o salmo.<\/p>\n<p>Com mais tempo dispon\u00edvel, temos a melhor oportunidade de viver tranquilamente o encontro da Comunidade, seja ela qual for, de meditar longamente a Palavra que nos \u00e9 oferecida, de apreciar e agradecer o dom da Eucaristia, de viver calmamente o encontro da Fam\u00edlia, de visitar os Amigos ou Familiares que est\u00e3o mais distantes no dia a dia, de cultivar o Homem com os momentos culturais, de irradiar a alegria com o divertimento sadio \u2013 viver em cheio o Domingo, dia do Senhor, da Eucaristia, da Fam\u00edlia, do Homem, da Alegria!&#8230;<\/p>\n<p>A f\u00e9 n\u00e3o vai de f\u00e9rias! A f\u00e9 tonifica-se nas f\u00e9rias, inspira as f\u00e9rias, exprime-se mais serena e profundamente nas f\u00e9rias, recobra energias para ser dinamismo \u00edntimo nos longos per\u00edodos de entre f\u00e9rias! Dias santos, como lhe chamam os ingleses &#8211; holydays!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Editorial<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[47],"tags":[],"class_list":["post-7391","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-editorial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7391","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7391"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7391\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7391"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7391"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7391"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}