{"id":7479,"date":"2006-06-29T15:30:00","date_gmt":"2006-06-29T15:30:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=7479"},"modified":"2006-06-29T15:30:00","modified_gmt":"2006-06-29T15:30:00","slug":"amria-apresentou-plano-da-ria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/amria-apresentou-plano-da-ria\/","title":{"rendered":"AMRia apresentou plano da Ria"},"content":{"rendered":"<p>Unir@Ria \u00e9 um exemplo para o Pa\u00eds <!--more--> Inova\u00e7\u00e3o, aprendizagem e inter-municipalismo foram as tr\u00eas palavras-chave usadas pelo Secret\u00e1rio de Estado do Ordenamento do Territ\u00f3rio e das Cidades, Jo\u00e3o Machado Ferr\u00e3o, para classificar o processo que culminou com a apresenta\u00e7\u00e3o do Unir@Ria \u2013 Plano Intermunicipal de Ordenamento da Ria de Aveiro, desenvolvido por iniciativa da AMRia &#8211; Associa\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios da Ria.<\/p>\n<p>A vers\u00e3o final do Unir@Ria, que agora foi apresentado publicamente, ir\u00e1 ser aprovada pelas assembleias municipais dos dez concelhos envolvidos no projecto (\u00c1gueda, Albergaria-a-Velha, Aveiro, Estarreja, \u00cdlhavo, Mira, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar e Vagos), ap\u00f3s o que dever\u00e1 ser aprovada pela CCDRC \u2013 Comiss\u00e3o de Coordena\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento da Regi\u00e3o Centro, para depois ser ratificada pelo Governo.<\/p>\n<p>O Secret\u00e1rio de Estado real\u00e7ou que projectos de ordenamento do territ\u00f3rio como o Unir@Ria \u201cs\u00e3o raros, praticamente inexistentes\u201d no pa\u00eds, pelo que \u201cquem arrisca e \u00e9 inovador merece ser premiado\u201d. Para o presidente da AMRia, Ribau Esteves, o melhor \u201cpr\u00e9mio\u201d seria a imediata constitui\u00e7\u00e3o de uma entidade gestora da ria, sedeada em Aveiro, at\u00e9 porque, conforme afirmou, o Plano Intermunicipal de Ordenamento da Ria de Aveiro \u201csempre teve a preten\u00e7\u00e3o de ser um instrumento pr\u00e1tico de gest\u00e3o da ria\u201d.<\/p>\n<p>Ribau Esteves recordou que o Unir@Ria come\u00e7ou a ser elaborado pela antiga JAPA (Junta Aut\u00f3noma do Porto de Aveiro), quando ela ainda tinha a gest\u00e3o de toda a \u00e1rea da ria de Aveiro, plano a que a AMRia deu continuidade. Com a substitui\u00e7\u00e3o da JAPA pela APA (Administra\u00e7\u00e3o do Porto de Aveiro), h\u00e1 cerca de seis anos, e a consequente delimita\u00e7\u00e3o da \u00e1rea da ria gerida pela nova institui\u00e7\u00e3o, praticamente deixou de haver uma entidade gestora da Ria de Aveiro, real\u00e7ou o l\u00edder da Associa\u00e7\u00e3o de Munic\u00edpios da Ria. <\/p>\n<p>Pedro Rom\u00e3o, arquitecto da CPU, a empresa que a AMRia contratou para elaborar o Unir@Ria, sublinhou que o Plano Intermunicipal de Ordenamento da Ria de Aveiro \u201cavan\u00e7a com propostas concretas de gest\u00e3o do territ\u00f3rio\u201d, define \u201cestrat\u00e9gias para a revis\u00e3o dos PDM (Planos Directores Municipais) dos dez munic\u00edpios\u201d, e faz o enquadramento dos projectos integrados no plano por diversos programas de financiamento nacionais e comunit\u00e1rios.<\/p>\n<p>A elabora\u00e7\u00e3o do Unir@Ria seguiu tr\u00eas eixos estrat\u00e9gicos, referiu  Pedro Rom\u00e3o: \u201ca Ria, enquanto espa\u00e7o natural \u00fanico\u201d, em que \u201co ambiente e a paisagem t\u00eam que ser preservados\u201d; \u201ca Ria \u00e9 um espa\u00e7o s\u00f3cio-econ\u00f3mico din\u00e2mico\u201d; e \u201ca Ria \u00e9 um espa\u00e7o coeso, que tem que ser gerido como um todo\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Unir@Ria \u00e9 um exemplo para o Pa\u00eds<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[63],"tags":[],"class_list":["post-7479","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-aveiro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7479","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7479"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7479\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7479"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7479"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7479"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}