{"id":7489,"date":"2006-06-29T16:08:00","date_gmt":"2006-06-29T16:08:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=7489"},"modified":"2006-06-29T16:08:00","modified_gmt":"2006-06-29T16:08:00","slug":"troco-da-a29-sera-a-nascente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/troco-da-a29-sera-a-nascente\/","title":{"rendered":"Tro\u00e7o da A29 ser\u00e1 a nascente"},"content":{"rendered":"<p>Estarreja <!--more--> O tro\u00e7o da A29 (auto-estrada) entre Angeja e Estarreja passar\u00e1 a nascente de Estarreja, de acordo com a decis\u00e3o tomada pelo actual governo, decis\u00e3o que p\u00f4s fim a um impasse de doze anos sobre o tra\u00e7ado daquela auto-estrada.<\/p>\n<p>O impasse surgiu ainda no tempo em que essa via (A29) se designava IC1 (Itiner\u00e1rio Complementar), devido a existirem duas propostas alternativas para o referido tro\u00e7o: uma a nascente, e outra a poente de Estarreja, sendo esta \u00faltima a que colhia o apoio das autarquias de Estarreja e da Murtosa. No entanto, o tra\u00e7ado dos tro\u00e7os entretanto conclu\u00eddos (Ovar \/ Estarreja e Angeja \/ Mira), j\u00e1 faziam prever a actual escolha, por ambos seguirem o \u201ccorredor\u201d nascente.<\/p>\n<p>Com a escolha do tra\u00e7ado nascente, a A29 ter\u00e1 um itiner\u00e1rio quase paralelo \u00e0 A1, em que as duas auto-estradas estar\u00e3o afastadas por escassas centenas de metros, facto que motivou o aparecimento de uma terceira alternativa, que era a fus\u00e3o dessas duas auto-estradas no tro\u00e7o Angeja \/ Estarreja.<\/p>\n<p>As autarquias municipais de Estarreja e da Murtosa defendiam o tra\u00e7ado poente, o qual, em sua opini\u00e3o, seria uma alternativa vi\u00e1vel \u00e0 EN109 (estrada nacional), que atravessa o centro de Salreu e de Estarreja, e passaria bastante mais pr\u00f3ximo da Murtosa. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estarreja<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-7489","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7489","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7489"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7489\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7489"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7489"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7489"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}