{"id":7525,"date":"2006-07-05T12:30:00","date_gmt":"2006-07-05T12:30:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=7525"},"modified":"2006-07-05T12:30:00","modified_gmt":"2006-07-05T12:30:00","slug":"o-nome-de-jesus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/o-nome-de-jesus\/","title":{"rendered":"O nome de Jesus"},"content":{"rendered":"<p>S\u00edmbolos crist\u00e3os &#8211; 1 <!--more--> Em algumas igrejas, casas ou simples imagens relacionados com o cristianismo aparecem as letras JHS ou IHS.<\/p>\n<p>A sabedoria popular, desconhecendo o grego cl\u00e1ssico, mas procurando dar um sentido crist\u00e3o \u00e0s letras, viu nelas as iniciais de Jesus, Homem, Salvador.<\/p>\n<p>Na realidade, essas s\u00e3o as tr\u00eas primeiras letras do nome de Jesus em grego: iesous. O \u201cH\u201d engana. Trata-se do \u201c\u00eata\u201d grego, que, quando mai\u00fasculo, \u00e9 igual ao nosso \u201cH\u201d.<\/p>\n<p>Jesus &#8211; Iesous<\/p>\n<p>As tr\u00eas letras foram \u2013 e continuam a ser \u2013 s\u00edmbolo dos Jesu\u00edtas. Na edi\u00e7\u00e3o de Julho da revista \u201cMensageiro do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus\u201d, D\u00e1rio Pedroso escreve:<\/p>\n<p>\u201cIn\u00e1cio de Loiola, o Fundador, que faleceu em Roma a 31 de Julho de 1556, deixou escrito que nunca se deveria mudar o nome da Companhia, pois esta devia ser sempre de Jesus. Sentia at\u00e9 que seria pecado se alguma vez se mudasse esse nome. Por isso, o monograma da Companhia \u00e9 JHS, (&#8230;) exactamente as tr\u00eas primeiras letras da palavra Jesus, em l\u00edngua grega. Muitos outros as usam, mas, para os Jesu\u00edtas, elas s\u00e3o como o seu distintivo, o seu emblema, algo que traduz a sua paix\u00e3o por Jesus, o seu desejo de O fazer mais conhecido e mais amado. J\u00e1 nas primeiras casas, nos primeiros col\u00e9gios, nas primeiras igrejas da Companhia se viam estas tr\u00eas letras como s\u00edmbolo da perten\u00e7a exclusiva a Jesus e como est\u00edmulo a faz\u00ea-lo cada vez mais conhecido por todos os homens.\u201d<\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00edmbolos crist\u00e3os &#8211; 1<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-7525","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7525","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7525"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7525\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7525"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7525"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7525"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}