{"id":7561,"date":"2006-07-27T10:03:00","date_gmt":"2006-07-27T10:03:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=7561"},"modified":"2006-07-27T10:03:00","modified_gmt":"2006-07-27T10:03:00","slug":"avaliacao-mudanca-ou-descanso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/avaliacao-mudanca-ou-descanso\/","title":{"rendered":"Avalia\u00e7\u00e3o, mudan\u00e7a&#8230; ou descanso?"},"content":{"rendered":"<p>Revisitar o S\u00ednodo Diocesano <!--more--> No come\u00e7o do Ver\u00e3o, fazem-se avalia\u00e7\u00f5es do ano apost\u00f3lico, desenha-se j\u00e1 o pr\u00f3ximo. Mesmo as altera\u00e7\u00f5es de distribui\u00e7\u00e3o de clero s\u00e3o ind\u00edcio de que se pretende reorganizar, para se conferir maior dinamismo.<\/p>\n<p>Deveria ser assim. Mas, na realidade, n\u00e3o \u00e9. De facto, muitas vezes, param-se as actividades sem qualquer revis\u00e3o; \u201cdescansa-se\u201d at\u00e9 Setembro, na tranquilidade de vir a repetir iniciativas e esquemas. E mesmo as nomea\u00e7\u00f5es surgem mais como \u201cjogos de xadrez\u201d ou solu\u00e7\u00f5es de remedeio do que fruto amadurecido de busca de gest\u00e3o razo\u00e1vel de recursos humanos. <\/p>\n<p>Antes das f\u00e9rias do CV, gostaria de trazer aos nossos leitores algumas afirma\u00e7\u00f5es sinodais sobre a Par\u00f3quia, que poderiam ser pedradas no charco do imobilismo e, porventura, questionamento \u00e0 gest\u00e3o de recursos. Dois lotes de afirma\u00e7\u00f5es, para hoje. <\/p>\n<p>\u201cDefinam-se, com clareza, os crit\u00e9rios de renova\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria da par\u00f3quia, no contexto da Igreja Diocesana\u201d. \u201cPromovam-se e estimulem-se as experi\u00eancias de renova\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria da par\u00f3quia e sistematizem-se as iniciativas em curso, bem como o dina-mismo suscitado pelo S\u00ednodo\u201d.<\/p>\n<p>Sup\u00f5e-se que o S\u00ednodo suscitou dinamismo &#8211; e suscitou! Mas subsiste? A nossa Igreja Diocesana n\u00e3o arrancou para novos caminhos. H\u00e1 alguns esfor\u00e7os. Mas as Comunidades Pa-roquiais, mesmo quando tomaram iniciativas novas &#8211; de ac\u00e7\u00e3o social, de forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3 de base\u2026 -, n\u00e3o entraram em velocidade de cruzeiro para se revitalizarem. O S\u00ednodo, que come\u00e7ou, parou na publica\u00e7\u00e3o dos seus documentos.<\/p>\n<p>\u201cInstaure-se, em cada Par\u00f3quia, uma rede acess\u00edvel de informa\u00e7\u00e3o, que facilite a comunica\u00e7\u00e3o rec\u00edproca, a comunh\u00e3o diocesana e eclesial, e torne transparente a actua\u00e7\u00e3o paroquial\u201d. N\u00e3o h\u00e1 essa comunica\u00e7\u00e3o! Quando os meios t\u00e9cnicos hoje o permitem com toda a facilidade, muitos muros de par\u00f3quias ainda permanecem impenetr\u00e1veis a qualquer comunica\u00e7\u00e3o, pressuposto de comunh\u00e3o. Nem os padres nem os leigos abriram as portadas das suas \u201cigrejas\u201d, para manifestarem e partilharem com os outros as suas riquezas e receberem o sol dos seus vizinhos.<\/p>\n<p>Tantos recursos humanos que poderiam ser permutados! Quantos Servi\u00e7os Diocesanos, criados com o maior empenho e preparados com toda a generosidade, morrem nas suas sedes, porque as Par\u00f3quias os dispensam!&#8230; Temos mesmo de pegar no S\u00ednodo, para o n\u00e3o deixar ganhar bolor, sobretudo para n\u00e3o enferrujarmos na rotina do nosso comodismo!<\/p>\n<p>Querubim Silva<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Revisitar o S\u00ednodo Diocesano<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-7561","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7561","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7561"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7561\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7561"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7561"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7561"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}