{"id":7580,"date":"2007-01-03T17:26:00","date_gmt":"2007-01-03T17:26:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=7580"},"modified":"2007-01-03T17:26:00","modified_gmt":"2007-01-03T17:26:00","slug":"deus-da-se-a-conhecer-a-todos-os-povos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/deus-da-se-a-conhecer-a-todos-os-povos\/","title":{"rendered":"Deus d\u00e1-se a conhecer a todos os povos"},"content":{"rendered":"<p>\u00c0 Luz da Palavra &#8211; Solenidade da Epifania do Senhor <!--more--> A liturgia da Palavra da Solenidade da Epifania do Senhor mostra-nos como Deus se d\u00e1 a conhecer a todos os povos e na\u00e7\u00f5es, independentemente da sua origem e condi\u00e7\u00e3o. Deus manifesta-se (significado da palavra \u201cepifania\u201d) para nos oferecer a sua salva\u00e7\u00e3o e espera que O acolhamos com f\u00e9 e esperan\u00e7a na realiza\u00e7\u00e3o das suas promessas de amor feitas para n\u00f3s. <\/p>\n<p>Na primeira leitura, o profeta Isa\u00edas, ao mesmo tempo que anuncia a gl\u00f3ria que h\u00e1-de brilhar sobre Jerusal\u00e9m, ap\u00f3s a humilha\u00e7\u00e3o dos tempos do cativeiro de Babil\u00f3nia, prediz a universalidade da salva\u00e7\u00e3o: \u201cLevanta-te e resplandece, Jerusal\u00e9m, porque chegou a tua luz e brilha sobre ti a gl\u00f3ria do Senhor (&#8230;). Invadir-te-\u00e1 uma multid\u00e3o de camelos e dromed\u00e1rios de Madi\u00e3 e de Ef\u00e1\u201d. Hoje, a Igreja proclama que o Filho de Deus feito homem \u00e9 a sua luz, qual raiar de um novo dia, que se destina a iluminar todas as pessoas e a convoc\u00e1-las para formarem um s\u00f3 Povo de Deus. A minha vida \u00e9 luz crist\u00e3 para os que vivem, ainda, na ignor\u00e2ncia religiosa?<\/p>\n<p>No evangelho, Mateus apresenta-nos o mist\u00e9rio profundo do Filho de Deus, nascido como homem, que \u00e9 adorado, quase em primeiro lugar, pelos pag\u00e3os, representados nos Magos. Pessoas dedicadas ao estudo dos astros, perceberam numa estrela especial o an\u00fancio do nascimento de Algu\u00e9m, o Rei dos Judeus, que seria o Messias h\u00e1 muito prometido e esperado. Vieram seguindo a estrela que os orientava na viagem. Mas, na confus\u00e3o das luzes da cidade de Jerusal\u00e9m, deixaram de ver a estrela. Todavia, depois de informados pelo rei Herodes, partiram para adorar o Menino Rei. Ao dar-nos o seu Filho querido como nosso salvador, o Pai oferece-O a toda a humanidade, e n\u00e3o apenas ao povo escolhido, embora este seja necess\u00e1rio para que Jesus pudesse ser homem verdadeiro, com uma terra, uma hist\u00f3ria e uma genealogia. Assim, a festa que hoje celebramos, abre o nosso cora\u00e7\u00e3o \u00e0s dimens\u00f5es do de Deus, a recordar-nos que todos os povos, na\u00e7\u00f5es, ra\u00e7as e l\u00ednguas s\u00e3o chamados a proclamar, a seu modo, as maravilhas do amor de Deus e a adorar o seu Filho, feito ternura e proximidade numa crian\u00e7a, da qual nos vem a salva\u00e7\u00e3o. Onde est\u00e3o os crist\u00e3os da nossa terra e que for\u00e7a moral t\u00eam para perguntarem aos \u201cHerodes\u201d de hoje: onde est\u00e1 o Menino para o irmos adorar? <\/p>\n<p>Na segunda leitura, Paulo testemunha que o mist\u00e9rio de Cristo lhe foi dado a conhecer por uma revela\u00e7\u00e3o: \u201cos gentios recebem a mesma heran\u00e7a que os judeus, pertencem ao mesmo corpo e participam da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho\u201d. De facto, Deus preparou o povo b\u00edblico ao longo de milhares de anos para que dele nascesse o Salvador. Assim aconteceu, na plenitude dos tempos. Mas Deus quis, na sua bondade e amor, salvar todas as pessoas de todos os tempos e lugares, pela ac\u00e7\u00e3o e media\u00e7\u00e3o de Jesus Cristo. Creio e aceito que a salva\u00e7\u00e3o \u00e9 para todas as pessoas ou excluo algu\u00e9m deste amor-ternura de Deus? <\/p>\n<p>Leituras da Epifania do Senhor: Is 60,1-6; Sl 72 (71); Ef 3,2-3.5-6; Mt 2,1-12<\/p>\n<p>Deolinda Serralheiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0 Luz da Palavra &#8211; Solenidade da Epifania do Senhor<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-7580","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7580","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7580"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7580\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7580"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7580"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7580"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}