{"id":7669,"date":"2006-07-27T10:25:00","date_gmt":"2006-07-27T10:25:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=7669"},"modified":"2006-07-27T10:25:00","modified_gmt":"2006-07-27T10:25:00","slug":"ria-de-aveiro-incluida-no-plano-estrategico-nacional-do-turismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/ria-de-aveiro-incluida-no-plano-estrategico-nacional-do-turismo\/","title":{"rendered":"Ria de Aveiro inclu\u00edda no Plano Estrat\u00e9gico Nacional do Turismo"},"content":{"rendered":"<p>Marinas s\u00e3o essenciais para a regi\u00e3o <!--more--> A Ria de Aveiro j\u00e1 est\u00e1 inclu\u00edda no Plano Estrat\u00e9gico Nacional do Turismo (PENT), afirmou o presidente da Regi\u00e3o de Turismo da Rota da Luz, Pedro Silva, no passado s\u00e1bado, num encontro promovido pela Academia Aberta do Turismo \/ Instituto Portugu\u00eas de Desenvolvimento Tur\u00edstico, realizada em Aveiro, no qual esteve em an\u00e1lise a regi\u00e3o de turismo aveirense.<\/p>\n<p>Na primeira vers\u00e3o do PENT, a Ria de Aveiro n\u00e3o estava referenciada. No entanto, depois de dois meses de trabalho, Pedro Silva p\u00f4de constatar, na reuni\u00e3o decorrida na passada sexta-feira, no Minist\u00e9rio do Turismo, em Lisboa, que na actual vers\u00e3o do Plano Estrat\u00e9gico Nacional do Turismo, que ainda n\u00e3o \u00e9 a definitiva, a Ria de Aveiro \u201cj\u00e1 aparece, n\u00e3o na primeira prioridade, como era o nosso desejo, mas na terceira prioridade. Vamos trabalhar para ver se conseguimos que o turismo n\u00e1utico possa vir a ser o ponto essencial do turismo da regi\u00e3o de Aveiro. Mas, para isso, \u00e9 muito importante que as infra-estruturas sejam constru\u00eddas\u201d.<\/p>\n<p>Entre essas infra-estruturas, o respons\u00e1vel pela Rota da Luz elege as projectadas marinas da Barra e de Aveiro, esta \u00faltima a construir no \u00e2mbito do Polis Aveiro. \u201cEstamos a perder muito pelo facto dessas marinas ainda n\u00e3o estarem constru\u00eddas\u201d, sublinha Pedro Silva.<\/p>\n<p>A par dessas duas marinas &#8211; uma de grandes dimens\u00f5es e com capacidade para acolher embarca\u00e7\u00f5es de recreio de grande porte, a construir na Barra, e outra \u00e0 entrada de Aveiro, permitindo a chegada de iates at\u00e9 muito pr\u00f3ximo do centro urbano da mais importante cidade da regi\u00e3o \u2013 o presidente desta regi\u00e3o de turismo considera relevante a exist\u00eancia das diversas marinas, de menores dimens\u00f5es, actualmente existentes ao longo da ria. E isso porque, como diz, \u00e9 a Ria de Aveiro que \u201ccria singularidades na nossa regi\u00e3o, singularidades que n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 nacionais mas universais\u201d.<\/p>\n<p>Para Pedro Silva, a \u00e1rea geogr\u00e1fica influenciada pelas dezenas de quil\u00f3metros da bacia hidrogr\u00e1fica da Ria de Aveiro \u201cpermite um conjunto de abordagens tur\u00edsticas e uma identidade que faz a diferen\u00e7a relativamente ao pa\u00eds, \u00e0 Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica e at\u00e9 mesmo \u00e0 Europa. \u00c9 isso que n\u00f3s temos de aproveitar, essa especificidade que nos \u00e9 \u00fanica no pa\u00eds e de que h\u00e1 poucas no mundo\u201d.<\/p>\n<p>O interesse da Rota da Luz pela constru\u00e7\u00e3o das marinas da Barra e da Polis Aveiro foi ainda mais refor\u00e7ado pela constata\u00e7\u00e3o de que, \u201choje, as marinas s\u00e3o o maior valor acrescentado por turista na Europa. Hoje, ainda mais do que o golfe, \u00e9 o turista n\u00e1utico aquele que deixa ficar mais dinheiro na regi\u00e3o que visita\u201d, real\u00e7a Pedro Silva.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marinas s\u00e3o essenciais para a regi\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-7669","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7669","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7669"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7669\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7669"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7669"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7669"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}