{"id":768,"date":"2010-03-03T14:55:00","date_gmt":"2010-03-03T14:55:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=768"},"modified":"2010-03-03T14:55:00","modified_gmt":"2010-03-03T14:55:00","slug":"mulher-um-ser-privilegiado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/mulher-um-ser-privilegiado\/","title":{"rendered":"Mulher, um ser privilegiado?"},"content":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores <!--more--> Antigamente, a mulher era vista como um ser que devia ser escondido do mundo! Algo que era possu\u00eddo pelo homem e s\u00f3 a ele competia ditar o seu destino.<\/p>\n<p> Mas ser\u00e1 que agora j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 assim? Ser\u00e1 que a mulher do s\u00e9culo XXI n\u00e3o \u00e9 discriminada e mal tratada, n\u00e3o como antigamente, mas por vezes, colocada em situa\u00e7\u00f5es um tanto degradantes ou mesmo aviltantes para a esp\u00e9cie humana?<\/p>\n<p>\u00c9 triste diz\u00ea-lo, sim, a mulher, na nossa sociedade e n\u00e3o s\u00f3, \u00e9 muitas ve-zes considerada um objecto de prazer ou elemento decorativo, outras vezes \u00e9 tratada com viol\u00eancia, pouco afecto e aus\u00eancia de dignidade. A atest\u00e1-lo, est\u00e3o algumas urg\u00eancias de hospitais ou locais de apoio a estes casos, o que, na realidade, s\u00f3 reflectem a falta de civismo ou de educa\u00e7\u00e3o que ainda preside em algumas pessoas, fam\u00edlias e na sociedade em geral.<\/p>\n<p>Ao contemplarmos a realidade percebemos como a mulher ainda \u00e9 colocada num patamar inferior ao homem. Na maioria dos casos, quando procura emprego, \u00e9 rejeitada, pois o pretendido \u00e9 o homem, pelo receio do seu absentismo, bloqueando assim, o acesso da mulher \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de trabalhadora e m\u00e3e. Aqui tamb\u00e9m, competir\u00e1 ao Estado salvaguardar estas situa\u00e7\u00f5es, numa pol\u00edtica de protec\u00e7\u00e3o \u00e0 maternidade.<\/p>\n<p>Algumas empresas apostam e fomentam uma maior humaniza\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o da dignidade da mulher como profissional, esposa, m\u00e3e e colaboradora indispens\u00e1vel na constru\u00e7\u00e3o duma sociedade mais humana, mais afectiva, mais compreensiva, onde a for\u00e7a e a rigidez masculinas possam ser substitu\u00eddas por uma envolvente capacidade de trabalho humano, onde os valores sejam uma constante e a explora\u00e7\u00e3o e a descrimina\u00e7\u00e3o n\u00e3o existam.<\/p>\n<p>O que o mundo precisa \u00e9 de mais amor, coopera\u00e7\u00e3o na ordem do bem, valores e trabalho. Sabemos como a mulher \u00e9, por excel\u00eancia, um elemento indispens\u00e1vel nesta tarefa, que humaniza a sociedade e diviniza a humanidade.<\/p>\n<p>Mal est\u00e1 quando assim n\u00e3o acontece, pois em jogo fica a educa\u00e7\u00e3o dos vindouros, a estabilidade dos afectos, a paz e a harmonia em todos, abrindo-se espa\u00e7o a verdadeiras aberra\u00e7\u00f5es patol\u00f3gicas, que s\u00f3 denigrem quem as pratica, fomenta ou tolera. <\/p>\n<p>Aqui todos temos uma palavra a dizer e de n\u00f3s depende a aposta na constru\u00e7\u00e3o de um mundo maior e melhor.<\/p>\n<p>In\u00eas Henriques<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-768","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/768","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=768"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/768\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=768"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=768"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=768"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}