{"id":7710,"date":"2006-08-30T15:42:00","date_gmt":"2006-08-30T15:42:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=7710"},"modified":"2006-08-30T15:42:00","modified_gmt":"2006-08-30T15:42:00","slug":"deus-e-o-sagrado-ainda-tem-lugar-no-mundo-de-hoje","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/deus-e-o-sagrado-ainda-tem-lugar-no-mundo-de-hoje\/","title":{"rendered":"&#8220;Deus e o sagrado ainda t\u00eam lugar no mundo de hoje?&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>Encontros de F\u00e9rias do Bispo de Aveiro <!--more--> Os tempos que correm s\u00e3o melhores ou piores para a f\u00e9? S\u00e3o melhores ou piores para os crentes e para a Igreja? As quest\u00f5es foram levantadas nos encontros de f\u00e9rias que o Bispo de Aveiro promoveu nas praias e termas da \u00e1rea da diocese. E uma poss\u00edvel resposta foi: \u201cS\u00e3o diferentes. Exigem forma\u00e7\u00e3o, pedem aos crist\u00e3os testemunho convicto, mas n\u00e3o s\u00e3o melhores nem piores. S\u00e3o diferentes\u201d.<\/p>\n<p>D. Ant\u00f3nio Marcelino subordinou o encontro \u00e0 pergunta \u201cDeus e o sagrado ainda t\u00eam lugar no mundo de hoje?\u201d; e come\u00e7ou por sugerir aos presentes no encontro uma \u201cviagem no tempo\u201d. \u201cComo eram as nossas par\u00f3quias h\u00e1 cinquenta anos? Havia uma grande uniformidade. Toda a gente era baptizada, comungava, casava pela Igreja. Mas muito pouca gente estava empenhada\u201d, resumiu D. Ant\u00f3nio Marcelino ao Correio do Vouga. \u201cHoje, h\u00e1 mais gente fora da Igreja, mas tamb\u00e9m h\u00e1 mais gente empenhada nos servi\u00e7os eclesiais do que h\u00e1 cinquenta anos\u201d, continua o Bispo de Aveiro, para a seguir acrescentar um exemplo: \u201cQuantos homens eram ministros extraordin\u00e1rios da comunh\u00e3o? Quantos s\u00e3o hoje?\u201d<\/p>\n<p>Sugerindo o abandono daquilo a que podemos chamar vis\u00e3o miserabilista (\u201cisto est\u00e1 cada vez pior\u201d), o Bispo de Aveiro convidou a olhar positivamente para os valores da democracia e da modernidade que marcam a sociedade actual e sublinhou algumas conclus\u00f5es para os crentes. \u201c\u00c9 necess\u00e1rio que deixemos o complexo de inferioridade. Somos convidados a acolher a novidade. Claro que, para isso, os crist\u00e3os t\u00eam de ter cada vez mais forma\u00e7\u00e3o. Por outro lado, \u00e9-nos exigido um testemunho sem medo no mundo plural\u201d.<\/p>\n<p>Os encontros de Ver\u00e3o decorreram nas praias da Barra, Costa Nova, Torreira e S. Jacinto e nas termas da Curia. Na Barra e Costa Nova (encontros nos dias 16 e 17 de Agosto, respectivamente), devido \u00e0 chuva, notou-se uma diminui\u00e7\u00e3o da aflu\u00eancia.<\/p>\n<p>Segundo D. Ant\u00f3nio Marcelino, que desde h\u00e1 20 anos promove uma iniciativa similar durante as suas f\u00e9rias em Vilamoura (Algarve), onde \u201ctesta\u201d o tema que depois reflecte na diocese, estes encontros s\u00e3o muito positivos, pois permitem um di\u00e1logo informal, \u201cmuito rico\u201d, com as pessoas presentes. O Bispo de Aveiro nota que, \u201cfelizmente, os padres [das zonas balneares] n\u00e3o fazem f\u00e9rias nesta altura do ano\u201d; no entanto, considera que, n\u00e3o s\u00f3 nas par\u00f3quias das praias e n\u00e3o apenas nesta \u00e9poca do ano, h\u00e1 necessidade de novos espa\u00e7os onde as pessoas possam dialogar livremente sobre a sua f\u00e9. \u201cAs pessoas precisam de propostas novas. E de novos modos de as fazer\u201d, conclui. Por a\u00ed passa, certamente, a resposta \u00e0 provoca\u00e7\u00e3o inicial: \u201cDeus e o sagrado ainda t\u00eam lugar no mundo de hoje?\u201d<\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Encontros de F\u00e9rias do Bispo de Aveiro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[70],"tags":[],"class_list":["post-7710","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diocese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7710","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7710"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7710\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7710"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7710"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7710"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}