{"id":7745,"date":"2006-08-30T17:14:00","date_gmt":"2006-08-30T17:14:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=7745"},"modified":"2006-08-30T17:14:00","modified_gmt":"2006-08-30T17:14:00","slug":"voluntariado-institucional-e-de-proximidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/voluntariado-institucional-e-de-proximidade\/","title":{"rendered":"Voluntariado institucional e de proximidade"},"content":{"rendered":"<p>Quest\u00f5es Sociais <!--more--> 1. Em geral, o voluntariado \u00e9, simultaneamente, institucional e de proximidade: \u00e9 institucional, na medida em que se encontra organizado; e \u00e9 de proximidade, na medida em que actua no contacto directo com outrem.<\/p>\n<p>No entanto, poderemos considerar a distin\u00e7\u00e3o entre voluntariado exercido no interior de institui\u00e7\u00f5es e o exercido localmente. Entre os exemplos de voluntariado exercido no interior de institui\u00e7\u00f5es (ou voluntariado institucional em sentido estrito), figuram os volunt\u00e1rios que actuam em hospitais, centros de sa\u00fade, estabelecimentos prisionais e institui\u00e7\u00f5es particulares de solidariedade social. Exemplos t\u00edpicos de voluntariado exercido localmente (ou de proximidade em sentido estrito) s\u00e3o as confer\u00eancias vicentinas, os grupos sociocaritativos e quaisquer outros grupos locais de ac\u00e7\u00e3o social. <\/p>\n<p>\u00c9 relevante, no voluntariado de proximidade (em sentido estrito), a distin\u00e7\u00e3o entre o de primeiro grau e o de segundo: o de primeiro grau \u00e9 espont\u00e2neo, em geral, e acontece nas rela\u00e7\u00f5es de fam\u00edlia, vizinhan\u00e7a e amizade; o de segundo grau, mais ou menos organizado, corresponde aos casos das confer\u00eancias vicentinas e grupos atr\u00e1s referidos. <\/p>\n<p>2. O voluntariado de proximidade est\u00e1, naturalmente, do lado das pessoas e dos seus problemas, cooperando com elas na procura das solu\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias. O voluntariado institucional tamb\u00e9m est\u00e1 com as pessoas e seus problemas; no entanto, situado na institui\u00e7\u00e3o, coloca-se tamb\u00e9m do lado das respostas. Deste modo, os dois tipos de voluntariado completam-se mutuamente, com vantagens para eles pr\u00f3prios e, sobretudo, para as pessoas que procuram apoiar.<\/p>\n<p>3. Uma tenta\u00e7\u00e3o muito frequente no voluntariado de proximidade \u00e9 a de possuir meios e respostas sociais como, por exemplo, apoio domicili\u00e1rio, creches, centros de dia, lares, etc. Isso compreende-se perfeitamente e at\u00e9 pode ser correcto; por\u00e9m, nunca deveria servir de pretexto para a diminui\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o de proximidade, sem equipamentos.<\/p>\n<p>Com efeito, \u00e9 neste voluntariado que est\u00e1 a base, por excel\u00eancia, de toda a ac\u00e7\u00e3o social, entendida no sentido mais amplo e mais profundo. Sem ele, muitas situa\u00e7\u00f5es graves ficam esquecidas, e marginalizadas as pessoas que as sofrem. \u00c9 na proximidade que acontecem o primeiro conhecimento, o acolhimento imediato e a ajuda pronta. Ele promove a media\u00e7\u00e3o junto das entidades competentes para as solu\u00e7\u00f5es adequadas, e o acompanhamento regular at\u00e9 serem alcan\u00e7adas essas solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na perspectiva crist\u00e3, \u00e9 na proximidade que pode acontecer a solicitude permanente aberta, tendencialmente, a todas as pessoas em situa\u00e7\u00e3o de car\u00eancia. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quest\u00f5es Sociais<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-7745","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7745","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7745"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7745\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7745"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7745"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7745"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}