{"id":784,"date":"2010-03-03T15:24:00","date_gmt":"2010-03-03T15:24:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=784"},"modified":"2010-03-03T15:24:00","modified_gmt":"2010-03-03T15:24:00","slug":"para-curar-as-feridas-mais-dolorosas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/para-curar-as-feridas-mais-dolorosas\/","title":{"rendered":"Para curar as feridas mais dolorosas"},"content":{"rendered":"<p>Livro <!--more--> Eu te perdoo. <\/p>\n<p>O Sacramento da Reconcilia\u00e7\u00e3o perdido e reencontrado<\/p>\n<p>Alain Bandelier<\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00f5es Salesianas<\/p>\n<p>120 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>A Reconcilia\u00e7\u00e3o \u00e9 um sacramento em crise. Aparentemente esta afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 consensual. Mas se for mais escalpelizada, ganha outros contornos. Em alguns locais \u2013 o autor fala da realidade de Paris \u2013 h\u00e1 padres que se prestam a confessar em hor\u00e1rios definidos e h\u00e1 procura. A crise n\u00e3o \u00e9 geral. Por isso, o autor fala igualmente de \u201ccrise da convers\u00e3o\u201d. Para qu\u00ea confessar-se se tudo volta ao mesmo? Talvez esta crise seja a mais real, que \u00e9 a tamb\u00e9m a crise da relev\u00e2ncia da vida de Deus para a vida das pessoas. A crise da Reconcilia\u00e7\u00e3o (ou Penit\u00eancia, ou Confiss\u00e3o, ou Perd\u00e3o) \u00e9 somente um sintoma. A doen\u00e7a est\u00e1 noutro sito. E as desculpas habituais para a pouca frequ\u00eancia deste sacramento tamb\u00e9m devem ser vistas numa perspectiva mais alargada: Para qu\u00ea confessar-se? \u201cDeus perdoa sempre\u201d. \u201cConfessar os meus pecados? Ele conhece-os\u201d. \u201cEu confesso-me a Deus directamente\u201d. \u201cH\u00e1 muitas outras maneiras de receber o perd\u00e3o dos pecados\u201d\u2026<\/p>\n<p>Depois de abordar a crise deste sacramento (parte de uma crise mais geral), o autor real\u00e7a que \u00e9 \u201curg\u00eancia pastoral\u201d convidar \u00e0 Reconcilia\u00e7\u00e3o, fundamenta-a no Evangelho (\u201canula\u00e7\u00e3o da d\u00edvida\u201d; \u201cqual dos dois o amar\u00e1 mais\u201d; \u201cum presente incalcul\u00e1vel\u201d, \u201ccomo n\u00f3s perdoamos\u201d) e sugere a \u201carte e maneira\u201d de celebrar o sacramento. A tradi\u00e7\u00e3o da Igreja e a sensibilidade das pessoas do nosso tempo presentes no livro tornam-no agrad\u00e1vel de ler. \u00c9 da abertura das portas da miseric\u00f3rdia para curar as feridas mais dolorosas que trata este livro. Um assunto de primeira import\u00e2ncia, portanto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Livro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-784","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/784","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=784"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/784\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=784"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=784"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=784"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}