{"id":800,"date":"2010-02-03T11:36:00","date_gmt":"2010-02-03T11:36:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=800"},"modified":"2010-02-03T11:36:00","modified_gmt":"2010-02-03T11:36:00","slug":"plantas-da-primeira-globalizacao-no-museu-de-aveiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/plantas-da-primeira-globalizacao-no-museu-de-aveiro\/","title":{"rendered":"&#8220;Plantas da Primeira Globaliza\u00e7\u00e3o&#8221; no Museu de Aveiro"},"content":{"rendered":"<p>Na nova galeria de exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias do Museu de Aveiro est\u00e1 patente ao p\u00fablico, at\u00e9 ao dia 3 de Mar\u00e7o, a exposi\u00e7\u00e3o intitulada \u201cAs plantas da primeira globaliza\u00e7\u00e3o\u201d, desenvolvida a partir da mostra hom\u00f3nima itinerante criada pelo Instituto de Investiga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica Tropical e enriquecida com esp\u00e9cimes emprestados pelo Museu Bot\u00e2nico de Beja.<\/p>\n<p>Sob a coordena\u00e7\u00e3o do Museu de Aveiro, o Herb\u00e1rio do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro e o Museu Bot\u00e2nico de Beja colaboraram nesta exposi\u00e7\u00e3o quer atrav\u00e9s da escolha de pe\u00e7as, como da produ\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, como, no caso do herb\u00e1rio aveirense, na montagem e elabora\u00e7\u00e3o do programa de servi\u00e7os educativos.<\/p>\n<p>Nesta exposi\u00e7\u00e3o o visitante pode encontrar plantas origin\u00e1rias dos v\u00e1rios continentes, com destaque para \u00c1frica, Am\u00e9rica e \u00c1sia, tanto plantas que hoje est\u00e3o presentes no dia-a-dia dos portugueses atrav\u00e9s dos seus frutos ou produtos delas derivados, como acontece com o milho, o tomate, a batata, a batata-doce, o feij\u00e3o, a malagueta, os citrinos, entre outros, que actualmente se produzem naturalmente em Portugal. <\/p>\n<p>A par desses, h\u00e1 outros frutos e produtos que ainda agora continuam a ser \u201cex\u00f3ticos\u201d, como o ch\u00e1, o caf\u00e9, o cacau, as frutas ditas tropicais (manga, coco, anan\u00e1s, entre outras), as especiarias (pimenta, canela e outras), plantas que muito dificilmente s\u00e3o produzidas de forma natural no nosso pa\u00eds, incluindo a papoila-do-\u00f3pio e o marfim-natural.<\/p>\n<p>A originalidade da exposi\u00e7\u00e3o est\u00e1 na concilia\u00e7\u00e3o de diversos vectores expositivos que se complementam na informa\u00e7\u00e3o que prestam ao visitante. Assim, muitas das plantas patentes na mostra est\u00e3o presentes atrav\u00e9s da pr\u00f3pria planta (em vaso), dos seus frutos ou produtos mais conhecidos do p\u00fablico, de fotografia e da descri\u00e7\u00e3o das suas principais caracter\u00edsticas e do seu percurso entre a origem e \u201cdescoberta\u201d pelos europeus at\u00e9 \u00e0 sua aceita\u00e7\u00e3o pelo consumidor portugu\u00eas.<\/p>\n<p>No Ano Internacional da Biodiversidade, que se assinala em 2010, esta exposi\u00e7\u00e3o ajuda a conhecer um pouco mais o diversificado mundo da bot\u00e2nica, seguindo os passos dos navegadores portugueses dos s\u00e9culos XV e XVI que proporcionaram aos estudiosos de ent\u00e3o a descoberta de uma imensa variedade de plantas at\u00e9 ent\u00e3o desconhecidas na Europa, mas que eram usadas pelos habitantes dessas terras long\u00ednquas de \u00c1frica, Am\u00e9rica, \u00c1sia e Oce\u00e2nia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na nova galeria de exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias do Museu de Aveiro est\u00e1 patente ao p\u00fablico, at\u00e9 ao dia 3 de Mar\u00e7o, a exposi\u00e7\u00e3o intitulada \u201cAs plantas da primeira globaliza\u00e7\u00e3o\u201d, desenvolvida a partir da mostra hom\u00f3nima itinerante criada pelo Instituto de Investiga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica Tropical e enriquecida com esp\u00e9cimes emprestados pelo Museu Bot\u00e2nico de Beja. 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