{"id":8117,"date":"2006-10-18T15:38:00","date_gmt":"2006-10-18T15:38:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=8117"},"modified":"2006-10-18T15:38:00","modified_gmt":"2006-10-18T15:38:00","slug":"frases-da-semana-53","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-53\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>A luta contra a corrup\u00e7\u00e3o exige mais discri\u00e7\u00e3o e mais resultados. Em Portugal h\u00e1 muito espect\u00e1culo e depois nada de concreto acontece.<\/p>\n<p>Jorge Coelho<\/p>\n<p>Correio do Manh\u00e3, 14-10-06<\/p>\n<p>Corruptos somos todos, uns com a moedinha ao arrumador, outra com a nota ao cont\u00ednuo \u2013 outra com os milh\u00f5es no offshore&#8230; L\u00e1 no fundo, no fundo, \u00e9 tudo a mesma coisa; o mal somos mesmo n\u00f3s, somos assim&#8230;<\/p>\n<p>Ruben de Carvalho<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 13-10-06<\/p>\n<p>O sistema de justi\u00e7a n\u00e3o funciona. E a impunidade \u00e9 o desfecho certo dos casos mais mediatizados. Resultado? A dissuas\u00e3o n\u00e3o existe, propaga-se a ideia de que o crime compensa.<\/p>\n<p>S\u00e9rgio Figueiredo<\/p>\n<p>P\u00fablico, 13-10-06<\/p>\n<p>Atrac\u00e7\u00e3o pela morte \u00e9 um dos sinais da decad\u00eancia. (&#8230;) Discute-se o aborto. Discutem-se os casamentos homossexuais (por natureza est\u00e9reis). Debate-se a eutan\u00e1sia. Promove-se uma cultura de morte.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Saraiva<\/p>\n<p>Sol, 14-10-06<\/p>\n<p>Resolver o problema dos abortos clandestinos ou dos dramas por eles causados passa essencialmente por medidas que nada t\u00eam a ver com uma consulta ao eleitorado. (&#8230;) O referendo, pesem todas as cautelas do lado do \u2018sim\u2019 e do \u2018n\u00e3o\u2019, vai ser uma ferida.<\/p>\n<p>Henrique Monteiro<\/p>\n<p>Expresso, 14-10-06<\/p>\n<p>Portugal est\u00e1 a viver uma fase de paran\u00f3ia neoliberal (&#8230;). A sociedade vive tempos em que, se calhar, n\u00e3o \u00e9 muito simp\u00e1tico remar contra a mar\u00e9. Mas \u00e9 preciso remar contra a mar\u00e9.<\/p>\n<p>Manuel Carvalho da Silva<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 10-10-06<\/p>\n<p>Hoje, falar com os principais respons\u00e1veis da CGTP ou da UGT \u00e9 o mesmo que falar h\u00e1 dez anos.<\/p>\n<p>Bag\u00e3o F\u00e9lix<\/p>\n<p>O Diabo, 10-10-06<\/p>\n<p>O mundo em que aprendemos a viver habitualmente acabou. Os chineses j\u00e1 n\u00e3o se satisfazem com uma ta\u00e7a de arroz di\u00e1rio, os indianos j\u00e1 n\u00e3o se limitam a ser uma recorda\u00e7\u00e3o de postal ilustrado nas mem\u00f3rias dos ocidentais, as empresas agr\u00edcolas brasileiras tornaram-se gigantes mundiais&#8230; e n\u00f3s, na Europa, e muito particularmente, em Portugal, temos de mudar de vida. E para isso temos tamb\u00e9m de falar de pol\u00edtica. \u00c9 claro que isso custa muito, at\u00e9 porque implica desmontar muitos dos mitos em que assent\u00e1mos o nosso mundo. Mas, goste-se ou n\u00e3o, algu\u00e9m mentiu \u00e0queles funcion\u00e1rios p\u00fablicos que desfilaram em Lisboa, quando lhes garantiu um emprego para toda a vida, uma reforma intoc\u00e1vel, escola gratuita&#8230;<\/p>\n<p>Helena Matos<\/p>\n<p>P\u00fablico, 14-10-06<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A luta contra a corrup\u00e7\u00e3o exige mais discri\u00e7\u00e3o e mais resultados. Em Portugal h\u00e1 muito espect\u00e1culo e depois nada de concreto acontece. 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