{"id":8126,"date":"2006-10-26T15:05:00","date_gmt":"2006-10-26T15:05:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=8126"},"modified":"2006-10-26T15:05:00","modified_gmt":"2006-10-26T15:05:00","slug":"convocados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/convocados\/","title":{"rendered":"Convocados!"},"content":{"rendered":"<p>Estamos citados para o combate! J\u00e1 ningu\u00e9m pode dizer que n\u00e3o tem orienta\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o tem apoio e est\u00edmulo. O Conselho Permanente da Confer\u00eancia Episcopal falou claro. Outras vozes episcopais se ergueram para dizer alto e bom som que a Igreja, para ser fiel \u00e0 sua miss\u00e3o, n\u00e3o pode mudar esta convic\u00e7\u00e3o e an\u00fancio: \u201cO ser humano est\u00e1 todo presente desde o in\u00edcio da vida, quando ela \u00e9 apenas embri\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Aquilo que os pol\u00edticos querem transformar em motivo de campanha eleitoral \u00e9 uma quest\u00e3o fundamental, que ultrapassa as conota\u00e7\u00f5es religiosas, porque se insere na pr\u00f3pria natureza: o direito \u00e0 vida n\u00e3o \u00e9 referend\u00e1vel. N\u00e3o se trata de, com o aborto legalizado, proteger um direito da m\u00e3e; trata-se de legalizar a possibilidade de atropelar o fundamento de todos os direitos. Porque uma coisa \u00e9 poder decidir n\u00e3o conceber; outra \u00e9 dispor da vida concebida. A vida \u00e9 indispon\u00edvel!<\/p>\n<p>Falar claro implica dizer que, \u201cpara os fi\u00e9is cat\u00f3licos, o aborto provocado \u00e9 pecado grave, porque \u00e9 uma viola\u00e7\u00e3o do 5.\u00ba mandamento da Lei de Deus\u201d. E a Igreja tem obriga\u00e7\u00e3o de formar as consci\u00eancias, para que, trilhando caminhos correctos ou incorrectos, cada um viva uma cultura de responsabilidade. Esta \u00e9 uma quest\u00e3o de lei natural &#8211; a defesa da vida! -, fundamento de uma \u00e9tica universal, que o Criador elevou a um assunto de Sua vontade.<\/p>\n<p>E, depois, \u00e9 falsa a quest\u00e3o de querer resolver o aborto clandestino com esta legaliza\u00e7\u00e3o. Mais do que outra coisa qualquer, importa promover a cultura da viv\u00eancia de uma sexualidade respons\u00e1vel, de rela\u00e7\u00f5es humanas sadias. Por outro lado, o acolhimento e apoio \u00e0s mulheres que se v\u00eam gr\u00e1vidas em circunst\u00e2ncias imprevistas \u00e9 o caminho que as trar\u00e1 de volta \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o da sua dignidade, com o respeito pela sua vida, a sua sa\u00fade, sem p\u00f4r em causa a vida gerada.<\/p>\n<p>Tudo isto porque \u00e9 ponto de honra \u201ccumprir compromissos eleitorais assumidos\u201d. Como se fosse poss\u00edvel consolidar-se impunemente um poder pol\u00edtico conquistado \u00e0 custa de uma subtil chacina de inocentes. Com a agravante de serem os contribuintes a pagar este servi\u00e7o de \u201ccrime organizado\u201d atrav\u00e9s dos seus impostos, por via de um servi\u00e7o p\u00fablico de sa\u00fade, o qual, escandalosamente, n\u00e3o tem meios para obviar a condi\u00e7\u00f5es prim\u00e1rias da sa\u00fade dos cidad\u00e3os.<\/p>\n<p>O desafio est\u00e1 lan\u00e7ado! Todos os cat\u00f3licos s\u00e3o convocados para a miss\u00e3o do esclarecimento, em ordem a uma op\u00e7\u00e3o consciente pela vida, recusando a legalizada cultura de morte. Os pastores n\u00e3o deixaram de fazer ouvir a sua voz. Todos, com respeito e amor \u00e0 vida, est\u00e3o interpelados para o trabalho a fazer.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estamos citados para o combate! J\u00e1 ningu\u00e9m pode dizer que n\u00e3o tem orienta\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o tem apoio e est\u00edmulo. O Conselho Permanente da Confer\u00eancia Episcopal falou claro. 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