{"id":8230,"date":"2006-11-02T16:48:00","date_gmt":"2006-11-02T16:48:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=8230"},"modified":"2006-11-02T16:48:00","modified_gmt":"2006-11-02T16:48:00","slug":"orcamento-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/orcamento-2\/","title":{"rendered":"Or\u00e7amento"},"content":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a <!--more--> Or\u00e7a\u2026 qu\u00ea?<\/p>\n<p>A palavra terr\u00edvel! A express\u00e3o que vence todos os mitos \u2013 n\u00e3o sabemos quais s\u00e3o esses mitos, nem todos os mitos, mas aconselhamos uma visita a mithos.cys.com.br (\u00e9 dif\u00edcil existir mais algum!).<\/p>\n<p>Geralmente, identifica-se or\u00e7amento como o plano financeiro para implementar a estrat\u00e9gia de uma empresa, grupo, estrutura para determinado exerc\u00edcio (semanal, mensal, anual ou outro). Acontece que, para que tal se cumpra, para que haja or\u00e7amento, s\u00e3o necess\u00e1rias regras, estrat\u00e9gicas, plano de ac\u00e7\u00e3o\u2026 cumprimento de tudo isso que se definiu durante o per\u00edodo determinado.<\/p>\n<p>Entre n\u00f3s, ganha sentido aquela esp\u00e9cie de interrogativa incompleta, algo quase interjei\u00e7\u00e3o, porque revela todos os sentimentos de quem a profere: Or\u00e7a\u2026 qu\u00ea? H\u00e1 nisto uma d\u00favida letal.<\/p>\n<p>Aparentemente n\u00e3o h\u00e1 entre n\u00f3s qualquer possibilidade de \u201cor\u00e7a\u2026qualquer coisa\u201d. Isto porque, repetimos, n\u00e3o h\u00e1 cumprimento do quadro pr\u00e9-definido.<\/p>\n<p>Tudo pode ser mudado ao sabor de qualquer intemp\u00e9rie, de qualquer erro, sem que com isso venha a existir um respons\u00e1vel. O que se vem a constatar \u00e9 que \u201cquem estiver sem pecado atire a primeira pedra\u201d, \u201cuma m\u00e3o lava a outra\u201d e outros ditos reveladores de pr\u00e1ticas ancestrais de n\u00e3o haver rigor.<\/p>\n<p>Todos se deparam com o descr\u00e9dito perante um or\u00e7amento que tem de ser refor\u00e7ado; caso contr\u00e1rio, determinado projecto n\u00e3o \u00e9 conclu\u00eddo; todos experimentamos a ign\u00f3bil pr\u00e1tica de pagar antes para ser mal servido e tardiamente ressarcido; etc. <\/p>\n<p>Em suma, enquanto os or\u00e7amentos se v\u00e3o delineando no horizonte para o pr\u00f3ximo ano, todos vamos aceitando passivamente que a culpa \u00e9 do or\u00e7amento!<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, s\u00f3 h\u00e1 duas sa\u00eddas para t\u00e3o grande disparate: incompet\u00eancia no desenho or\u00e7amental ou erro conceptual?!<\/p>\n<p>Quando vemos a Naval 1\u00ba de Maio em terceiro lugar na prova rainha do futebol portugu\u00eas, por exemplo, podemos ser induzidos a avaliar o erro or\u00e7amental por excesso. Como \u00e9 poss\u00edvel com t\u00e3o pouco fazer tanto?!<\/p>\n<p>Provavelmente h\u00e1 ali factores de natureza mitol\u00f3gica, transcendental: \u201cos homens fazem das tripas cora\u00e7\u00e3o\u201d!<\/p>\n<p>Por\u00e9m, \u00e9 bem prov\u00e1vel que os homens da Figueira tenham aprofundado o sentido da express\u00e3o e tenham constatado que poder\u00e1 haver rela\u00e7\u00e3o com a experi\u00eancia n\u00e1utica de or\u00e7amento significar ir \u00e0 or\u00e7a, ir \u00e0 bolina, isto \u00e9, tomar a direc\u00e7\u00e3o do vento e aproveitar a mar\u00e9!<\/p>\n<p>Em s\u00edntese, vale para todos os or\u00e7amentos, \u201cno poupar \u00e9 que est\u00e1 o ganho\u201d \u2013 \u00e9 popular mas pode salvar uma nau, mesmo que seja do tamanho de Portugal!<\/p>\n<p>Desportivamente\u2026 pelo desporto!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-8230","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8230","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8230"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8230\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8230"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8230"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8230"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}