{"id":8288,"date":"2006-11-10T15:30:00","date_gmt":"2006-11-10T15:30:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=8288"},"modified":"2006-11-10T15:30:00","modified_gmt":"2006-11-10T15:30:00","slug":"frases-da-semana-56","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-56\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>Segundo uma sondagem recente, cerca de um ter\u00e7o dos portugueses gostaria de ser espanhol. Talvez seja bom lembrar, ali\u00e1s, que, em bom rigor, nem os espanh\u00f3is querem ser espanh\u00f3is: os galegos n\u00e3o querem ser espanh\u00f3is, os bascos n\u00e3o querem ser espanh\u00f3is. Os catal\u00e3es n\u00e3o queres ser espanh\u00f3is.<\/p>\n<p>Ricardo Ara\u00fajo Pereira<\/p>\n<p>Vis\u00e3o, 02-11-06<\/p>\n<p>O comportamento p\u00fablico de alguns dirigentes de futebol, em especial os de clubes com a import\u00e2ncia e a dimens\u00e3o do Benfica e do Porto (&#8230;), \u00e9 uma vergonha para o futebol profissional. (&#8230;) N\u00e3o haver\u00e1 nada nem ningu\u00e9m que possa livrar-nos desta gente ou, pelo menos, impor-lhes um c\u00f3digo de conduta que os obrigue a um m\u00ednimo de civilidade?<\/p>\n<p>Fernando Madrinha<\/p>\n<p>Expresso, 04-11-06<\/p>\n<p>Uma das cadeias em que v\u00e3o poder ser trocadas seringas n\u00e3o apresenta, h\u00e1 anos, sinais de consumo atrav\u00e9s de injec\u00e7\u00e3o. Nesse caso, para qu\u00ea as seringas?<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Manuel Fernandes<\/p>\n<p>P\u00fablico, 04-11-06<\/p>\n<p>Nas ruas, as pessoas andam mal dispostas, discutem umas com as outras e insultam-se por tudo e por nada. Este \u00e9 um mau sinal dos tempos, um sinal de como medidas pol\u00edticas e governativas interferem com o dia-a-dia das pessoas.<\/p>\n<p>Manuel Falc\u00e3o<\/p>\n<p>Jornal de Neg\u00f3cios, 03-11-06<\/p>\n<p>Sabemos as causas da pobreza e as causas das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, que afectam, de forma terr\u00edvel, o meio ambiente. (&#8230;) Sabemos como podemos destruir a Terra. Sabemos como a podemos salvar. Porque ser\u00e1 que continuamos a fazer o mal que lamentamos e a n\u00e3o escolher o bem que seria desej\u00e1vel?<\/p>\n<p>Bento Domingues<\/p>\n<p>P\u00fablico, 05-11-06<\/p>\n<p>Portugal tem esta curiosidade: ficamos satisfeitos por enunciar os nossos problemas. Anos a fio, o mesmo ramerr\u00e3o. Solu\u00e7\u00f5es \u2013 a solu\u00e7\u00e3o \u2013 \u00e9 que nunca encontramos. N\u00e3o acham isso espantoso?<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Leite Pereira<\/p>\n<p>Jornal de Not\u00edcias, 01-11-06<\/p>\n<p>Deus nos livre dos l\u00edderes que querem ser amados. Vamos todos ao fundo com eles.<\/p>\n<p>Henrique Monteiro<\/p>\n<p>Expresso, 04-11-06<\/p>\n<p>Os pa\u00edses tornaram-se demasiado pequenos para resolver os grandes problemas e demasiado grandes para resolver os pequenos problemas.<\/p>\n<p>Paulo Ferreira<\/p>\n<p>Jornal de Not\u00edcias, 02-11-06<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo uma sondagem recente, cerca de um ter\u00e7o dos portugueses gostaria de ser espanhol. Talvez seja bom lembrar, ali\u00e1s, que, em bom rigor, nem os espanh\u00f3is querem ser espanh\u00f3is: os galegos n\u00e3o querem ser espanh\u00f3is, os bascos n\u00e3o querem ser espanh\u00f3is. Os catal\u00e3es n\u00e3o queres ser espanh\u00f3is. Ricardo Ara\u00fajo Pereira Vis\u00e3o, 02-11-06 O comportamento p\u00fablico [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-8288","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8288","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8288"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8288\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8288"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8288"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8288"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}