{"id":8519,"date":"2006-12-06T16:35:00","date_gmt":"2006-12-06T16:35:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=8519"},"modified":"2006-12-06T16:35:00","modified_gmt":"2006-12-06T16:35:00","slug":"frases-da-semana-60","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-60\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>Vivemos h\u00e1 muitas d\u00e9cadas num ameno clima de total permissividade, onde a gest\u00e3o danosa \u00e9 o p\u00e3o nosso de cada dia. (&#8230;) Parece que esta nossa democracia n\u00e3o funciona sem corrup\u00e7\u00e3o. N\u00e3o sabe como faz\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Marques dos Santos<\/p>\n<p>Correio da Manh\u00e3, 01-12-06<\/p>\n<p>\u00c9 in\u00fatil gastar tinta a explicar o que \u00e9 evidente: que esta campanha [da TV-Cabo, em que a mulher, a filha ou a empregada dom\u00e9stica deixam a casa por esta n\u00e3o ter televis\u00e3o por cabo] ofende os pais, os maridos, as mulheres, os filhos e as empregadas dom\u00e9sticas. Que ofende os valores m\u00ednimos do casamento, da fam\u00edlia e da vida em sociedade.<\/p>\n<p>Miguel Sousa Tavares<\/p>\n<p>Expresso, 01-12-06<\/p>\n<p>A escola portuguesa \u00e9 med\u00edocre. Como se antes fosse um espa\u00e7o de excel\u00eancia onde pululavam mestres inesquec\u00edveis. Para percebermos os adolescentes, n\u00e3o precisamos de muito. Basta recordar a nossa adolesc\u00eancia e acrescentar-lhe quatro coisas: computador em casa, escolas com gente de todas as classes, a certeza de que no futuro nada est\u00e1 seguro e pais angustiados com medo de falhar. \u00c9 tudo t\u00e3o simples como sempre foi, t\u00e3o doloroso como a adolesc\u00eancia sempre foi; querem coisas fixes e as coisas fixes n\u00e3o acontecem.<\/p>\n<p>Daniel Oliveira<\/p>\n<p>Expresso, 01-12-06<\/p>\n<p>Uma enorme percentagem de estudantes que chegam \u00e1 universidade d\u00e1 erros de Portugu\u00eas, nada sabe de Matem\u00e1tica, conhece mal a Hist\u00f3ria ou a Geografia. O ensino art\u00edstico \u00e9 miser\u00e1vel. Conforme as circunst\u00e2ncias e as modas de passagem, escolhem-se uns respons\u00e1veis por esta situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Barreto<\/p>\n<p>P\u00fablico, 03-12-06<\/p>\n<p>H\u00e1 costumes e tradi\u00e7\u00f5es em algumas culturas que, por muito que as respeitemos, n\u00e3o podemos aceitar. Por exemplo,  elimina\u00e7\u00e3o de rec\u00e9m-nascidos com defici\u00eancias. Ou a excis\u00e3o genital feminina.<\/p>\n<p>\u00c9 perigosa a ilus\u00e3o liberal de que o Estado e a sociedade podem ser totalmente neutros em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s v\u00e1rias concep\u00e7\u00f5es de vida. N\u00e3o podem. E, de facto, nunca s\u00e3o.<\/p>\n<p>Francisco Sarsfield cabral<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 02-12-06<\/p>\n<p>O Advento \u00e9 destinado a dar asas e p\u00e9s aos sonhos de paz. \u00c9 o tempo para preparar a encarna\u00e7\u00e3o do que parece imposs\u00edvel. Ser\u00e1 pedir demasiado ao nosso tempo a globaliza\u00e7\u00e3o do desenvolvimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico ao servi\u00e7o de uma terra limpa, sem ar-mas, sem dominadores e sem dominados? Seria o Advento para este Advento.<\/p>\n<p>Bento Domingues<\/p>\n<p>P\u00fablico, 03-12-06<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vivemos h\u00e1 muitas d\u00e9cadas num ameno clima de total permissividade, onde a gest\u00e3o danosa \u00e9 o p\u00e3o nosso de cada dia. (&#8230;) Parece que esta nossa democracia n\u00e3o funciona sem corrup\u00e7\u00e3o. N\u00e3o sabe como faz\u00ea-lo. 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