{"id":8658,"date":"2007-01-11T11:40:00","date_gmt":"2007-01-11T11:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=8658"},"modified":"2007-01-11T11:40:00","modified_gmt":"2007-01-11T11:40:00","slug":"frases-da-semana-63","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-63\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>Um professor que n\u00e3o \u00e9 capaz de substituir um colega durante uma aula, a quem n\u00e3o ocorre nada de \u00fatil para ocupar os alunos nesse tempo, \u00e9 definitivamente incompetente e n\u00e3o est\u00e1 na escola a fazer nada.<\/p>\n<p>Miguel Sousa Tavares<\/p>\n<p>Expresso, 06-01-07<\/p>\n<p>As festas de Natal e de fim de ano s\u00e3o sempre um ponto alto numa das mis\u00e9rias mais nefastas dos s\u00e9culos XX e XXI: o barulho. Televis\u00f5es, r\u00e1dios, buzinas de carros, altifalantes nas ruas, \u00e1rvores de Natal sonorizadas, foguetes, apitos de toda a esp\u00e9cie: as for\u00e7as do mundo unem-se nesse prop\u00f3sito desumano e incompreens\u00edvel que \u00e9 o de fazer barulho. Como se fosse uma express\u00e3o da alegria, um sinal de felicidade ou um sintoma de satisfa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Barreto<\/p>\n<p>P\u00fablico, 07-01-07<\/p>\n<p>Judeus, crist\u00e3os e mu\u00e7ulmanos podem todos dizer que \u201cDeus \u00e9 amor\u201d e que a paz \u00e9 o nome das suas religi\u00f5es. N\u00e3o devem esquecer, no entanto, que s\u00e3o frases que podem ser ensina-das a qualquer papagaio. Se n\u00e3o tentarem, juntos, vencer os \u00f3dios e as guerras, se n\u00e3o voltarem os seus olhos e sos seus ouvidos para o mundo das v\u00edtimas da fome e da guerra, s\u00e3o cegos, guias de cegos.<\/p>\n<p>Bento Domingues<\/p>\n<p>P\u00fablico, 07-01-07<\/p>\n<p>Era bom que n\u00e3o se pedisse aos portugueses sistematicamente para terem confian\u00e7a e, ao mesmo tempo, se cultive uma cultura de desconfian\u00e7a. Era bom que n\u00e3o se falasse constantemente da necessidade de responsabilizar todos os agentes do Estado e da sociedade civil e, ao mesmo tempo, se multipliquem os mecanismos para controlar tudo e centralizar tudo.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Manuel Fernandes<\/p>\n<p>P\u00fablico, 05-01-07<\/p>\n<p>\u00c9 profundamente chocante podermos registar que o \u00faltimo acto simb\u00f3lico da for\u00e7a do poder no mundo foi o enforcamento de Saddam. (&#8230;) E o poder da Europa, que h\u00e1 muito aboliu a pena de morte, tamb\u00e9m est\u00e1 simbolicamente bom demonstrado: tem o poder de condenar o acto. Mais nada.<\/p>\n<p>Paquete de Oliveira<\/p>\n<p>Jornal de Not\u00edcias, 04-01-07<\/p>\n<p>Custa a crer que, com meios adequados, o saber necess\u00e1rio e a prontid\u00e3o indispens\u00e1vel, n\u00e3o fosse poss\u00edvel salvar aquelas vidas a partir de terra ou do ar. E talvez fosse outro o destino dos pescadores se usassem coletes de salva\u00e7\u00e3o e tivessem a forma\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria, algo de que, como dizem os sindicatos, sucessivos governos se esqueceram \u00e0 medida que a pesca foi sendo desprezada \u2013 esse crime maior num pa\u00eds que fez do mar a sua Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Fernando Madrinha<\/p>\n<p>Expresso, 06-01-07<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um professor que n\u00e3o \u00e9 capaz de substituir um colega durante uma aula, a quem n\u00e3o ocorre nada de \u00fatil para ocupar os alunos nesse tempo, \u00e9 definitivamente incompetente e n\u00e3o est\u00e1 na escola a fazer nada. Miguel Sousa Tavares Expresso, 06-01-07 As festas de Natal e de fim de ano s\u00e3o sempre um ponto [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-8658","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8658","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8658"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8658\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8658"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8658"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8658"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}