{"id":8921,"date":"2007-02-15T11:42:00","date_gmt":"2007-02-15T11:42:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=8921"},"modified":"2007-02-15T11:42:00","modified_gmt":"2007-02-15T11:42:00","slug":"curso-de-salicultura-para-marnotos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/curso-de-salicultura-para-marnotos\/","title":{"rendered":"Curso de salicultura para marnotos"},"content":{"rendered":"<p>Com 37 formandos <!--more--> Com 37 formandos, teve in\u00edcio o curso de \u201cSalicultura tradicional de Aveiro\u201d, numa iniciativa da C\u00e2mara Municipal de Aveiro. Pretende-se incentivar o aparecimento de jovens candidatos a marnotos.<\/p>\n<p>A sess\u00e3o de abertura do curso teve lugar no Sal\u00e3o Nobre do edif\u00edcio dos Pa\u00e7os do Concelho, e foi presidida por \u00c9lio Maia, para quem \u201co munic\u00edpio tem o dever de salvaguardar o salgado\u201d.<\/p>\n<p>O autarca recordou que o sal e as marinhas de Aveiro s\u00e3o parte integrante da hist\u00f3ria da cidade, e da regi\u00e3o, j\u00e1 que o primeiro documento que se refere a Aveiro, vulgarmente designado por testamento de Mumadona Dias, datado de 29 de Janeiro de 959, refere a doa\u00e7\u00e3o de marinhas existentes nesta regi\u00e3o. O documento \u00e9 tamb\u00e9m o primeiro, a n\u00edvel nacional, que alude \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de sal em Portugal.<\/p>\n<p>\u00c9lio Maia real\u00e7ou que, em 2006, s\u00f3 dez marinhas estiveram activas na explora\u00e7\u00e3o de sal. Por isso, para revitalizar essa milenar actividade econ\u00f3mica, \u00e9 necess\u00e1rio, em sua opini\u00e3o, aumentar o n\u00famero de marnotos e encontrar mercados para o sal de Aveiro.<\/p>\n<p>O curso conta com a participa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios docentes da Universidade de Aveiro, tanto na qualidade de formadores como de formandos, facto que o vice-reitor, Fernando Rocha, justifica pelo interesse que o salgado tem para a institui\u00e7\u00e3o, tanto mais que esta tamb\u00e9m \u00e9 propriet\u00e1ria de marinhas.<\/p>\n<p>O presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Produtores e Marnotos da Ria de Aveiro, Estrela Esteves, afirmou que a associa\u00e7\u00e3o, que ser\u00e1 formalizada at\u00e9 ao final de Fevereiro, ir\u00e1 empenhar-se, conjuntamente com diversas entidades cong\u00e9neres de pa\u00edses europeus, para que o sal marinho de explora\u00e7\u00e3o artesanal seja classificado como produto agro-alimentar, de modo a beneficiar de algumas medidas de apoio para o sector e tamb\u00e9m para que o sal de Aveiro tenha indica\u00e7\u00e3o de origem geogr\u00e1fica.<\/p>\n<p>Para este dirigente associativo, o sal de Aveiro \u00e9 de grande qualidade e muito ben\u00e9fico para a sa\u00fade humana, devido ao iodo. O sal de espuma ou flor de sal \u00e9 um produto com grande procura culin\u00e1ria em pa\u00edses como a Fran\u00e7a, pelo que pretende incentivar a produ\u00e7\u00e3o desse tipo de sal tamb\u00e9m nas marinhas aveirenses.<\/p>\n<p>A defesa dos muros das marinhas \u00e9 outra preocupa\u00e7\u00e3o da associa\u00e7\u00e3o, que quer ter o apoio do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Aveiro e da Admi-nistra\u00e7\u00e3o do Porto de Aveiro. A par disso, dever\u00e1 avan\u00e7ar com a cria\u00e7\u00e3o de uma for\u00e7a de sapadores, para actuar de imediato, sempre que surja uma amea\u00e7a de rombo num muro de marinha.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com 37 formandos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[63],"tags":[],"class_list":["post-8921","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-aveiro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8921","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8921"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8921\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8921"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8921"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8921"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}