{"id":9173,"date":"2007-03-07T16:51:00","date_gmt":"2007-03-07T16:51:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=9173"},"modified":"2007-03-07T16:51:00","modified_gmt":"2007-03-07T16:51:00","slug":"frases-da-semana-72","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-72\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>Todos sentimos que as coisas t\u00eam vindo a piorar, com a degrada\u00e7\u00e3o da autoridade do Estado e com o mau funcionamento da justi\u00e7a. \u00c9 significativo que hoje se considerem naturais, embora lament\u00e1veis, jogadas que, h\u00e1 uns anos, mereciam forte censura social. Perdeu-se a vergonha.<\/p>\n<p>Francisco Sarsfield Cabral<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 03-03-07<\/p>\n<p>Hoje ainda, com o Estado a gastar, como sempre, mais do que recebe e a fam\u00edlia m\u00e9dia empenhada at\u00e9 aos cabelos, a branca prospera. As grandes multinacionais da ind\u00fastria abandonam Portugal e a banca prospera. Ningu\u00e9m investe um tost\u00e3o em coisa nenhuma e a banca prospera. E prospera porque o Estado a protege. De qu\u00ea? Da concorr\u00eancia, ou seja, do marcado.<\/p>\n<p>Vasco Pulido Valente<\/p>\n<p>P\u00fablico, 04-03-07<\/p>\n<p>O desafio para n\u00f3s, hoje em dia, de p\u00f4r fim \u00e0 Guerra com a Natureza \u00e9 um desafio para uma solidariedade sem precedentes com as gera\u00e7\u00f5es futuras. Talvez, para o conseguir, a humanidade precise de fazer um novo pacto, um \u2018contrato natural\u2019 de co-desenvolvimento com o planeta e um armist\u00edcio com a natureza?<\/p>\n<p>(&#8230;) Este planeta \u00e9 a nossa imagem ao espelho: se estiver mutilado, a esp\u00e9cie humana est\u00e1 mutilada tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Koichiro Matsuura (director-geral da Unesco)<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 03-03-07<\/p>\n<p>Na pol\u00edtica, a aplica\u00e7\u00e3o desta nova onda [da intelig\u00eancia emocional] vai ser no m\u00ednimo surpreendente. Aos pol\u00edticos vai ser exigido que gostem \u2013 de verdade \u2013 das pessoas. Que falem \u2013 de verdade \u2013 com as pessoas. Que intervenham \u2013 com verdade \u2013 em nome das pessoas. Que agreguem e n\u00e3o separem. Que sejam firmes mas n\u00e3o violentos. Que sejam fortes mas vulner\u00e1veis. Que tenham intelig\u00eancia com sentimentos. E o demonstrem.<\/p>\n<p>Maria Jos\u00e9 Nogueira Pinto<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 02-03-07<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que, at\u00e9 \u00e0 vit\u00f3ria do \u201csim\u201d, n\u00e3o se ouviu uma voz, uma s\u00f3, a dizer que o aconselhamento pr\u00e9vio obrigat\u00f3rio podia ser humilhante para a mulher ou que a tentativa de a dissuadir a praticar um aborto fosse estigmatizante. Bem pelo contr\u00e1rio. O coro estava bem afinado e cantou a uma s\u00f3 voz a m\u00fasica previamente ensaiada. O aborto n\u00e3o \u00e9 livre, o aborto n\u00e3o \u00e9 um direito, o aborto \u00e9 um mal foi o refr\u00e3o repetido e trauteado um pouco por todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Onde est\u00e3o agora esses tenores? Onde est\u00e3o esses protagonistas do \u201csim\u201d moderado? (&#8230;) A vit\u00f3ria do \u201csim\u201d radical sobre o \u201csim\u201d moderado \u00e9 o exemplo acabado de que \u201ca revolu\u00e7\u00e3o acaba sempre por engolir os seus filhos\u201d.<\/p>\n<p>Tiago Duarte<\/p>\n<p>P\u00fablico, 03-03-07<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todos sentimos que as coisas t\u00eam vindo a piorar, com a degrada\u00e7\u00e3o da autoridade do Estado e com o mau funcionamento da justi\u00e7a. \u00c9 significativo que hoje se considerem naturais, embora lament\u00e1veis, jogadas que, h\u00e1 uns anos, mereciam forte censura social. Perdeu-se a vergonha. 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