{"id":936,"date":"2010-03-17T16:36:00","date_gmt":"2010-03-17T16:36:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=936"},"modified":"2010-03-17T16:36:00","modified_gmt":"2010-03-17T16:36:00","slug":"azulejos-seiscentistas-em-degradacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/azulejos-seiscentistas-em-degradacao\/","title":{"rendered":"Azulejos seiscentistas em degrada\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Os azulejos seiscentistas que cobrem exteriormente a c\u00fapula da Capela da Madre de Deus (ou da Casa do Seixal), em Aveiro, est\u00e3o bastante degradados, de tal modo que praticamente \u00e9 imposs\u00edvel descortinar o tipo de desenho que apresentam.<\/p>\n<p>De fabrico lisbonense, da segunda metade do s\u00e9culo XVII, estes azulejos policromos s\u00e3o dos mais antigos registos azulejares existentes no exterior de fachadas e c\u00fapulas de edif\u00edcios na cidade.<\/p>\n<p>Amaro Neves, no livro \u201cAzulejaria antiga em Aveiro\u201d, refere que externamente a c\u00fapula da capela \u201cse encontra dividida em v\u00e1rios panos. A separar estes panos, funcionando como \u00abnervuras\u00bb, corre outro tipo de revestimento cer\u00e2mico, imitando telhas, de cor azul, que pelo material usado mais levam a supor tratar-se de fabrico local\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 nesse livro, editado em Dezembro de 1985, Amaro Neves dizia que o revestimento azulejar da Capela da Madre de Deus \u201cmerecia limpeza geral de que haveria benef\u00edcios a colher em defesa desta rel\u00edquia do nosso patrim\u00f3nio constru\u00eddo\u201d. Entretanto, passaram 25 anos, e nada foi feito.<\/p>\n<p>C.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os azulejos seiscentistas que cobrem exteriormente a c\u00fapula da Capela da Madre de Deus (ou da Casa do Seixal), em Aveiro, est\u00e3o bastante degradados, de tal modo que praticamente \u00e9 imposs\u00edvel descortinar o tipo de desenho que apresentam. De fabrico lisbonense, da segunda metade do s\u00e9culo XVII, estes azulejos policromos s\u00e3o dos mais antigos registos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-936","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/936","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=936"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/936\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=936"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=936"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=936"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}