{"id":9608,"date":"2007-05-03T14:37:00","date_gmt":"2007-05-03T14:37:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=9608"},"modified":"2007-05-03T14:37:00","modified_gmt":"2007-05-03T14:37:00","slug":"frases-da-semana-79","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-79\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>A ressurrei\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem nada a ver com a reanima\u00e7\u00e3o de um cad\u00e1ver, com o regresso \u00e0 vida anterior, mas com a passagem a uma qualidade, essencialmente diferente, de vida. A linguagem est\u00e1 sempre, ali\u00e1s, a atrai\u00e7oar-nos. Dizemos barbaridades como esta: fomos enterrar ou cremar os pais, os filhos, os esposos, etc. Se isso fosse verdade, seria um crime. Enterrados ou cremados s\u00e3o os chamados \u201crestos mortais\u201d, n\u00e3o as pessoas nem os seus corpos. O corpo \u00e9 uma presen\u00e7a viva no mundo, a express\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es humanas. (&#8230;) N\u00e3o vale a pena perguntar como ser\u00e1 a ressurrei\u00e7\u00e3o. A f\u00e9 consiste, apenas, em dizer que Deus, para ser fiel a si mesmo e ao nosso infinito desejo de viver, saber\u00e1 encontrar o caminho para levar \u00e0 plenitude a personalidade de cada ser humano. N\u00e3o vivemos para sermos entregues ao nada. A catequese sobre a morte e a ressurrei\u00e7\u00e3o precisa de uma grande volta.<\/p>\n<p>Bento Domingues<\/p>\n<p>P\u00fablico, 29-04-07<\/p>\n<p>Em Portugal, a extrema-direita est\u00e1 ao n\u00edvel da banda desenhada: personagens que parecem caricaturas, declara\u00e7\u00f5es bomb\u00e1sticas carregadas de fantasia, colec\u00e7\u00f5es de armas de fogo.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Saraiva<\/p>\n<p>Sol, 28-04-07<\/p>\n<p>S\u00e3o milh\u00f5es os que ainda n\u00e3o s\u00e3o livres e, provavelmente, nunca o vir\u00e3o a ser. Vivem enclausurados pelas grades da pobreza, das depend\u00eancias, da exclus\u00e3o social e da desesperan\u00e7a.<\/p>\n<p>Rui Marques<\/p>\n<p>Correio da Manh\u00e3, 25-04-07<\/p>\n<p>Jovens portugueses: n\u00e3o se conformem. (&#8230;) Com a liberdade de que disp\u00f5em, ir\u00e3o at\u00e9 onde a vossa ambi\u00e7\u00e3o vos levar. Agora, tudo depende de v\u00f3s e do vosso inconformismo. Em nome de Portugal, n\u00e3o se resignem.<\/p>\n<p>Cavaco Silva, na Assembleia da Rep\u00fablica, nas Comemora\u00e7\u00f5es do 25 de Abril<\/p>\n<p>A ideia que a comemora\u00e7\u00e3o do 25 de Abril deve ser dirigida aos \u201cjovens\u201d, essa outra entidade m\u00edtica da pol\u00edtica moderna num pa\u00eds que tem cada vez menos jovens e cada vez mais velhos, \u00e9, bem vistas as coisas, um pouco absurda.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Pacheco Pereira<\/p>\n<p>P\u00fablico, 28-04-07<\/p>\n<p>Nenhuma democracia com preocupa\u00e7\u00f5es sociais pode igno-rar o efeito demolidor da sua legitimidade provocado pelo crescimento das desigualdades sociais.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Vitorino<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 28-04-07<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 revolu\u00e7\u00f5es \u2018scut\u2019: isto \u00e9, sem custos para o utilizador.<\/p>\n<p>Nuno Rogeiro<\/p>\n<p>S\u00e1bado, 26-04-07<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ressurrei\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem nada a ver com a reanima\u00e7\u00e3o de um cad\u00e1ver, com o regresso \u00e0 vida anterior, mas com a passagem a uma qualidade, essencialmente diferente, de vida. A linguagem est\u00e1 sempre, ali\u00e1s, a atrai\u00e7oar-nos. Dizemos barbaridades como esta: fomos enterrar ou cremar os pais, os filhos, os esposos, etc. Se isso fosse [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-9608","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9608","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9608"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9608\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9608"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9608"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9608"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}