{"id":9730,"date":"2007-05-16T14:41:00","date_gmt":"2007-05-16T14:41:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=9730"},"modified":"2007-05-16T14:41:00","modified_gmt":"2007-05-16T14:41:00","slug":"frases-da-semana-81","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-81\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>A F\u00e1tima chega de tudo. Chega o trigo e chega o joio. H\u00e1 pessoas e movimentos que \u00e0s vezes querem aproveitar-se de F\u00e1tima e do clima de acolhimento que aqui se vive. (&#8230;) tamb\u00e9m [pessoas e movimentos] cat\u00f3licos. E agora, segundo me consta, at\u00e9 h\u00e1 movimentos esot\u00e9ricos. Aproveitando este clima que ainda n\u00e3o levanta suspeitas \u00e0 pol\u00edcia, procuram infiltrar-se aqui. N\u00e3o sei com que fins ou inten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>D. Ant\u00f3nio Marto<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 13-05-07<\/p>\n<p>O cristianismo da Europa est\u00e1 a dar um ar de cansado. Uma f\u00e9 cansada, sem alegria, sem beleza, sem entusiasmo, sem el\u00e3. Isto ataca os pr\u00f3prios crist\u00e3os. <\/p>\n<p>Idem<\/p>\n<p>Se \u00e9 verdade que as crises, entre n\u00f3s, demoram sempre tempo a mais, nunca s\u00e3o resolvidas quando \u00e9 f\u00e1cil e s\u00f3 se encaram quando j\u00e1 \u00e9 tarde, tamb\u00e9m \u00e9 certo que as reformas necess\u00e1rias exigem ainda mais tempo.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Barreto<\/p>\n<p>P\u00fablico, 13-05-07<\/p>\n<p>O que se est\u00e1 a passar por estes dias no Algarve \u00e9 realmente um exemplo do estado a que chegaram as sociedades modernas e do papel profundamente nefasto que exerce a comunica\u00e7\u00e3o social, quando decide explorar sentimentos para divulga\u00e7\u00e3o em prime time. (&#8230;) \u00c9 mais perigoso e d\u00e1 menos audi\u00eancias relatar a trag\u00e9dia do Darfur do que descrever em directo os pormenores do drama familiar de Lagos.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Miguel J\u00fadice<\/p>\n<p>P\u00fablico, 11-05-07<\/p>\n<p>Num pa\u00eds totalit\u00e1rio, num sistema n\u00e3o democr\u00e1tico, a hist\u00f3ria de Madeleine nunca ocorreria assim. N\u00e3o porque nos sistemas totalit\u00e1rios n\u00e3o haja crian\u00e7as raptadas. Existem, claro. A ideia de que \u201cagora h\u00e1 muito mais crime\u201d \u00e9 de uma ingenuidade que seria tocante se n\u00e3o fosse perigosa. A t\u00edtulo de exemplo, uma das principais tarefas dos censores que funcionavam antes do 25 de Abril era cortar dos jornais tudo o que pusesse em causa a ideia de um pa\u00eds tranquilo, seguro, dirigido por uma autoridade competente e omnipresente \u2013 a come\u00e7ar pelos crimes. Crime que n\u00e3o \u00e9 noticiado, sociedade que n\u00e3o o sente.<\/p>\n<p>Fernanda C\u00e2ncio<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 11-05-07<\/p>\n<p>O nosso sistema policial continua mal preparado para lidar com a press\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>David Pontes<\/p>\n<p>Jornal de Not\u00edcias, 12-05-07<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 economia, nem riqueza, nem nada sem educa\u00e7\u00e3o. E, nesse particular, Portugal \u00e9 o maior fracasso europeu.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Paulo Guerra<\/p>\n<p>Di\u00e1rio Econ\u00f3mico, 09-05-07<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A F\u00e1tima chega de tudo. Chega o trigo e chega o joio. H\u00e1 pessoas e movimentos que \u00e0s vezes querem aproveitar-se de F\u00e1tima e do clima de acolhimento que aqui se vive. (&#8230;) tamb\u00e9m [pessoas e movimentos] cat\u00f3licos. E agora, segundo me consta, at\u00e9 h\u00e1 movimentos esot\u00e9ricos. 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