{"id":9786,"date":"2007-05-16T16:10:00","date_gmt":"2007-05-16T16:10:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=9786"},"modified":"2007-05-16T16:10:00","modified_gmt":"2007-05-16T16:10:00","slug":"meu-animal-meu-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/meu-animal-meu-amor\/","title":{"rendered":"Meu animal, meu amor"},"content":{"rendered":"<p>Dias positivos <!--more--> N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida que o amor pelos animais revela a nossa humanidade. E a crueza para com os animais nunca ser\u00e1 algo de positivo. Para um crist\u00e3o, gostar de animais, como da natureza em geral, \u00e9 uma forma de louvar a Deus, o Criador de todas as coisas. Desde os tempos imemoriais da B\u00edblia que \u00e9 assim, muito antes das preocupa\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas. Por isso, o boi e os outros animais de trabalho tinham direito ao descanso semanal, como o ser humano e como Deus (Dt 5,14: \u201cN\u00e3o far\u00e1s trabalho algum ao s\u00e1bado, nem tu (&#8230;), nem o teu boi, o teu jumento ou qualquer outro animal&#8230;\u201d).<\/p>\n<p>Isto \u00e9 o equil\u00edbrio. Depois vem o exagero: roupas e hot\u00e9is de luxo para c\u00e3es (n\u00e3o s\u00e3o canis, s\u00e3o hot\u00e9is mesmo) e at\u00e9 programas de televis\u00e3o para c\u00e3es e gatos (suponho que passam em diferentes hor\u00e1rios). H\u00e1 dias, os jornais davam conta de mais um avan\u00e7o no amor tresloucado pelos animais de estima\u00e7\u00e3o: um antidepressivo para c\u00e3es, para que os animais n\u00e3o fiquem tristes quando o dono sai de casa, para que suportem o \u201cstress animal\u201d e \u201caprendam a lidar com a ansiedade\u201d. Foi aprovado, h\u00e1 dias, pela autoridade norte-americana dos medicamentos e n\u00e3o dever\u00e1 demorar a chegar aos outros pa\u00edses. Retomando a linguagem b\u00edblica, estamos a idolatrar os animais, n\u00e3o estamos? <\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dias positivos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-9786","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9786","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9786"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9786\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9786"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9786"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9786"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}