
Elisabete Nunes e Rita Santos foram instituídas catequistas neste domingo pelo Papa Leão XIV
Foram 39 catequistas, de 16 países, os que foram instituídos pelo Papa Leão XIV no encerramento do Jubileu dos Catequistas, em Roma.
“Foi uma emoção enorme. Parecia que a cruz pesava mais quando a recebi”, confessou Elisabete Nunes, da Diocese de Aveiro, no final da missa.
Perante 20 mil catequistas, vindos de 115 países do mundo inteiro, o Papa Francisco criticou as disparidades sociais que subsistem em tantas partes do mundo.
“Às portas da opulência encontra-se hoje a miséria de povos inteiros, marcados pela guerra e pela exploração. Ao longo dos séculos, pouco parece ter mudado. quantos Lázaros continuam a morrer diante da ganância que ignora a justiça, diante do lucro que esmaga a caridade, diante da riqueza cega à dor dos pobres!”, alertou.
No final da eucaristia o Pontífice rezou pelos catequistas “em particular pelos que trabalham nas condições mais difíceis”.
Durante a celebração, e no rito de instituição dos novos catequistas, os candidatos ao ministério laical do catequista receberam das mãos do Papa um crucifixo como sinal da sua vocação especial.
“Recebe este sinal da nossa fé, cátedra da verdade e da caridade de Cristo, e anuncia-O com a vida, os costumes e a palavra”, disse o Papa Leão XIV a cada um dos catequistas que provêm de Itália, Espanha, Inglaterra, Portugal, Brasil, México, Índia, Coreia do Sul, Timor-Leste, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Estados Unidos, Moçambique, Peru e República Dominicana.
Rita Santos, do Patriarcado de Lisboa, mostrou-se “emocionada” e disse esperar “contribuir para esta missão que é da Igreja universal”.
“Pedi ao Papa pela minha família, por toda a Igreja portuguesa e a catequese”, declarou ainda emocionada.
O Papa Leão XIV instituiu catequistas de Itália, Espanha, Inglaterra, Portugal, Brasil, México, Índia, Coreia do Sul, Timor-Leste, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Estados Unidos, Moçambique, Peru e República Dominicana.
Educris|29.09.2025


