{"id":1246529321,"date":"2021-04-11T00:00:00","date_gmt":"2021-04-11T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/326-vaticano\/10405-domingo-da-misericordia-papa-desafia-crentes-a-debrucar-se-sobre-as-chagas-dos-outros"},"modified":"2021-04-11T00:00:00","modified_gmt":"2021-04-11T00:00:00","slug":"domingo-da-misericordia-papa-desafia-crentes-a-debrucar-se-sobre-as-chagas-dos-outros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/domingo-da-misericordia-papa-desafia-crentes-a-debrucar-se-sobre-as-chagas-dos-outros\/","title":{"rendered":"Domingo da Miseric\u00f3rdia: Papa desafia crentes a \u00abdebru\u00e7ar-se sobre as chagas dos outros\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_missa_cassia_210411120311.jpg\"\/><\/p>\n<p><p><em>Francisco criticou hoje a pr\u00e1tica de \u201cum intimismo est\u00e9ril\u201d que \u201cevapora a f\u00e9\u201d e que resulta de uma \u201cf\u00e9 vivida a meias\u201d. Na homilia, da eucaristia a que presidiu esta manh\u00e3, na Igreja de Sassia, em Roma, o papa explicou que para se ser \u201cmisericordioso \u00e9 preciso aceitar a miseric\u00f3rdia recebida\u201d e desafiou: \u00abQueres uma prova de que Deus tocou a tua vida? Verifica se te debru\u00e7as sobre as chagas dos outros\u00bb<\/em><\/p>\n<p>Leia, na \u00edntegra, a homilia do Santo Padre.<\/p>\n<p>Jesus ressuscitado aparece aos disc\u00edpulos v\u00e1rias vezes; com paci\u00eancia, conforta os seus cora\u00e7\u00f5es desanimados. E assim, depois da sua ressurrei\u00e7\u00e3o, realiza a \u00abressurrei\u00e7\u00e3o dos disc\u00edpulos\u00bb; e estes, solevados por Jesus, mudam de vida. Antes, in\u00fameras palavras e tantos exemplos do Senhor n\u00e3o conseguiram transform\u00e1-los; mas agora, na P\u00e1scoa, algo de novo se verifica; e verifica-se sob o signo da miseric\u00f3rdia: Jesus levanta-os com a miseric\u00f3rdia. Sim, levanta-os com a miseric\u00f3rdia e eles,<em>\u00a0obtendo miseric\u00f3rdia<\/em>, tornam-se\u00a0<em>misericordiosos<\/em>. \u00c9 muito dif\u00edcil ser misericordioso, se n\u00e3o nos damos conta de ter obtido miseric\u00f3rdia.<\/p>\n<p>1. Antes de tudo,\u00a0<em>obt\u00eam miseric\u00f3rdia<\/em>\u00a0mediante tr\u00eas dons: primeiro, Jesus oferece-lhes\u00a0<em>a paz<\/em>, depois\u00a0<em>o Esp\u00edrito<\/em>\u00a0e, por fim,\u00a0<em>as chagas<\/em>. Em primeiro lugar,\u00a0<em>d\u00e1-lhes a paz<\/em>. Os disc\u00edpulos estavam angustiados. Fecharam-se em casa assustados, com medo de ser presos e acabar como o Mestre. Mas n\u00e3o estavam fechados s\u00f3 em casa; estavam fechados tamb\u00e9m nos seus remorsos: tinham abandonado e renegado Jesus; sentiam-se uns incapazes, in\u00fateis, falhados. Chega Jesus e repete duas vezes: \u00ab<em>A paz esteja convosco!<\/em>\u00bb N\u00e3o traz uma paz que, de fora, elimina os problemas, mas uma paz que infunde confian\u00e7a dentro. N\u00e3o uma paz exterior, mas a paz do cora\u00e7\u00e3o. Diz: \u00abA paz esteja convosco! Assim como o Pai Me enviou, tamb\u00e9m Eu vos envio a v\u00f3s\u00bb (<em>Jo<\/em>\u00a020, 21). \u00c9 como se dissesse: \u00abEnvio-vos, porque acredito em v\u00f3s\u00bb. Aqueles disc\u00edpulos desanimados recuperam a paz consigo mesmos. A paz de Jesus f\u00e1-los passar\u00a0<em>do remorso \u00e0 miss\u00e3o<\/em>. De facto, a paz de Jesus suscita a miss\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 tranquilidade, nem comodidade; \u00e9 sair de si mesmo. A paz de Jesus liberta dos fechamentos que paralisam, quebra as correntes que mant\u00eam o cora\u00e7\u00e3o prisioneiro. E os disc\u00edpulos sentem-se cumulados de miseric\u00f3rdia: sentem que Deus n\u00e3o os condena, nem humilha, mas acredita neles. \u00c9 verdade! Acredita em n\u00f3s mais do que n\u00f3s acreditamos em n\u00f3s mesmos. \u00abAma-nos mais do que nos amamos a n\u00f3s mesmos\u00bb (cf. S\u00e3o J. H. Newman,\u00a0<em>Medita\u00e7\u00f5es e Devo\u00e7\u00f5es<\/em>, III, 12,2). Para Deus, ningu\u00e9m \u00e9 falhado, ningu\u00e9m \u00e9 in\u00fatil, ningu\u00e9m \u00e9 exclu\u00eddo. E Jesus continua hoje a repetir: \u00abA paz esteja contigo, que \u00e9s precioso aos meus olhos. A paz esteja contigo, que \u00e9s importante para Mim. A paz esteja contigo, que tens uma miss\u00e3o. Ningu\u00e9m pode realiz\u00e1-la em teu lugar. \u00c9s insubstitu\u00edvel. E Eu acredito em ti\u00bb.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, Jesus usa de miseric\u00f3rdia com os disc\u00edpulos\u00a0<em>oferecendo-lhes o Esp\u00edrito Santo<\/em>. D\u00e1-O para a remiss\u00e3o dos pecados (cf.\u00a0<em>Jo<\/em>\u00a020, 22-23). Os disc\u00edpulos eram culpados; fugiram, abandonando o Mestre. E o pecado acabrunha, o mal tem o seu pre\u00e7o. Como diz o Salmo 51 (cf. v. 5), temos sempre diante de n\u00f3s o nosso pecado. Sozinhos, n\u00e3o podemos cancel\u00e1-lo. S\u00f3 Deus o elimina; s\u00f3 Ele, com a sua miseric\u00f3rdia, nos faz sair das nossas mis\u00e9rias mais profundas. Como aqueles disc\u00edpulos, precisamos de nos deixar perdoar, precisamos de dizer do fundo do cora\u00e7\u00e3o: \u00abPerd\u00e3o, Senhor\u00bb. Precisamos de abrir o cora\u00e7\u00e3o, para nos deixarmos perdoar. O perd\u00e3o no Esp\u00edrito Santo \u00e9 o dom pascal para ressuscitar interiormente. Pe\u00e7amos a gra\u00e7a de o acolher, de\u00a0<em>abra\u00e7ar o Sacramento do perd\u00e3o<\/em>; e de compreender que, no centro da Confiss\u00e3o, n\u00e3o estamos n\u00f3s com os nossos pecados, mas Deus com a sua miseric\u00f3rdia. N\u00e3o nos confessamos para nos deprimir, mas para fazer-nos levantar. Todos precisamos imenso disso. Precisamos disso como precisam os pequeninos, sempre que caem, de ser levantados pelo pai. Tamb\u00e9m n\u00f3s ca\u00edmos com frequ\u00eancia; e a m\u00e3o do Pai est\u00e1 pronta a p\u00f4r-nos de p\u00e9 e fazer-nos caminhar. Esta m\u00e3o segura e fi\u00e1vel \u00e9 a Confiss\u00e3o. \u00c9 o Sacramento que nos levanta, n\u00e3o nos deixando ca\u00eddos a chorar sobre as lajes duras das nossas quedas. \u00c9 o\u00a0<em>Sacramento da ressurrei\u00e7\u00e3o<\/em>, \u00e9 pura miseric\u00f3rdia. E quem recebe as Confiss\u00f5es deve fazer sentir a do\u00e7ura da miseric\u00f3rdia. Tal \u00e9 o caminho a seguir por aqueles que ouvem as pessoas de Confiss\u00e3o: fazer-lhes sentir a do\u00e7ura da miseric\u00f3rdia de Jesus, que perdoa tudo. Deus perdoa tudo.<\/p>\n<p>Depois da paz que reabilita e do perd\u00e3o que levanta, eis o terceiro dom com que Jesus usa de miseric\u00f3rdia com os disc\u00edpulos:\u00a0<em>apresenta-lhes as chagas<\/em>. Por aquelas chagas, fomos curados (cf.\u00a0<em>1 Ped\u00a0<\/em>2, 24;\u00a0<em>Is<\/em>\u00a053, 5). Mas, como pode uma ferida curar-nos? Com a miseric\u00f3rdia. Naquelas chagas, como Tom\u00e9, tocamos com a m\u00e3o a verdade de Deus que nos ama profundamente, fez suas as nossas feridas, carregou no seu corpo as nossas fragilidades. As chagas s\u00e3o canais abertos entre Ele e n\u00f3s, que derramam miseric\u00f3rdia sobre as nossas mis\u00e9rias. As chagas s\u00e3o os caminhos que Deus nos patenteou para entrarmos na sua ternura e tocar com a m\u00e3o quem \u00e9 Ele. E deixamos de duvidar da sua miseric\u00f3rdia. Adorando, beijando as suas chagas, descobrimos que cada uma das nossas fraquezas \u00e9 acolhida na sua ternura. Isto acontece em cada\u00a0<em>Missa<\/em>, onde Jesus nos oferece o seu Corpo chagado e ressuscitado: tocamo-Lo e Ele toca as nossas vidas. E faz descer a n\u00f3s o C\u00e9u. As suas chagas luminosas rasgam a escurid\u00e3o que n\u00f3s trazemos dentro. E n\u00f3s, como Tom\u00e9, encontramos Deus, descobrimo-Lo \u00edntimo e pr\u00f3ximo, e, comovidos, dizemos-Lhe: \u00abMeu Senhor e meu Deus!\u00bb (<em>Jo<\/em>\u00a020, 28). E tudo nasce daqui, da gra\u00e7a de obter miseric\u00f3rdia. Daqui come\u00e7a o caminho crist\u00e3o. Se, pelo contr\u00e1rio, nos apoiamos nas nossas capacidades, na efici\u00eancia das nossas estruturas e dos nossos projetos, n\u00e3o iremos longe. S\u00f3 se acolhermos o amor de Deus \u00e9 que poderemos dar algo de novo ao mundo.<\/p>\n<p>2. Assim fizeram os disc\u00edpulos: tendo obtido miseric\u00f3rdia, tornaram-se\u00a0<em>misericordiosos<\/em>. Vemo-lo na primeira leitura. Os Atos dos Ap\u00f3stolos contam que \u00abningu\u00e9m chamava seu ao que lhe pertencia, mas entre eles tudo era comum\u00bb (4, 32). N\u00e3o \u00e9 comunismo, mas cristianismo no seu estado puro. E o facto \u00e9 ainda mais surpreendente, se pensarmos que aqueles mesmos disc\u00edpulos, pouco tempo antes, litigavam entre si sobre pr\u00e9mios e honras, sobre qual deles era o maior (cf.\u00a0<em>Mc<\/em>\u00a010, 37;\u00a0<em>Lc<\/em>\u00a022, 24). Agora partilham tudo, t\u00eam \u00abum s\u00f3 cora\u00e7\u00e3o e uma s\u00f3 alma\u00bb (<em>At<\/em>\u00a04, 32). Como conseguiram mudar assim? Viram no outro a mesma miseric\u00f3rdia que transformou a sua vida. Descobriram que tinham em comum a miss\u00e3o, que tinham em comum o perd\u00e3o e o Corpo de Jesus: a partilha dos bens terrenos aparecia-lhes como uma consequ\u00eancia natural. Depois o texto diz que, \u00abentre eles, n\u00e3o havia ningu\u00e9m necessitado\u00bb (4, 34). Os seus medos dissolveram-se ao tocar as chagas do Senhor, agora n\u00e3o t\u00eam medo de curar as chagas dos necessitados, porque ali veem Jesus, porque est\u00e1 Jesus ali, nas chagas dos necessitados.<\/p>\n<p>Irm\u00e3, irm\u00e3o, queres uma prova de que Deus tocou a tua vida? Verifica se te debru\u00e7as sobre as chagas dos outros. Hoje \u00e9 o dia de nos perguntarmos: \u00abEu, que tantas vezes recebi a paz de Deus, que tantas vezes recebi o seu perd\u00e3o e a sua miseric\u00f3rdia, sou misericordioso com os outros? Eu, que tantas vezes me alimentei do Corpo de Jesus, fa\u00e7o alguma coisa para matar a fome a quem \u00e9 pobre?\u00bb N\u00e3o nos deixemos cair na indiferen\u00e7a. N\u00e3o vivamos\u00a0<em>uma f\u00e9 a meias<\/em>, que recebe mas n\u00e3o d\u00e1, que acolhe o dom mas n\u00e3o se faz dom. Obtivemos miseric\u00f3rdia, tornemo-nos misericordiosos. Com efeito, se o amor acaba em n\u00f3s mesmos, a f\u00e9 evapora-se num intimismo est\u00e9ril; sem os outros, torna-se desencarnada; sem as obras de miseric\u00f3rdia, morre (cf.\u00a0<em>Tg<\/em>\u00a02, 17). Irm\u00e3os, irm\u00e3s, deixemo-nos ressuscitar pela paz, o perd\u00e3o e as chagas de Jesus misericordioso. E pe\u00e7amos a gra\u00e7a de nos tornar\u00a0<em>testemunhas de miseric\u00f3rdia<\/em>. S\u00f3 assim ser\u00e1 viva a f\u00e9; e a vida ser\u00e1 unificada. S\u00f3 assim anunciaremos o Evangelho de Deus, que \u00e9 Evangelho de miseric\u00f3rdia.<\/p>\n<p>Educris|11.04.2021<\/p>\n<p>Imagem: Vatican Media<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Francisco criticou hoje a pr\u00e1tica de \u201cum intimismo est\u00e9ril\u201d que \u201cevapora a f\u00e9\u201d e que resulta de uma \u201cf\u00e9 vivida [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2813030606,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[64],"class_list":["post-1246529321","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-vaticano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1246529321","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1246529321"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1246529321\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2813030606"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1246529321"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1246529321"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1246529321"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}