{"id":1311966290,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/11602-domingo-xix-do-tempo-comum-nao-tenhas-medo-pequeno-rebanho"},"modified":"2025-11-07T16:33:52","modified_gmt":"2025-11-07T16:33:52","slug":"domingo-xix-do-tempo-comum-nao-tenhas-medo-pequeno-rebanho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/domingo-xix-do-tempo-comum-nao-tenhas-medo-pequeno-rebanho\/","title":{"rendered":"Domingo XIX do Tempo Comum: \u00abN\u00e3o tenhas medo, pequeno rebanho!\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031.jpg\" \/><\/p>\n<p><p data-adtags-visited=\"true\">Sb 18,6-9; Sl 33; Hb 11,1-2.8-19; Lc 12,32-48<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">1. \u00abN\u00e3o tenhas medo, pequeno Rebanho, porque aprouve (<em>eudok\u00e9\u00f4<\/em>) ao VOSSO PAI dar-vos o Reino\u00bb (Lucas 12,32). Assim come\u00e7a o Evangelho deste Domingo XIX do Tempo Comum, retirado de Lucas 12,32-48. Imensa porta aberta pelo amor do VOSSO PAI. O VOSSO PAI ocupa o centro da frase, o lugar estrat\u00e9gico. E \u00e9 um PAI que d\u00e1 a todos e que tem prazer (<em>eudok\u00eda<\/em>) em dar. Aprouve \u00e9 o verbo aprazer. Mas este PAI que d\u00e1 e tem prazer em dar, que est\u00e1 no centro, articula-se com Rebanho e Reino. Dir\u00edamos que, com Rebanho, ficaria melhor o Pastor, e, com Reino, ficaria melhor o Rei. Mas \u00e9 um PAI com prazer e dom que hifeniza Rebanho e Reino. Entenda-se: o PAI reclama o FILHO, a quem d\u00e1 tudo o que tem e \u00e9 (Mateus 11,27; Jo\u00e3o 3,35; 13,3; 17,7), e em quem p\u00f5e o seu prazer, a sua\u00a0<em>eudok\u00eda<\/em>\u00a0(Lucas 3,22); do mesmo modo, o VOSSO PAI reclama os seus filhos, e, portanto, irm\u00e3os. A\u00ed est\u00e1 a melhor tradu\u00e7\u00e3o da Igreja e da vida crist\u00e3.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">2. O Reino dado pelo Pai com prazer. Ao longo dos Evangelhos, com palavras e factos, Jesus anuncia e manifesta que o Reino de Deus n\u00e3o \u00e9 um territ\u00f3rio com fronteiras, bandeira, hino nacional e constitui\u00e7\u00e3o fundamental. Jesus anuncia e manifesta que o Reino de Deus \u00e9 Ele mesmo, Jesus, com o Esp\u00edrito Santo. Di-lo expl\u00edcita, mas simbolicamente, em Lucas 11,20: \u00abSe Eu expulso os dem\u00f3nios pelo Dedo de Deus (<em>d\u00e1ktylos Theo\u00fb<\/em>), ent\u00e3o o Reino de Deus chegou at\u00e9 v\u00f3s\u00bb. O \u00abdedo de Deus\u00bb remete, por um lado, para o Livro do \u00caxodo 8,15, em que os magos do Egito reconhecem o \u00abdedo de Deus\u00bb nos prod\u00edgios operados por Mois\u00e9s; por outro lado, tenha-se presente o paralelo de Mateus 12,28, onde se l\u00ea: \u00abSe Eu expulso os dem\u00f3nios pelo Esp\u00edrito de Deus (<em>pne\u00fbma Theo\u00fb<\/em>), ent\u00e3o o Reino de Deus chegou at\u00e9 v\u00f3s\u00bb. A teologia simb\u00f3lica explica bem que \u00abDedo\u00bb est\u00e1 por \u00abM\u00e3o\u00bb poderosa de Deus, ou seja, a sua Presen\u00e7a pessoal e operativa. Os Padres da Igreja antiga conheciam bem esta realidade: que o Pai tem \u00abDuas M\u00e3os\u00bb, o Filho e o Esp\u00edrito, ambos enviados, com os quais o Pai leva a efeito a sua Economia salv\u00edfica (Santo Ireneu de Li\u00e3o); e que rezar \u00abVenha o Teu Reino\u00bb \u00e9 uma epiclese para a Vinda de Cristo com o Esp\u00edrito, \u00abo Reino que est\u00e1 aqui no meio de n\u00f3s\u00bb (S. Greg\u00f3rio o Te\u00f3logo, S. Greg\u00f3rio de Niza, S. M\u00e1ximo Confessor). No belo dizer de Or\u00edgenes, Jesus Cristo com o Esp\u00edrito Santo \u00e9 o Reino de Deus em pessoa, a\u00a0<em>autobasile\u00eda<\/em>. \u00c9 este o sentido teol\u00f3gico concreto do Reino, que depois se foi perdendo pelo abstrato.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">3. Cultura nova, sem peias nem pris\u00f5es. O \u00abpequeno Rebanho\u00bb lembra o \u00abpequeno Resto\u00bb da literatura prof\u00e9tica, que n\u00e3o confia no \u00f3dio e na viol\u00eancia, no poder, na mentira e na corrup\u00e7\u00e3o, mas p\u00f5e toda a sua confian\u00e7a em Deus, no respeito de cada ser humano, na liberdade, na responsabilidade e no amor. Com este PAI NOSSO, que em n\u00f3s p\u00f5e o seu prazer e de n\u00f3s cuida com paternal dedica\u00e7\u00e3o dando-nos tudo, fica mal agarrarmo-nos ciosamente \u00e0s coisas; fica bem dar de gra\u00e7a, dado que de gra\u00e7a recebemos (Mateus 10,8). Amor novo, cora\u00e7\u00e3o novo, tesouro novo. A tra\u00e7a corr\u00f3i, a gra\u00e7a constr\u00f3i! \u00abVendei tudo e dai em esmola\u00bb (Lucas 12,33) s\u00e3o, talvez, os imperativos menos respeitados na pr\u00e1tica crist\u00e3 ao longo dos s\u00e9culos, at\u00e9 hoje!<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">4. Preparados, vigilantes, prontos, de rins cingidos e de l\u00e2mpadas acesas (Lucas 12,35). De acordo com os costumes ent\u00e3o em vigor, quem desaperta a cintura e solta as vestes, suspende o trabalho e prepara-se para o repouso. Ao contr\u00e1rio, quem cinge as vestes, prepara-se para o trabalho ou para partir de viagem. Manter a l\u00e2mpada acesa significa estar preparado, at\u00e9 durante a noite, para qualquer atividade imprevista.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">5. Al\u00e9m das frases fortes introdut\u00f3rias (Lucas 12,32-34), a p\u00e1gina do Evangelho de hoje oferece tr\u00eas pequenas par\u00e1bolas seguidas: a\u00a0<em>primeira<\/em>\u00a0tem a ver com o senhor que regressa a casa com a noite adiantada e encontra os servos vigilantes (Lucas 12,35-38); inverte-se a ordem: o senhor veste as vestes de servi\u00e7o e p\u00f5e-se ele a servir, antecipando a cena de Lucas 22,17; a\u00a0<em>segunda<\/em>, que \u00e9 a mais breve, chama a aten\u00e7\u00e3o para o ladr\u00e3o que, de forma sempre inesperada, assalta a casa, e deixa entrever Jesus que entra no nosso mundo de forma igualmente surpreendente, de forma a p\u00f4r em causa os nossos h\u00e1bitos e distra\u00e7\u00f5es (Lucas 12,39-40); a\u00a0<em>terceira<\/em>, que \u00e9 a mais desenvolvida e articulada, contempla o administrador fiel e prudente que est\u00e1 sempre pronto a prestar ao seu senhor contas da sua administra\u00e7\u00e3o (Lucas 12,41-48).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">6. O leitor inteligente tamb\u00e9m se apercebe facilmente que o elemento comum a estas tr\u00eas par\u00e1bolas \u00e9 a aus\u00eancia do senhor (<em>ho k\u00fdrios<\/em>), do dono da casa (<em>ho oikodesp\u00f3t\u00eas<\/em>), e que esse escondimento ou aus\u00eancia aparente constitui uma prova para os seus servos ou criados (<em>hoi do\u00faloi<\/em>), para os crentes, para n\u00f3s. Sim, porque mesmo durante esta aus\u00eancia aparente do dono da casa, estes servos continuam a ser os seus servos. \u00c9, por isso, tamb\u00e9m f\u00e1cil de compreender que estes servos n\u00e3o podem viver \u00e0 toa, nem por conta pr\u00f3pria, de forma autorreferencial, mas sim continuamente \u00e0 espera de receber (<em>prosdechom\u00e9nois<\/em>: part. de\u00a0<em>prosd\u00e9chomai<\/em>) o seu senhor (Lucas 12,36). O verbo grego\u00a0<em>prosd\u00e9chomai<\/em>\u00a0traduz bem a condi\u00e7\u00e3o ou atitude f\u00edsica e psicol\u00f3gica de quem est\u00e1 \u00e0 espera e vive nessa espera e dessa espera, assumindo, portanto, uma exist\u00eancia reflexa, que n\u00e3o pode passar sem o seu senhor. Da\u00ed, a tens\u00e3o permanente, a prontid\u00e3o e a vigil\u00e2ncia. N\u00e3o in\u00fateis, mas j\u00e1 com o sabor da felicidade que atravessa o inteiro relato (Lucas 12,37.38.43).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">7. Fazei caminho, cantai hinos, servi, servi, servi, sem pausa nem descanso nem sono. A\u00ed est\u00e1 a descoberta da lei divina impressa desde sempre nos nossos cora\u00e7\u00f5es, e que os caminhantes do \u00caxodo recitam, segundo a bela li\u00e7\u00e3o do Livro da Sabedoria que hoje temos a gra\u00e7a de saborear (Sabedoria 18,6-9). Sim, saborear: os santos partilham tudo, bens e perigos, e cantam os hinos dos seus pais (Sabedoria 18,9). Partilhar tudo, p\u00f4r tudo em comum, aponta j\u00e1 para a beleza da comunidade primitiva de Jerusal\u00e9m (Atos 2,44), e os hinos dos nossos pais s\u00e3o os Salmos, sobretudo o\u00a0<em>Hallel<\/em>\u00a0da P\u00e1scoa (Salmos 113-118 e 136). Mas reclama tamb\u00e9m a m\u00fasica divina que a embala\u00e7\u00e3o dos nossos pais nos transmitiu, e que nos mant\u00e9m livres pelo tempo fora. Veja-se o belo poema do poeta siciliano Ignazio Buttita: \u00abUm povo\/ metei-o na cadeia\/ despojai-o\/ tapai-lhe a boca:\/ \u00e9 ainda livre.\/\/ Tirai-lhe o trabalho\/ o passaporte\/ a mesa onde come\/ a cama onde dorme:\/ \u00e9 ainda rico.\/\/ Um povo torna-se pobre\/ quando lhe roubam\/ as can\u00e7\u00f5es\/ que aprendeu dos pais.\/\/ Ent\u00e3o fica perdido para sempre\u00bb.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">8. Sim, leves e iluminados, rasgai a noite como rel\u00e2mpagos! Estai sempre no umbral do \u00caxodo e do nascimento novo. Sa\u00ed para a liberdade! Sair (<em>yatsa\u2019<\/em>) \u00e9 o verbo do \u00caxodo e do nascimento: vida nova, liberdade nova, leve, tenra e terna, sem retorno, rumo \u00e0 Cidade verdadeira, \u00e0 Casa grande, aberta e feliz, Casa de Deus, Casa do PAI NOSSO.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">9. A grande homilia que comp\u00f5e a Carta aos Hebreus, de que hoje nos \u00e9 dado escutar um extrato (Hebreus 11,1-2.8-19), p\u00f5e diante de n\u00f3s a figura exemplar de Abra\u00e3o, que n\u00e3o se agarrou a nada deste ch\u00e3o, mas seguiu sempre os rumos novos e leves de peregrino e h\u00f3spede assente na f\u00e9 e na ora\u00e7\u00e3o. \u00abPara onde vais, Abra\u00e3o?\u00bb. \u00abN\u00e3o sei, mas vou pela m\u00e3o de Deus\u00bb. E partiu na certeza de encontrar novo pa\u00eds e novo p\u00e3o. N\u00e3o, n\u00e3o estava a pensar em regressar ao pa\u00eds de onde sa\u00edra. Se fosse o caso, tinha sempre tempo e jeito de voltar para l\u00e1 (Hebreus 11,15), como Ulisses, que sai de \u00cdtaca e regressa a \u00cdtaca. A m\u00e3o que guia Abra\u00e3o leva-o sempre em frente, para uma p\u00e1tria nova.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">10.\u00a0<em>O Peregrino russo<\/em>, longo e belo relato escrito na segunda metade do s\u00e9culo XIX, que nos revela a bela m\u00edstica oriental, e que ultimamente tamb\u00e9m tem sido muito lido no Ocidente, caminhava e rezava, sempre com o nome JESUS no cora\u00e7\u00e3o e nos l\u00e1bios. Queria saber o sabor da palavra de Paulo: \u00abRezai sem cessar\u00bb (1 Tessalonicenses 5,17). Aos ombros uma mochila com um peda\u00e7o de p\u00e3o duro, no bolso do casaco uma B\u00edblia. E ainda partilhava com os p\u00e1ssaros p\u00e3o e ora\u00e7\u00e3o. De resto, todas as fontes eram dele, e para elas caminhava devagarinho, devagarinho, como sugere o Principezinho, quando o comerciante lhe quer vender uma pastilha que lhe mata a sede durante uma semana, e o pode levar a poupar 53 minutos! 11. Enfim, o Salmo 33, que hoje cantamos, \u00e9 um verdadeiro \u00abcanto novo\u00bb (<em>sh\u00eer hadash<\/em>) a fazer vibrar as fibras do nosso cora\u00e7\u00e3o. Mas \u00e9 tamb\u00e9m m\u00fasica sem palavras (<em>t<sup>e<\/sup>r\u00fb?ah<\/em>) (v. 2), jubila\u00e7\u00e3o, exulta\u00e7\u00e3o, lala\u00e7\u00e3o de radical confian\u00e7a da crian\u00e7a que em n\u00f3s sorri e dan\u00e7a, porque Deus vela por n\u00f3s. Comenta Santo Agostinho: \u00abJ\u00e1 sabes o que \u00e9 o canto novo: um homem novo, um canto novo\u00bb.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sb 18,6-9; Sl 33; Hb 11,1-2.8-19; Lc 12,32-48 1. \u00abN\u00e3o tenhas medo, pequeno Rebanho, porque aprouve (eudok\u00e9\u00f4) ao VOSSO PAI [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":920925217,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[70],"class_list":["post-1311966290","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-liturgia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1311966290","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1311966290"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1311966290\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294994856,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1311966290\/revisions\/4294994856"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/920925217"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1311966290"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1311966290"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1311966290"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}