{"id":1322495725,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/327-divulgacao\/7231-colombia-palavras-do-papa-na-oracao-pela-reconciliacao-nacional"},"modified":"2025-11-07T16:34:09","modified_gmt":"2025-11-07T16:34:09","slug":"colombia-palavras-do-papa-na-oracao-pela-reconciliacao-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/colombia-palavras-do-papa-na-oracao-pela-reconciliacao-nacional\/","title":{"rendered":"Col\u00f4mbia: palavras do Papa na ora\u00e7\u00e3o pela reconcilia\u00e7\u00e3o nacional"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_reconcicliacao_170910105050.jpg\" \/><\/p>\n<p><p>Num emotivo encontro de ora\u00e7\u00e3o pela reconcilia\u00e7\u00e3o nacional o Papa Francisco escutou testemunhos e rezou com milhares de pessoas e deixou uma mensagem de reconcilia\u00e7\u00e3o e paz. Leia, na \u00edntegra, as palavras do Papa Francisco.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><em>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s!<\/em><\/p>\n<p>Desejava, desde o primeiro dia, que chegasse este momento do nosso encontro. Trazeis marcas no vosso cora\u00e7\u00e3o e na vossa carne, as marcas da hist\u00f3ria viva e recente do vosso povo, sulcada por acontecimentos tr\u00e1gicos, mas cheia tamb\u00e9m de gestos heroicos de grande humanidade e de alto valor espiritual de f\u00e9 e esperan\u00e7a. Acabamos de ouvi-los. Venho aqui com respeito e bem ciente de me encontrar, como Mois\u00e9s, pousando os p\u00e9s numa terra sagrada (cf.\u00a0<em>Ex<\/em>\u00a03, 5). Uma terra regada com o sangue de milhares de v\u00edtimas inocentes e a dor angustiante dos seus familiares e conhecidos. Feridas que custam a cicatrizar e que nos fazem sofrer a todos, porque cada ato de viol\u00eancia cometido contra um ser humano \u00e9 uma ferida na carne da humanidade; cada morte violenta \u00abdiminui-nos\u00bb como pessoas.<\/p>\n<p>Estou aqui n\u00e3o tanto para falar, mas para estar perto de v\u00f3s e fixar-vos nos olhos, para vos escutar e abrir o meu cora\u00e7\u00e3o ao vosso testemunho de vida e f\u00e9. E, se mo permitis, desejaria tamb\u00e9m abra\u00e7ar-vos e, se Deus me der a gra\u00e7a (porque \u00e9 uma gra\u00e7a!), quereria chorar convosco, queria que rez\u00e1ssemos juntos e nos perdo\u00e1ssemos \u2013 tamb\u00e9m eu devo pedir perd\u00e3o \u2013 e que assim, todos juntos, pud\u00e9ssemos olhar em frente e avan\u00e7ar com f\u00e9 e esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>Reunimo-nos aos p\u00e9s do Crucificado de Bojay\u00e1, que, no dia 2 de maio de 2002, presenciou e sofreu o massacre de dezenas de pessoas refugiadas na sua igreja. Esta imagem possui um forte valor simb\u00f3lico e espiritual. Ao fix\u00e1-la, contemplamos n\u00e3o s\u00f3 o que aconteceu naquele dia, mas tamb\u00e9m tanto sofrimento, tanta morte, tantas vidas destro\u00e7adas e tanto sangue derramado na Col\u00f4mbia nos \u00faltimos dec\u00e9nios. Ver Cristo assim, mutilado e ferido, interpela-nos. N\u00e3o tem bra\u00e7os e o seu corpo j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 inteiro, mas conserva o seu rosto e, com ele, olha-nos e ama-nos. Cristo partido e amputado, para n\u00f3s, ainda \u00e9 \u00abmais Cristo\u00bb, porque mostra-nos uma vez mais que Ele veio para sofrer\u00a0<em>pelo seu<\/em>\u00a0povo e\u00a0<em>com o seu<\/em>\u00a0povo, e tamb\u00e9m para nos ensinar que o \u00f3dio n\u00e3o tem a \u00faltima palavra, que o amor \u00e9 mais forte do que a morte e a viol\u00eancia. Ensina-nos a transformar o sofrimento em fonte de vida e ressurrei\u00e7\u00e3o, para que, unidos a Ele e com Ele, aprendamos a for\u00e7a do perd\u00e3o, a grandeza do amor.<\/p>\n<p>Obrigado a v\u00f3s os quatro, nossos irm\u00e3os, que quisestes, em nome de muitos e muitos outros, compartilhar o vosso testemunho. Como nos faz bem \u2013 pode parecer ego\u00edsmo, mas n\u00e3o \u00e9 \u2013 como nos faz bem ouvir os vossos casos, a vossa hist\u00f3ria! Deixam-me comovido. S\u00e3o hist\u00f3rias de sofrimento e amargura, mas tamb\u00e9m, e sobretudo, s\u00e3o hist\u00f3rias de amor e perd\u00e3o, que nos falam de vida e esperan\u00e7a, de n\u00e3o deixar que o \u00f3dio, a vingan\u00e7a e a dor se apoderem do nosso cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O or\u00e1culo final do Salmo 85 \u2013 \u00abO amor e a fidelidade v\u00e3o encontrar-se. V\u00e3o beijar-se a justi\u00e7a e a paz\u00bb (v. 11) \u2013 aparece depois da a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as e da s\u00faplica onde se pede a Deus: Renovai-nos! Obrigado, Senhor, pelo testemunho daqueles que infligiram dor e pedem perd\u00e3o; daqueles que sofreram injustamente e perdoam. Isto s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel com a vossa ajuda e a vossa presen\u00e7a. Isto j\u00e1 \u00e9 um sinal enorme de que quereis reconstruir a paz e a conc\u00f3rdia nesta terra colombiana.<\/p>\n<p>Pastora Mira, disseste-lo muito bem: Queres colocar todo o sofrimento, teu e o de milhares de v\u00edtimas, aos p\u00e9s de Jesus Crucificado, para que se una ao d\u2019Ele e, assim, se transforme em\u00a0<em>b\u00ean\u00e7\u00e3o<\/em>\u00a0e capacidade de\u00a0<em>perd\u00e3o<\/em>\u00a0para romper o ciclo de viol\u00eancia que imperou na Col\u00f4mbia. E tens raz\u00e3o: a viol\u00eancia gera mais viol\u00eancia, o \u00f3dio gera mais \u00f3dio, e a morte mais morte. Temos de quebrar esta corrente que aparece como inelut\u00e1vel, e isto \u00e9 poss\u00edvel apenas com o perd\u00e3o e a reconcilia\u00e7\u00e3o concreta. Tu, querida Pastora, e muitos outros como tu demonstraram que isto \u00e9 poss\u00edvel. Com a ajuda de Cristo, de Cristo vivo no meio da comunidade, \u00e9 poss\u00edvel vencer o \u00f3dio, \u00e9 poss\u00edvel vencer a morte, \u00e9 poss\u00edvel come\u00e7ar de novo e dar vida a uma Col\u00f4mbia nova. Obrigado, Pastora! Como \u00e9 grande o bem que hoje nos fazes a todos com o testemunho da tua vida. Foi o Crucificado de Bojay\u00e1 que te deu a for\u00e7a de perdoar e amar, e te ajudou a ver, na camisa que a tua filha Sandra Paula deu de prenda ao teu filho Jorge An\u00edbal, n\u00e3o s\u00f3 a recorda\u00e7\u00e3o das suas mortes, mas tamb\u00e9m a esperan\u00e7a de que a paz triunfe definitivamente na Col\u00f4mbia. Obrigado! Obrigado!<\/p>\n<p>Comoveu-nos tamb\u00e9m o que disse Luz Dary no seu testemunho: as feridas do cora\u00e7\u00e3o s\u00e3o mais profundas e dif\u00edceis de sanar do que as do corpo. \u00c9 mesmo assim. E \u2013 o que \u00e9 mais importante \u2013 deste-te conta que n\u00e3o se pode viver no rancor, que s\u00f3\u00a0<em>o amor liberta e constr\u00f3i<\/em>. E deste modo come\u00e7aste a curar tamb\u00e9m as feridas doutras v\u00edtimas, a reconstruir a sua dignidade. O facto de sa\u00edres de ti mesma enriqueceu-te, ajudou-te a olhar em frente, a encontrar paz e serenidade e tamb\u00e9m um motivo para continuar a caminhar. Agrade\u00e7o-te a muleta que ofereces. Embora permane\u00e7am ainda feridas, permanecem sequelas f\u00edsicas das tuas feridas, o teu caminhar espiritual \u00e9 desimpedido e firme. Este caminhar espiritual n\u00e3o tem necessidade de muletas; e \u00e9 r\u00e1pido e firme, porque pensas nos outros \u2013 obrigado! \u2013 e queres ajud\u00e1-los. Esta tua muleta \u00e9 s\u00edmbolo doutra muleta mais importante, de que todos n\u00f3s precisamos: o amor e o perd\u00e3o. Com o teu amor e o teu perd\u00e3o, est\u00e1s a ajudar muitas pessoas a caminhar na vida, e a caminhar rapidamente como tu. Obrigado!<\/p>\n<p>Desejo\u00a0agradecer tamb\u00e9m o eloquente testemunho de Deisy e Juan Carlos. Fizeram-nos compreender que no fim de contas, duma forma ou doutra, todos\u00a0<em>somos v\u00edtimas<\/em>, inocentes ou culpados, mas todos v\u00edtimas (dum lado e do outro: todos v\u00edtimas). Todos irmanados naquela perda de humanidade que a viol\u00eancia e a morte comportam. Disse-o claramente Deisy: compreendeste que tu pr\u00f3pria foste uma v\u00edtima e precisavas que te fosse concedida uma oportunidade. Quando a pronunciaste, esta palavra retiniu-me no cora\u00e7\u00e3o. Come\u00e7aste a estudar, e agora trabalhas para ajudar as v\u00edtimas e para que os jovens n\u00e3o caiam nas malhas da viol\u00eancia e da droga, que \u00e9 outra forma de viol\u00eancia. H\u00e1 esperan\u00e7a tamb\u00e9m para quem fez o mal; nem tudo est\u00e1 perdido. Foi para isto que Jesus veio: haver esperan\u00e7a para quem fez o mal. \u00c9 verdade que, na regenera\u00e7\u00e3o moral e espiritual dos verdugos, tem que se cumprir a justi\u00e7a. Como disse Deisy, deve-se contribuir positivamente para sanar esta sociedade que foi lacerada pela viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil aceitar a mudan\u00e7a daqueles que fizeram apelo \u00e0 viol\u00eancia cruel para promover os seus fins, proteger tr\u00e1ficos il\u00edcitos e enriquecer-se ou por acreditar, ilusoriamente, que estavam a defender a vida dos seus irm\u00e3os. \u00c9 certamente um desafio para cada um de n\u00f3s confiar que possam\u00a0<em>dar um passo em frente<\/em>\u00a0aqueles que infligiram sofrimento a comunidades inteiras e a todo o pa\u00eds. \u00c9 claro que, neste campo enorme que \u00e9 a Col\u00f4mbia, ainda h\u00e1 espa\u00e7o para o joio&#8230; N\u00e3o nos enganemos! Estai atentos aos frutos! Cuidai do trigo e n\u00e3o percais a paz por causa do joio. O semeador, quando v\u00ea desabrochar o joio no meio do trigo, n\u00e3o tem rea\u00e7\u00f5es alarmistas. Encontra o modo para fazer com que a Palavra se encarne numa situa\u00e7\u00e3o concreta e d\u00ea frutos de vida nova, embora aparentemente sejam imperfeitos ou defeituosos (cf. Francisco, Exort. ap.\u00a0<em>Evangelii gaudium<\/em>, 24). Mesmo se perdurarem conflitos, viol\u00eancia ou sentimentos de vingan\u00e7a, n\u00e3o impe\u00e7amos que a justi\u00e7a e a miseric\u00f3rdia se unam num abra\u00e7o que assuma a hist\u00f3ria de sofrimento da Col\u00f4mbia. Curemos aquele sofrimento e acolhamos todo o ser humano que cometeu delitos, reconhece-os, arrepende-se e compromete-se a reparar, contribuindo para a constru\u00e7\u00e3o duma ordem nova onde brilhem a justi\u00e7a e a paz.<\/p>\n<p>Como Juan Carlos\u00a0deixou vislumbrar no\u00a0seu testemunho, em todo este processo \u2013 longo, dif\u00edcil mas rico de esperan\u00e7a de reconcilia\u00e7\u00e3o \u2013 \u00e9 indispens\u00e1vel tamb\u00e9m assumir a\u00a0<em>verdade<\/em>. \u00c9 um desafio grande, mas necess\u00e1rio. A verdade \u00e9 uma companheira insepar\u00e1vel da justi\u00e7a e da miseric\u00f3rdia. Se, por um lado, s\u00e3o essenciais, as tr\u00eas todas juntas, para construir a paz, por outro, cada uma delas impede que as restantes sejam adulteradas e se transformem em instrumentos de vingan\u00e7a contra quem \u00e9 mais fr\u00e1gil. De facto, a verdade n\u00e3o deve levar \u00e0 vingan\u00e7a, mas antes \u00e0 reconcilia\u00e7\u00e3o e ao perd\u00e3o. A verdade \u00e9 contar \u00e0s fam\u00edlias dilaceradas pela dor o que aconteceu aos seus parentes desaparecidos. A verdade \u00e9 confessar o que aconteceu aos menores recrutados pelos agentes de viol\u00eancia. A verdade \u00e9 reconhecer o sofrimento das mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia e de abusos.<\/p>\n<p>Por fim queria,\u00a0como irm\u00e3o e como pai, dizer: Col\u00f4mbia, abre o teu cora\u00e7\u00e3o de povo de Deus e deixa-te reconciliar. N\u00e3o tenhas medo da verdade nem da justi\u00e7a. Queridos colombianos, n\u00e3o tenhais medo de pedir e oferecer o perd\u00e3o. N\u00e3o oponhais resist\u00eancia \u00e0 reconcilia\u00e7\u00e3o que vos faz aproximar uns dos outros, reencontrar-vos como irm\u00e3os e superar as inimizades. \u00c9 hora de sanar feridas, lan\u00e7ar pontes, limar diferen\u00e7as. \u00c9 hora de apagar os \u00f3dios, renunciar \u00e0s vingan\u00e7as e abrir-se \u00e0 conviv\u00eancia baseada na justi\u00e7a, na verdade e na cria\u00e7\u00e3o duma aut\u00eantica cultura do encontro fraterno. Oxal\u00e1 possamos habitar em harmonia e fraternidade, como o Senhor quer. Pe\u00e7amos para ser construtores de paz; que, onde houver \u00f3dio e ressentimento, possamos colocar amor e miseric\u00f3rdia (cf.\u00a0<em>Ora\u00e7\u00e3o atribu\u00edda a S\u00e3o Francisco de Assis<\/em>)!<\/p>\n<p>E todas estas inten\u00e7\u00f5es, os testemunhos ouvidos, as coisas que trazeis no cora\u00e7\u00e3o e cada um de v\u00f3s conhece, dec\u00e9nios de hist\u00f3ria de dor e sofrimento, quero dep\u00f4-los diante da imagem do Crucificado, o Cristo negro de Bojay\u00e1:<\/p>\n<p align=\"center\">* * *<\/p>\n<p>\u00d3 Cristo negro de Bojay\u00e1,<br \/>que nos lembrais a vossa paix\u00e3o e morte;<br \/>juntamente com os vossos bra\u00e7os e p\u00e9s<br \/>arrancaram-Vos os vossos filhos<br \/>que em V\u00f3s procuravam ref\u00fagio.<\/p>\n<p>\u00d3 Cristo negro de Bojay\u00e1,<br \/>que nos olhais com ternura<br \/>e com rosto sereno;<br \/>que o vosso cora\u00e7\u00e3o palpite tamb\u00e9m<br \/>para nos acolher no vosso amor.<\/p>\n<p>\u00d3 Cristo negro de Bojay\u00e1,<br \/>fazei que nos comprometamos<br \/>a restaurar o vosso corpo. Que sejamos\u00a0<br \/>os vossos p\u00e9s para ir ao encontro<br \/>do irm\u00e3o necessitado;<br \/>os vossos bra\u00e7os para abra\u00e7ar<br \/>quem perdeu a sua dignidade;<br \/>as vossas m\u00e3os para aben\u00e7oar e consolar<br \/>quem chora na solid\u00e3o.<\/p>\n<p>Fazei que sejamos testemunhas<br \/>do vosso amor e da vossa miseric\u00f3rdia infinita.<br \/>Amen.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Num emotivo encontro de ora\u00e7\u00e3o pela reconcilia\u00e7\u00e3o nacional o Papa Francisco escutou testemunhos e rezou com milhares de pessoas e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2295940520,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[67],"class_list":["post-1322495725","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-divulgacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1322495725","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1322495725"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1322495725\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294995093,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1322495725\/revisions\/4294995093"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1322495725"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1322495725"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1322495725"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}