{"id":1385131645,"date":"2023-01-11T00:00:00","date_gmt":"2023-01-11T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/326-vaticano\/11882-vaticano-paixao-pela-evangelizacao-e-centro-de-novo-ciclo-de-catequeses-do-papa"},"modified":"2023-01-11T00:00:00","modified_gmt":"2023-01-11T00:00:00","slug":"vaticano-paixao-pela-evangelizacao-e-centro-de-novo-ciclo-de-catequeses-do-papa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/vaticano-paixao-pela-evangelizacao-e-centro-de-novo-ciclo-de-catequeses-do-papa\/","title":{"rendered":"Vaticano: \u00abPaix\u00e3o pela Evangeliza\u00e7\u00e3o\u00bb \u00e9 centro de novo ciclo de catequeses do Papa"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_audiencia_2021_210901113922.jpeg\"\/><\/p>\n<p><p><em>Francisco iniciou hoje, no Vaticano, uma s\u00e9rie de reflex\u00f5es sobre o \u201czelo apost\u00f3lico\u201d que considerou ser \u201cvital para a Igreja\u201d. Na sua catequese o Papa desafiou os crist\u00e3os a uma &#8220;redescoberta da paix\u00e3o evangelizadora&#8221;, e alertou para\u00a0 perigo do &#8220;proselistismo&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Leia, na \u00edntegra, a catequese do Papa Francisco<\/p>\n<p><strong>Catequeses &#8211; A paix\u00e3o pela evangeliza\u00e7\u00e3o: o zelo apost\u00f3lico do crente.\u00a0<em>O chamamento ao apostolado (Mt 9,9-13)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Estimados irm\u00e3os e irm\u00e3s, bom dia!<\/em><\/p>\n<p>Hoje come\u00e7amos um novo ciclo de catequeses, dedicado a um tema urgente e decisivo para a vida crist\u00e3:\u00a0<em>a paix\u00e3o pela evangeliza\u00e7\u00e3o<\/em>, ou seja, o\u00a0<em>zelo apost\u00f3lico<\/em>. Trata-se de uma dimens\u00e3o vital para a Igreja: com efeito, a comunidade dos disc\u00edpulos de Jesus nasce apost\u00f3lica, nasce mission\u00e1ria, n\u00e3o proselitista e desde o in\u00edcio dever\u00edamos distinguir isto: ser mission\u00e1ria, ser apost\u00f3lica, evangelizar n\u00e3o \u00e9 o mesmo que fazer proselitismo, nada tem a ver uma coisa com a outra. Trata-se de uma dimens\u00e3o vital para a Igreja, a comunidade dos disc\u00edpulos de Jesus nasce apost\u00f3lica e mission\u00e1ria. O Esp\u00edrito Santo plasma-a em sa\u00edda &#8211; a Igreja em sa\u00edda, que sai \u2013 para que n\u00e3o fique fechada em si mesma, mas seja extrovertida, testemunha contagiosa de Jesus &#8211; a f\u00e9 tamb\u00e9m se contagia &#8211; destinada a irradiar a sua luz at\u00e9 aos extremos confins da terra. Contudo, pode acontecer que o ardor apost\u00f3lico, o desejo de alcan\u00e7ar os outros com o bom an\u00fancio do Evangelho, diminua, se torne t\u00edbio. \u00c0s vezes parece eclipsar-se, s\u00e3o crist\u00e3os fechados, n\u00e3o pensam nos outros. \u00a0Mas quando a vida crist\u00e3 perde de vista o horizonte da evangeliza\u00e7\u00e3o, o horizonte do an\u00fancio, adoece: fecha-se em si mesma, torna-se autorreferencial, atrofia-se. Sem zelo apost\u00f3lico, a f\u00e9 esmorece. Ao contr\u00e1rio, a miss\u00e3o \u00e9 o oxig\u00e9nio da vida crist\u00e3: tonifica-a e purifica-a. Ent\u00e3o, empreendamos um caminho \u00e0 redescoberta da paix\u00e3o evangelizadora, come\u00e7ando pelas Escrituras e pelo ensinamento da Igreja, para haurir das fontes o zelo apost\u00f3lico. Depois, abordaremos algumas nascentes vivas, algumas testemunhas que reacenderam na Igreja a paix\u00e3o pelo Evangelho, a fim de que nos ajudem a reavivar o fogo que o Esp\u00edrito Santo quer fazer arder sempre em n\u00f3s.<\/p>\n<p>E hoje, gostaria de iniciar com um epis\u00f3dio evang\u00e9lico de certo modo emblem\u00e1tico, que acab\u00e1mos de ouvir: a chamada do ap\u00f3stolo Mateus, e ele mesmo narra-a no seu Evangelho, no excerto que ouvimos (cf. 9, 9-13).<\/p>\n<p>Tudo come\u00e7a com Jesus, que \u201cv\u00ea\u201d &#8211; diz o texto &#8211; \u00abum homem\u00bb. Poucos viam Mateus como era: conheciam-no como aquele que estava \u00absentado no banco dos impostos\u00bb (v. 9). Com efeito, era cobrador de impostos: ou seja, algu\u00e9m que cobrava os tributos em nome do imp\u00e9rio romano, que ocupava a Palestina. Em s\u00edntese, era um colaboracionista, um traidor do povo. Podemos imaginar o desprezo que o povo sentia por ele: era um \u201cpublicano\u201d, assim se chamava. Mas, aos olhos de Jesus, Mateus \u00e9 um homem, com as suas mis\u00e9rias e a sua grandeza. Estai atentos a isto: Jesus n\u00e3o se det\u00e9m nos adjetivos, Jesus procura sempre o substantivo. \u201cEste \u00e9 um pecador, este \u00e9 um tal pelo qual\u2026\u201d s\u00e3o adjetivos: Jesus vai \u00e0 pessoa, ao cora\u00e7\u00e3o, esta \u00e9 uma pessoa, este \u00e9 um homem, esta \u00e9 uma mulher, Jesus vai \u00e0 subst\u00e2ncia, ao substantivo, nunca ao adjetivo, p\u00f5e de lado os adjetivos. E enquanto entre Mateus e o seu povo h\u00e1 dist\u00e2ncia \u2013 pois eles viam o adjetivo \u201cpublicano\u201d &#8211; Jesus aproxima-se dele, porque\u00a0<em>cada homem\u00a0<\/em>\u00e9 amado por Deus; \u201cAt\u00e9 este desventurado?\u201d. Sim, inclusive este desventurado, ali\u00e1s Ele veio para este desventurado, diz o Evangelho: \u201cVim para os pecadores, n\u00e3o para os justos\u201d. \u00a0Este\u00a0<em>olhar<\/em>\u00a0de Jesus que \u00e9 bel\u00edssimo, que v\u00ea o outro, quem quer que seja, como destinat\u00e1rio de amor, \u00e9 o in\u00edcio da paix\u00e3o evangelizadora. Tudo come\u00e7a a partir deste olhar, que aprendemos com Jesus.<\/p>\n<p>Podemos perguntar-nos: como vemos os outros? Quantas vezes vemos os seus defeitos e n\u00e3o as suas necessidades; quantas vezes etiquetamos as pessoas pelo que fazem ou por aquilo que pensam! At\u00e9 como crist\u00e3os, dizemos: \u00e9 ou n\u00e3o \u00e9 dos nossos? Este n\u00e3o \u00e9 o olhar de Jesus: Ele olha sempre para cada um com miseric\u00f3rdia, ali\u00e1s, com predile\u00e7\u00e3o. E os crist\u00e3os s\u00e3o chamados a fazer como Cristo, olhando como Ele, especialmente para os chamados \u201cdistantes\u201d. Efetivamente, a narra\u00e7\u00e3o da chamada de Mateus conclui-se com Jesus que diz: \u00abN\u00e3o vim chamar os justos, mas os pecadores!\u00bb (v. 13). E se algum de n\u00f3s se sente justo, Jesus permanece distante, Ele aproxima-se dos nossos limites e das nossas mis\u00e9rias, para nos curar.<\/p>\n<p>Portanto, tudo come\u00e7a pelo olhar de Jesus \u201cViu um homem\u201d, Mateus. A isto segue-se &#8211; segunda passagem &#8211;\u00a0<em>um movimento<\/em>. Antes do olhar, Jesus viu, depois a segunda passagem, o movimento. Mateus estava sentado no banco dos impostos; Jesus disse-lhe: \u00abSegue-me!\u00bb. E ele \u00ablevantou-se e seguiu-o\u00bb (v. 9). Observemos que o texto real\u00e7a:\u00a0<em>\u201clevantou-se\u201d<\/em>. Por que \u00e9 t\u00e3o importante este detalhe? Porque naquela \u00e9poca quem estava sentado tinha autoridade sobre os outros, que permaneciam em p\u00e9 diante dele para o ouvir ou, como nesse caso, para pagar os impostos. Em s\u00edntese, quem estava sentado tinha poder. A primeira coisa que Jesus faz \u00e9 separar Mateus do poder: do estar sentado para receber os outros, p\u00f5e-no em movimento rumo aos outros, n\u00e3o recebe, n\u00e3o: vai at\u00e9 aos outros; f\u00e1-lo deixar uma posi\u00e7\u00e3o de supremacia para o colocar no mesmo n\u00edvel dos irm\u00e3os e para lhe abrir\u00a0<em>os horizontes do servi\u00e7o<\/em>. \u00c9 isto que faz, e isto \u00e9 fundamental para os crist\u00e3os: n\u00f3s, disc\u00edpulos de Jesus, n\u00f3s, Igreja, permanecemos sentados \u00e0 espera que as pessoas venham, ou sabemos levantar-nos, p\u00f4r-nos a caminho com os outros, procurar os outros? \u00c9 uma posi\u00e7\u00e3o n\u00e3o crist\u00e3 dizer: \u201cMas, que venham, estou aqui, que venham\u201d. N\u00e3o, vai tu\u00a0 procura-los, d\u00e1 tu o primeiro passo.<\/p>\n<p>Um olhar \u2013 Jesus viu &#8211; , um movimento \u2013 levanta-se &#8211; \u00a0e terceiro,\u00a0<em>uma meta<\/em>. Depois de se levantar e seguir Jesus, para onde ir\u00e1 Mateus? Poder\u00edamos imaginar que, tendo mudado a vida daquele homem, o Mestre o conduziu para novos encontros, novas experi\u00eancias espirituais. N\u00e3o, ou pelo menos n\u00e3o imediatamente. Em primeiro lugar, Jesus vai a sua casa; ali, Mateus prepara-lhe \u00abum grande banquete\u00bb, no qual \u00abparticipa uma grande multid\u00e3o de publicanos\u00bb (<em>Lc\u00a0<\/em>5, 29) isto \u00e9, pessoa como ele. Mateus regressa ao seu ambiente, mas volta mudado e com Jesus. O seu zelo apost\u00f3lico n\u00e3o come\u00e7a num lugar novo, puro, num lugar ideal, distante, mas l\u00e1, come\u00e7a onde vive, com as pessoas que conhece. Eis a mensagem para n\u00f3s: n\u00e3o devemos esperar ser perfeitos e ter percorrido um longo caminho atr\u00e1s de Jesus para dar testemunho d\u2019Ele; o nosso an\u00fancio come\u00e7a hoje, l\u00e1 onde vivemos. E n\u00e3o come\u00e7a procurando convencer os outros, convencer n\u00e3o: mas testemunhando todos os dias a beleza do Amor que olhou para n\u00f3s e nos fez levantar e ser\u00e1 esta beleza, comunicar esta beleza que convencer\u00e1 as pessoas, n\u00e3o comunicar a n\u00f3s, mas o Senhor. Somos aqueles que anunciam o Senhor, n\u00e3o anunciamos a n\u00f3s mesmos, nem anunciamos um partido pol\u00edtico, uma ideologia, n\u00e3o: anunciamos Jesus. \u00c9 preciso p\u00f4r Jesus em contato com as pessoas, sem as convencer, mas deixar que o Senhor conven\u00e7a. Com efeito, como nos ensinou o Papa Bento XVI, \u00aba Igreja n\u00e3o faz proselitismo. Ao contr\u00e1rio, ela desenvolve-se\u00a0<em>por atra\u00e7\u00e3o\u00bb<\/em>\u00a0(<em>Homilia na Missa de Inaugura\u00e7\u00e3o da V Confer\u00eancia Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe<\/em>, Aparecida, 13 de maio de 2007). N\u00e3o esque\u00e7ais isto: quando virdes crist\u00e3os que fazem proselitismo, que fazem uma lista de gente que venha\u2026 estes n\u00e3os s\u00e3o crist\u00e3os, s\u00e3o pag\u00e3os disfar\u00e7ados de crist\u00e3os mas o cora\u00e7\u00e3o \u00e9 pag\u00e3o. A Igreja n\u00e3o cresce por proselitismo, cresce por atra\u00e7\u00e3o. Recordo que certa vez num hospital de Buenos Aires foram embora as religiosas que ali trabalhavam porque eram poucas e n\u00e3o podiam levar em frente o hospital e veio uma comunidade de irm\u00e3s da Coreia e chegaram, pensemos por exemplo numa segunda-feira, n\u00e3o me lembro o dia. Tomaram posse da casa das religiosas do hospital e na ter\u00e7a-feira desceram para visitar os doentes, mas n\u00e3o falavam uma palavra em espanhol, falavam apenas o coreano e os doentes estavam felizes, pois comentavam: \u201c\u00d3timas estas religiosas, boas, excelentes\u201d \u2013 Mas o que te disse a irm\u00e3? \u201cNada, mas com o olhar falou-me, comunicou-me Jesus\u201d. N\u00e3o comuniquemos a n\u00f3s mesmos, mas com o olhar, com os gestos, comuniquemos Jesus. Esta \u00e9 a atra\u00e7\u00e3o, o contr\u00e1rio do proselitismo.<\/p>\n<p>Este testemunho atraente, este testemunho jubiloso \u00e9 a meta para a qual Jesus nos conduz com o seu olhar de amor e com o movimento em sa\u00edda que o seu Esp\u00edrito suscita no cora\u00e7\u00e3o. E podemos pensar se o nosso olhar se assemelha ao de Jesus para atrair as pessoas, para aproximar \u00e0 Igreja. Pensemos nisto.<\/p>\n<p>Imagem: Vatican Media<\/p>\n<p>Educris|11.01.2023<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Francisco iniciou hoje, no Vaticano, uma s\u00e9rie de reflex\u00f5es sobre o \u201czelo apost\u00f3lico\u201d que considerou ser \u201cvital para a Igreja\u201d. 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