{"id":1465156131,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/13043-solenidade-de-pentecostes-nos-e-o-espirito-santo"},"modified":"2025-11-07T16:34:00","modified_gmt":"2025-11-07T16:34:00","slug":"solenidade-de-pentecostes-nos-e-o-espirito-santo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/solenidade-de-pentecostes-nos-e-o-espirito-santo\/","title":{"rendered":"Solenidade de Pentecostes: \u00abN\u00f3s e o Esp\u00edrito Santo\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031_160503044443.jpg\" \/><\/p>\n<p><p data-adtags-visited=\"true\">At 2,1-11; Sl 104; 1 Cor 12,3b-7.12-13; Jo 20,19-23<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">1. O Evangelho da Solenidade deste Dia Grande de Pentecostes (Jo\u00e3o 20,19-23) mostra-nos os disc\u00edpulos de Jesus fechados num lugar, por medo dos judeus. O Ressuscitado, vida nova e modo novo de estar presente, que nada nem ningu\u00e9m pode reter ou impedir de entrar ou de sair, nem as portas fechadas daquele lugar fechado, Vem em plena liberdade e fica de p\u00e9 no MEIO deles, o lugar da Presid\u00eancia, e por duas vezes lhes diz: \u00abA paz convosco!\u00bb,\u00a0<em>Shal\u00f4m<\/em>. N\u00e3o se trata de um aug\u00fario, mas de um Dom! Mostra-lhes, n\u00e3o o rosto, mas as m\u00e3os e o lado, bilhete de identidade de Jesus, sinais que identificam o Ressuscitado com o Crucificado, Vida recebida e dada por amor, para sempre e para todos, e vincula os seus disc\u00edpulos \u00e0 sua miss\u00e3o de receber e dar a vida por amor: \u00ab<em>Como<\/em>\u00a0o Pai me enviou (<em>ap\u00e9stalken<\/em>: perf. de\u00a0<em>apost\u00e9ll\u00f4<\/em>), tamb\u00e9m Eu vos mando ir (<em>p\u00e9mp\u00f4<\/em>)\u00bb. O envio d\u2019Ele est\u00e1 no tempo perfeito (\u00e9 para sempre): a sua miss\u00e3o come\u00e7ou e continua. N\u00e3o terminou nem termina. Ele continua em miss\u00e3o. A nossa miss\u00e3o est\u00e1 no presente. O presente da nossa miss\u00e3o aparece, portanto, vinculado e agrafado \u00e0 miss\u00e3o de Jesus, e n\u00e3o faz sentido sem ela e sem Ele. N\u00f3s implicados e imbricados n\u2019Ele e na miss\u00e3o d\u2019Ele, sabendo n\u00f3s que Ele est\u00e1 connosco todos os dias (cf. Mateus 28,20). \u00ab<em>Como<\/em>\u00a0o Pai me enviou, tamb\u00e9m Eu vos mando ir\u00bb. Este\u00a0<em>como<\/em>\u00a0define o estilo da nossa miss\u00e3o de acordo com o estilo e a miss\u00e3o de Jesus. \u00c9-nos dito ainda que os disc\u00edpulos ficaram cheios de alegria (o medo foi dissipado) ao\u00a0<em>verem<\/em>\u00a0(<em>id\u00f3ntes<\/em>: part. aor<sup>2\u00a0<\/sup>de\u00a0<em>hor\u00e1\u00f4<\/em>) o Senhor. Tal como o Outro Disc\u00edpulo, tamb\u00e9m eles v\u00eam com um olhar hist\u00f3rico (tempo aoristo) a\u00a0<em>identidade<\/em>\u00a0do Senhor. O sopro de Jesus sobre eles \u00e9 o sopro criador (<em>emphys\u00e1\u00f4<\/em>), com o Esp\u00edrito Santo, para a miss\u00e3o fr\u00e1gil-forte do Perd\u00e3o, Jubileu Divino do Esp\u00edrito. Este sopro, este vento, este alento, s\u00f3 aparece neste lugar em todo o Novo Testamento! Mas n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil construir uma bela ponte para G\u00e9nesis 2,7, para o sopro ou alento (<em>naphah<\/em>\u00a0TM \/\u00a0<em>emphys\u00e1\u00f4<\/em>\u00a0LXX) criador de Deus no rosto do homem.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">2. \u00abRecebei o Esp\u00edrito Santo\u00bb (Jo\u00e3o 20,22). \u00c9 o Esp\u00edrito Santo que nos faz \u00abfilhos de Deus\u00bb, \u00abfilhos no Filho\u00bb, irm\u00e3os de Jesus e seus contempor\u00e2neos, e impede que sejamos catalogados, como reza a hist\u00f3ria emp\u00edrica, em simples continuadores de Jesus.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">3. O texto luminoso do Livro dos Atos dos Ap\u00f3stolos 2,1-11 mostra-nos o vento impetuoso do Esp\u00edrito a recriar e renovar a nossa face e a face da terra, em duas vagas sucessivas: primeiro, no cen\u00e1culo, onde est\u00e1vamos todos reunidos (vv. 1-4); depois na rua, onde est\u00e1 a multid\u00e3o das gentes oriundas do mundo inteiro (vv. 5-11). Num e noutro lugar, em toda a parte, o vento impetuoso do Esp\u00edrito varre as teias de aranha que ainda nos tolhem, e purifica os nossos cora\u00e7\u00f5es com o seu fogo ardente. O Esp\u00edrito, irrompendo em l\u00ednguas como de fogo, n\u00e3o poisa (!), mas\u00a0<em>senta-se<\/em>\u00a0(verbo grego\u00a0<em>kath\u00edz\u00f4<\/em>) \u2013 bela e significativa express\u00e3o! \u2013 sobre n\u00f3s (v. 3), Mestre novo dos tempos novos, que viria para orientar e guiar a nossa vida, como Jesus tinha prometido e anunciado, por cinco vezes, no Evangelho de Jo\u00e3o: 14,15-17; 14,25-26; 15,26; 16,7; 16,13-15. Verifica\u00e7\u00e3o: eis-nos a falar outras l\u00ednguas, d\u00e1diva do Esp\u00edrito! Milagre: cessam incompreens\u00f5es, divis\u00f5es, invejas, ci\u00fames, \u00f3dios e indiferen\u00e7as, e nasce um mundo novo de comunh\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o plenas, pois todos nos entendemos t\u00e3o bem como se se tratasse da nossa l\u00edngua materna no seu sentido mais puro, da palavra antes das palavras, divina e humana lala\u00e7\u00e3o, aquele balbuciar, repetindo sons, entre a m\u00e3e e o seu beb\u00e9. Chame-se-lhe confian\u00e7a, intimidade, ternura, amor. Imp\u00f5e-se, nesta bela comunidade, uma atitude de vigil\u00e2ncia permanente, pois ser\u00e1 sempre grande a tenta\u00e7\u00e3o de querer levar o Esp\u00edrito \u00e0 letra! E a\u00ed est\u00e1 a advert\u00eancia vinda dos Cor\u00edntios, cujo falar em l\u00ednguas ningu\u00e9m entende (1 Cor\u00edntios 14,2), sendo preciso o recurso a int\u00e9rpretes (1 Cor\u00edntios 14,28). Todos considerar\u00edamos um absurdo a exist\u00eancia de um int\u00e9rprete entre a m\u00e3e e o seu beb\u00e9 para traduzir aquela lala\u00e7\u00e3o que os dois t\u00e3o bem entendem!<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">4. \u00c9 esta divina lala\u00e7\u00e3o (<em>stenagm\u00f2s\u00a0<\/em><em>al\u00e1l\u00eatos<\/em>) (Romanos 8,26) \u2013 \u00fanica vez no Novo Testamento \u2013, do Esp\u00edrito que nos ensina a compreender que \u00abJesus \u00e9 Senhor\u00bb (1 Cor\u00edntios 12,3), e que Deus \u00e9 Pai (<em>?<\/em><em>Abba<\/em><em>?<\/em>) (G\u00e1latas 4,6; Romanos 8,15). Anote-se tamb\u00e9m a importante afirma\u00e7\u00e3o de que \u00aba cada um \u00e9 dada a manifesta\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito para proveito comum\u00bb (1 Cor\u00edntios 12,7), e \u00abn\u00e3o para proveito pr\u00f3prio\u00bb (1 Cor\u00edntios 10,33), sendo que o que define o proveito comum \u00e9 a edifica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o de si mesmo, mas dos outros (1 Cor\u00edntios 10,23-24).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">5. A tradi\u00e7\u00e3o situa no Cen\u00e1culo e \u00e0 sua volta, em frequ\u00eancias cada vez mais alargadas, as duas cenas acima descritas (Jo 20,19-23 e At 2,1-11). \u00c9 a sala da Ceia Primeira, do \u00faltimo ser\u00e3o de Jesus com os seus disc\u00edpulos (Lc 22,21-38), da Apari\u00e7\u00e3o do Senhor aos seus Ap\u00f3stolos (Lc 24,36), da elei\u00e7\u00e3o de Matias (At 1,26), da descida do Esp\u00edrito Santo no Pentecostes (At 2,1-4), enfim, o primeiro lugar de encontro da primeira comunidade crist\u00e3 reunida em ora\u00e7\u00e3o com Maria (At 1,13-14), a primeira sede da Igreja nascente, a m\u00e3e de todas as Igrejas, a primeira\u00a0<em>domus-ecclesia<\/em>\u00a0[\u00abcasa-igreja\u00bb] do mundo, situada uns duzentos metros a sul da muralha de Jerusal\u00e9m, em local muito pr\u00f3ximo da Porta de Si\u00e3o. O atual edif\u00edcio remonta ao trabalho dos Padres Franciscanos no s\u00e9culo XIV, e sucedeu a outras constru\u00e7\u00f5es sucessivamente edificadas e destru\u00eddas, desde a bas\u00edlica de Santa Si\u00e3o [<em>Hag\u00eda Sion<\/em>], do s\u00e9culo IV. Sintomaticamente, por se encontrar no quarteir\u00e3o sul de Jerusal\u00e9m, o primitivo Cen\u00e1culo resistiu \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o romana da guerra de 70, pois os romanos atacaram e destru\u00edram a cidade a partir da parte norte, mais facilmente expugn\u00e1vel.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">6. Associada \u00e0s cenas acima identificadas, a sala superior do Cen\u00e1culo [15,30 metros por 9,40 metros] assemelha-se ao Sinai com os fen\u00f3menos ent\u00e3o l\u00e1 registados. Veja-se, a prop\u00f3sito, a bela descri\u00e7\u00e3o que deles faz F\u00edlon de Alexandria (\u00b1 20 a.C.-50 d.C.): \u00abDeus n\u00e3o tinha boca ou l\u00edngua, mas, com um prod\u00edgio, fez que um rombo se produzisse no ar, que um sopro se articulasse em palavras pondo o ar em movimento. Este transformou-se em fogo que tinha forma de chamas [\u2026], e uma voz ressoava do meio do fogo e descia do c\u00e9u, e esta voz articulava-se no idioma pr\u00f3prio dos ouvintes\u00bb. Mas tamb\u00e9m Babel \u00e9 evocada em contraponto: em G\u00e9nesis 11,7, \u00abningu\u00e9m compreendia mais a l\u00edngua do seu pr\u00f3ximo\u00bb, mas em Atos 2,6, \u00abcada um compreendia na sua pr\u00f3pria l\u00edngua materna\u00bb.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">7. O Esp\u00edrito Santo \u00e9 tamb\u00e9m enviado em miss\u00e3o. E \u00e9 Aquele que recebe o que \u00e9 do Filho (Jo\u00e3o 16,14 e 15), e que o Filho recebeu do Pai. O Filho \u00e9 a transpar\u00eancia do Pai. O Esp\u00edrito Santo \u00e9 a transpar\u00eancia do Filho. O ensinamento do Esp\u00edrito Santo \u00e9 o mesmo que Jesus fez e que recebeu do Pai, mas vem depois do de Jesus (Jo\u00e3o 14,26), e processa-se, ao contr\u00e1rio do de Jesus, n\u00e3o com palavras sens\u00edveis que tocam os \u00f3rg\u00e3os da audi\u00e7\u00e3o de um p\u00fablico determinado, mas na interioridade da intelig\u00eancia e do cora\u00e7\u00e3o de cada ser humano. Este ensinamento interior do Esp\u00edrito Santo \u00e9 comparado \u00e0 un\u00e7\u00e3o de \u00f3leo (<em>chr\u00edsma<\/em>) que penetra lentamente, como diz o Ap\u00f3stolo: \u00abV\u00f3s recebestes a un\u00e7\u00e3o (<em>chr\u00edsma<\/em>) que vem do Santo e todos sabeis (<em>o\u00eddate<\/em>)\u00bb (1 Jo\u00e3o 2,20); ou ent\u00e3o: \u00aba un\u00e7\u00e3o (<em>chr\u00edsma<\/em>) dele vos ensina (<em>did\u00e1skei<\/em>) acerca de todas as coisas\u00bb (1 Jo\u00e3o 2,27). \u00c9 a un\u00e7\u00e3o que lentamente penetra em n\u00f3s, ocupa o nosso interior, suaviza as nossas asperezas, cura as nossas dores e faz nascer entre n\u00f3s comunidade e comunh\u00e3o. Maravilhoso saber que nos assemelha a Deus, que sabe de n\u00f3s (\u00caxodo 2,25), e nos p\u00f5e em confronto com Caim, que n\u00e3o sabe do seu irm\u00e3o (G\u00e9nesis 4,9), e com Pedro, que n\u00e3o sabe de Jesus (Mateus 26,70.72.74).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">8. Ensinamento novo. N\u00e3o exterior, com sons e palavras, mas diretamente nas pregas da intelig\u00eancia e do cora\u00e7\u00e3o. \u00c9 assim que a linguagem nova do Esp\u00edrito afeta ao mesmo tempo o portugu\u00eas e o chin\u00eas, o ingl\u00eas e o russo, o cat\u00f3lico, o mu\u00e7ulmano e o hebreu. \u00c9 como quando, em vez de se porem a falar cada um a sua l\u00edngua incompreens\u00edvel para o outro, o portugu\u00eas e o chin\u00eas entregassem uma flor um ao outro! \u00c9 assim que fala o Esp\u00edrito, \u00e9 assim que age o Esp\u00edrito, Pessoa-Dom, fonte de dons (1 Cor\u00edntios 12,3-13).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">9. Escrevendo aos Romanos (8,9-13) e a n\u00f3s, S. Paulo adverte-nos que n\u00e3o \u00e9 \u00abna carne\u00bb (<em>en sark\u00ed<\/em>), mas \u00abno Esp\u00edrito\u00bb (<em>en pne\u00famati<\/em>), que devemos viver. E ele insiste em dizer como \u00e9 importante Cristo estar \u00abem v\u00f3s\u00bb (<em>en hym\u00een<\/em>), e o Esp\u00edrito, Aquele que ressuscitou Jesus dos mortos, habitar (<em>oik\u00e9\u00f4<\/em>) \u00abem v\u00f3s\u00bb (<em>en hym\u00een<\/em>). A carne tem a ver com o curr\u00edculo, o\u00a0<em>status<\/em>, a import\u00e2ncia, a gan\u00e2ncia\u2026 Para nossa instru\u00e7\u00e3o e mapa de vida, podemos sempre socorrer-nos do vasto elenco, sempre atualizado, das \u00abobras da carne\u00bb, que S. Paulo faz na Carta aos G\u00e1latas: \u00abS\u00e3o manifestas as obras da carne, que s\u00e3o: fornica\u00e7\u00e3o, impureza, devassid\u00e3o, idolatria, magia, inimizades, rixa, ci\u00fame, iras, ambi\u00e7\u00f5es, dissens\u00f5es, divis\u00f5es, invejas, bebedeiras, orgias, e coisas semelhantes a estas, sobre as quais vos previno, como j\u00e1 preveni, que os que tais coisas fizerem n\u00e3o herdar\u00e3o o Reino de Deus\u00bb (G\u00e1latas 5,19-21). E podemos tamb\u00e9m ver o confronto que ele faz com os \u00abfrutos do Esp\u00edrito\u00bb, que s\u00e3o: \u00abamor, alegria, paz, paci\u00eancia, benevol\u00eancia, bondade, fidelidade, mansid\u00e3o, autodom\u00ednio\u00bb (G\u00e1latas 5,22-23).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">10. O Salmo 104 p\u00f5e-nos a contemplar hoje as obras maravilhosas de Deus, cheias do seu alento, que s\u00e3o a alegria de Deus (Salmo 104,31), e a alegria de Deus \u00e9 a nossa alegria (Salmo 104,34). \u00abA alegria de Deus \u00e9 a nossa for\u00e7a\u00bb (Neemias 8,10). De notar que a tem\u00e1tica de Deus que se alegra \u00e9 muito rara na Escritura. Aparece hoje no meio deste mundo novo e maravilhoso. Tema, portanto, para recuperar, pois \u00e9 tamb\u00e9m a fonte da nossa alegria!<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">11. O Esp\u00edrito Santo \u00e9 o \u00abprotagonista da evangeliza\u00e7\u00e3o\u00bb (S. Paulo VI,\u00a0<em>Evangelii nuntiandi<\/em>\u00a0[1975], n.\u00ba 75) ou \u00abda miss\u00e3o\u00bb (S. Jo\u00e3o Paulo II,\u00a0<em>Redemptoris missio<\/em>\u00a0[1990], n.\u00ba 21). E n\u00f3s somos do tempo da miss\u00e3o do Esp\u00edrito, Aquele que vem para n\u00f3s da humanidade glorificada do Filho de Deus e de Maria, Jesus. Note-se a fort\u00edssima e ousada vincula\u00e7\u00e3o: \u00abN\u00f3s somos testemunhas destas coisas, n\u00f3s e o Esp\u00edrito Santo\u00bb (Atos 5,32); \u00abPareceu bem ao Esp\u00edrito Santo e a n\u00f3s\u00bb (Atos 15,28).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">12. Deus habitando em n\u00f3s (Jo\u00e3o 14,24). Deus connosco (Apocalipse 21). Cidade nova, Consola\u00e7\u00e3o nova, B\u00ean\u00e7\u00e3o nova, Paz nova, n\u00e3o com a medida do mundo, mas de Deus (Jo\u00e3o 14,27; Salmo 67).<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>At 2,1-11; Sl 104; 1 Cor 12,3b-7.12-13; Jo 20,19-23 1. 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