{"id":1472247386,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/326-vaticano\/12095-audiencia-geral-contemplemos-a-cruz-para-que-nasca-em-nos-a-esperanca"},"modified":"2025-11-07T16:34:44","modified_gmt":"2025-11-07T16:34:44","slug":"audiencia-geral-contemplemos-a-cruz-para-que-nasca-em-nos-a-esperanca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/audiencia-geral-contemplemos-a-cruz-para-que-nasca-em-nos-a-esperanca\/","title":{"rendered":"Audi\u00eancia-geral: \u00abContemplemos a Cruz para que nas\u00e7a em n\u00f3s a esperan\u00e7a\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_audiencia_8_190501110505.jpg\" \/><\/p>\n<p><p><em>Em plena semana santa, e antes do Tr\u00edduo Pascal, o papa Francisco desafiou os crentes a pensar &#8220;onde est\u00e1 a tua esperan\u00e7a&#8221; e convidou os fi\u00e9is a olhar para a Cruz como fonte de esperan\u00e7a<\/em><\/p>\n<p>Leia,na \u00edntegra, a catequese do Santo Padre<\/p>\n<p>Estimados irm\u00e3os e irm\u00e3s, bom dia!<\/p>\n<p>No domingo passado a Liturgia fez-nos ouvir a Paix\u00e3o do Senhor. Ela termina com as seguintes palavras: \u00abSelaram a pedra\u00bb (<em>Mt<\/em>\u00a027, 66). Tudo parece ter acabado. Para os disc\u00edpulos de Jesus, aquela pedra marca\u00a0<em>o fim da esperan\u00e7a<\/em>. O Mestre foi crucificado, morto da maneira mais cruel e humilhante, pendurado num pat\u00edbulo infame fora da cidade: um fracasso p\u00fablico, o pior final poss\u00edvel \u2013 naquela \u00e9poca era o pior. Pois bem, aquele des\u00e2nimo que oprimia os disc\u00edpulos n\u00e3o nos \u00e9 totalmente estranho hoje. Tamb\u00e9m em n\u00f3s se adensam pensamentos obscuros e sentimentos de frustra\u00e7\u00e3o: por que tanta indiferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a Deus? Isto \u00e9 curioso: por que tanta indiferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a Deus? Por que tanto mal no mundo? Mas, reparai, h\u00e1 o mal no mundo! Por que as desigualdades continuam a aumentar e n\u00e3o chega a paz t\u00e3o almejada? Por que somos apegados assim \u00e0 guerra, a fazer mal uns aos outros? E, no cora\u00e7\u00e3o de cada um, quantas expetativas esvaecidas, quantas desilus\u00f5es! E ainda aquela sensa\u00e7\u00e3o de que os tempos passados eram melhores e de que no mundo, talvez at\u00e9 na Igreja, as coisas n\u00e3o s\u00e3o como outrora&#8230; Em s\u00edntese, at\u00e9 hoje a esperan\u00e7a parece \u00e0s vezes selada sob a pedra da desconfian\u00e7a. Convido cada um de v\u00f3s a pensar nisto: onde est\u00e1 a tua esperan\u00e7a? Tu tens uma esperan\u00e7a viva ou selaste-a ali, ou puseste-a na gaveta como uma lembran\u00e7a? Mas a tua esperan\u00e7a impele-te a caminhar ou \u00e9 uma recorda\u00e7\u00e3o rom\u00e2ntica como se fosse algo que n\u00e3o existe? Onde est\u00e1 a tua esperan\u00e7a hoje?<\/p>\n<p>Na mente dos disc\u00edpulos permanecia fixa uma imagem:\u00a0<em>a cruz<\/em>. E ali acabou tudo. Ali estava concentrado o fim de tudo. Mas pouco tempo depois descobririam na pr\u00f3pria cruz um novo in\u00edcio. Prezados irm\u00e3os e irm\u00e3s, \u00e9 assim que a esperan\u00e7a de Deus germina, nasce e renasce nos buracos negros das nossas expetativas desiludidas; e ela, a esperan\u00e7a verdadeira, ao contr\u00e1rio, nunca desilude! Pensemos precisamente na cruz: do mais terr\u00edvel instrumento de tortura, Deus obteve o maior sinal do amor. Aquele madeiro de morte, transformado em \u00e1rvore de vida, lembra-nos que os in\u00edcios de Deus come\u00e7am muitas vezes a partir dos nossos fins: \u00e9 assim que Ele gosta de fazer maravilhas. Ent\u00e3o, hoje\u00a0<em>olhemos para a \u00e1rvore da cruz, para que em n\u00f3s brote a esperan\u00e7a:<\/em>\u00a0aquela virtude di\u00e1ria, aquela virtude silenciosa, humilde, mas aquela virtude que nos mant\u00e9m em p\u00e9, que nos ajuda a ir em frente. Sem esperan\u00e7a n\u00e3o se pode viver. Pensemos: onde est\u00e1 a minha esperan\u00e7a? Hoje,\u00a0<em>olhemos para a \u00e1rvore da cruz para que germine em n\u00f3s a esperan\u00e7a:\u00a0<\/em>para sermos curados da tristeza \u2013 mas, quanta gente triste&#8230; A mim, quando podia ir pelas ruas, agora n\u00e3o posso porque n\u00e3o me deixam, mas quando eu podia ir pelas ruas na outra Diocese, gostava de ver o olhar das pessoas. Quantos olhares tristes! Gente triste, gente que falava consigo mesma, que caminhava s\u00f3 com o telem\u00f3vel, mas sem paz, sem esperan\u00e7a. E onde est\u00e1 a tua esperan\u00e7a hoje? \u00c9 necess\u00e1ria um pouco de esperan\u00e7a para sarar da tristeza \u00a0de que adoecemos, para sarar da amargura com que polu\u00edmos a Igreja e o mundo. Irm\u00e3os e irm\u00e3s, olhemos para o Crucifixo. E o que vemos? Vemos\u00a0<em>Jesus nu, Jesus despojado, Jesus ferido, Jesus atormentado<\/em>. \u00c9 o fim de tudo? Ali est\u00e1 a nossa esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o vejamos como nestes dois aspetos a esperan\u00e7a, que parece morrer, renasce. Em primeiro lugar, vejamos Jesus\u00a0<em>despojado:<\/em>\u00a0com efeito, \u00abdepois de o terem crucificado, dividiram as suas vestes entre si, lan\u00e7ando a sorte\u00bb (v. 35). Deus despojado: Aquele que tem tudo deixa-se privar de tudo. Mas aquela humilha\u00e7\u00e3o \u00e9 o caminho para a reden\u00e7\u00e3o. \u00c9 assim que Deus vence as nossas apar\u00eancias. Com efeito, n\u00f3s temos dificuldade em despojar-nos, em fazer a verdade: procuramos cobrir sempre as verdades porque n\u00e3o nos agradam; revestimo-nos de exterioridade, que procuramos e cuidamos, de m\u00e1scaras para nos disfar\u00e7armos e nos mostrarmos melhores do que somos. \u00c9 um pouco o h\u00e1bito da maquiagem: maquiagem interior, parecer melhor do que os outros&#8230; Pensamos que o importante \u00e9 ostentar, parecer, de tal modo que os outros falem bem de n\u00f3s. E adornamo-nos de apar\u00eancias, adornamo-nos\u00a0 de apar\u00eancias, de coisas sup\u00e9rfluas; mas assim n\u00e3o encontramos a paz. Depois a maquiagem vai embora e tu olhas para o espelho com o rosto feio que tens, mas verdadeiro, aquele que Deus ama, n\u00e3o aquele \u201cmaquiado\u201d. Jesus despojado de tudo lembra-nos que a esperan\u00e7a renasce fazendo a verdade sobre n\u00f3s \u2013 dizer a verdade a si mesmo \u2013 \u00a0abandonando as ambiguidades, libertando-nos da conviv\u00eancia pac\u00edfica com as nossas falsidades. \u00c0s vezes, habituamo-nos de tal modo a dizer-nos falsidades que convivemos com as falsidades como se fossem verdades e acabamos envenenados pelas nossas falsidades. Isto \u00e9 necess\u00e1rio: regressar ao cora\u00e7\u00e3o, ao essencial, a uma vida simples, despojada de tantas coisas in\u00fateis, que s\u00e3o suced\u00e2neos de esperan\u00e7a. Hoje, quando tudo \u00e9 complexo e corremos o risco de perder o fio da meada, temos necessidade de simplicidade, de redescobrir o valor da sobriedade, o valor da ren\u00fancia, de limpar o que polui o cora\u00e7\u00e3o e deixa triste. Cada um de n\u00f3s pode pensar em algo in\u00fatil de que se pode livrar para se reencontrar. Imagina, quantas coisas in\u00fateis. Aqui, h\u00e1 quinze dias, em Santa Marta, onde moro \u2013 que \u00e9 um hotel para muitas pessoas \u2013 surgiram vozes de que nesta Semana Santa seria bom olhar para o arm\u00e1rio e despojar-se, mandar embora as coisas que temos, que n\u00e3o usamos&#8230; n\u00e3o imaginais a quantidade de coisas! \u00c9 bom despojar-se das coisas in\u00fateis. E tudo foi levado aos pobres, \u00e0s pessoas que necessitam. Tamb\u00e9m n\u00f3s, temos muitas coisas in\u00fateis dentro do cora\u00e7\u00e3o \u2013 e tamb\u00e9m fora. Olhai para o vosso arm\u00e1rio: olhai para ele. Isto \u00e9 \u00fatil, isto \u00e9 in\u00fatil&#8230; e fazei limpeza. Olhai para o arm\u00e1rio da alma: quantas coisas in\u00fateis tens, quantas ilus\u00f5es est\u00fapidas. Voltemos \u00e0 simplicidade, \u00e0s coisas verdadeiras, que n\u00e3o precisam de maquiagem. Eis um bom exerc\u00edcio!<\/p>\n<p>Demos uma segunda vista de olhos ao Crucifixo e vejamos\u00a0<em>Jesus ferido<\/em>. A cruz mostra os pregos que lhe furam as m\u00e3os e os p\u00e9s, o lado aberto. Mas \u00e0s feridas do corpo acrescentam-se as da alma: mas quanta ang\u00fastia! Jesus est\u00e1 sozinho: tra\u00eddo, entregue e renegado pelos seus, pelos seus amigos, inclusive pelos seus disc\u00edpulos, condenado pelo poder religioso e civil, excomungado, Jesus experimenta at\u00e9 o abandono de Deus (cf. v. 46). Na cruz aparece tamb\u00e9m o motivo da condena\u00e7\u00e3o: \u00abEste \u00e9 Jesus, o rei dos judeus\u00bb (v. 37). \u00c9 um esc\u00e1rnio: Ele, que fugira quando procuraram faz\u00ea-lo rei (cf.\u00a0<em>Jo<\/em>\u00a06, 15), \u00e9 condenado por se ter feito rei; embora n\u00e3o tenha cometido crime algum, \u00e9 colocado entre dois malfeitores e a Ele preferem o violento Barrab\u00e1s (cf.\u00a0<em>Mt<\/em>\u00a027, 15-21). Em s\u00edntese, Jesus est\u00e1 ferido no corpo e na alma. Pergunto-me: de que modo isto ajuda a nossa esperan\u00e7a? Assim, Jesus nu, privado de tudo, de tudo: o que diz isto \u00e0 minha esperan\u00e7a, como me ajuda?<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00f3s estamos feridos: quem n\u00e3o o est\u00e1 na vida? E muitas vezes com feridas escondidas que ocultamos pela vergonha. Quem n\u00e3o carrega as cicatrizes de escolhas passadas, de incompreens\u00f5es, de dores que permanecem dentro e s\u00e3o dif\u00edceis de superar? Mas tamb\u00e9m de injusti\u00e7as sofridas, de palavras cortantes, de ju\u00edzos inclementes? Deus n\u00e3o esconde aos nossos olhos as feridas que lhe trespassaram o corpo e a alma. Mostra-as para nos indicar que na P\u00e1scoa se pode abrir uma nova passagem: fazer das pr\u00f3prias feridas\u00a0<em>furos de luz<\/em>. \u201cMas, Santidade, n\u00e3o exagere\u201d, algu\u00e9m pode dizer-me. N\u00e3o. \u00c9 verdade: tenta; tenta. Tenta faz\u00ea-lo. Pensa nas tuas feridas, aquelas que s\u00f3 tu sabes, que cada um tem escondidas no cora\u00e7\u00e3o. E olha para o Senhor. E ver\u00e1s, ver\u00e1s como daquelas feridas saem furos de luz. Jesus na cruz n\u00e3o recrimina, ama. Ama e perdoa quantos o ferem (cf.\u00a0<em>Lc<\/em>\u00a023, 34). Assim converte o mal em bem, assim converte e transforma a dor em amor.<\/p>\n<p>Irm\u00e3os e irm\u00e3s, a quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 ser ferido pouco ou muito pela vida, o ponto \u00e9 o que fazer das minhas feridas. As pequeninas, as grandes, aquelas que deixar\u00e3o um sinal no meu corpo, na minha alma sempre. O que fa\u00e7o com as minhas feridas? O que fazes tu e tu com as tuas feridas? \u201cN\u00e3o, Padre, n\u00e3o tenho feridas\u201d \u2013 \u201cEst\u00e1 atento, pensa duas vezes antes de dizer isto\u201d. E pergunto-te: o que fazes com as tuas feridas, aquelas que s\u00f3 tu sabes? Podes deix\u00e1-las infetar no rancor, na tristeza, ou posso uni-las \u00e0s de Jesus, a fim de que tamb\u00e9m as minhas chagas se tornem luminosas. Pensai em quantos jovens n\u00e3o toleram as pr\u00f3prias feridas e procuram no suic\u00eddio uma via de salva\u00e7\u00e3o: hoje, nas nossas cidades, muitos, muitos jovens que n\u00e3o veem uma maneira de sair, que n\u00e3o t\u00eam esperan\u00e7a e preferem ir al\u00e9m com a droga, com o esquecimento&#8230; pobrezinhos. Pensai neles. E tu, qual \u00e9 a tua droga, para cobrir as feridas? As nossas feridas podem tornar-se fontes de esperan\u00e7a quando, em vez de nos comiserarmos ou de as esconder, enxugamos as l\u00e1grimas dos outros; quando, em vez de ter ressentimento pelo que nos \u00e9 tirado, cuidamos do que falta aos outros; quando, em vez de nos inquietarmos, nos debru\u00e7amos sobre quantos sofrem; quando, em vez de ter sede de amor por n\u00f3s pr\u00f3prios, saciamos a sede de quem precisa de n\u00f3s. Pois s\u00f3 nos reencontraremos, se deixarmos de pensar em n\u00f3s mesmos. Mas se continuarmos a pensar em n\u00f3s mesmos j\u00e1 n\u00e3o nos encontraremos. E \u00e9 agindo assim &#8211; diz a Escritura &#8211; que a nossa ferida em breve cicatrizar\u00e1 (cf.\u00a0<em>Is<\/em>\u00a058, 8), e a esperan\u00e7a voltar\u00e1 a florescer. Pensai: o que posso fazer pelos outros? Estou ferido, estou ferido de pecado, estou ferido de hist\u00f3ria, cada um tem a pr\u00f3pria ferida. O que fa\u00e7o: lambo as minhas feridas assim, a vida inteira? Ou olho para as feridas dos outros e vou com a experi\u00eancia ferida da minha vida, curar, ajudar os outros? Este \u00e9 o desafio de hoje, para todos v\u00f3s, para cada um de v\u00f3s, para cada um de n\u00f3s. Que o Senhor nos ajude a ir em frente.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o Educris a partir do <a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/content\/francesco\/it\/audiences\/2023\/documents\/20230405-udienza-generale.html\" target=\"_blank\">original em Italiano<\/a><\/p>\n<p>Imagem: Vatican Media<\/p>\n<p>05.04.2023<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em plena semana santa, e antes do Tr\u00edduo Pascal, o papa Francisco desafiou os crentes a pensar &#8220;onde est\u00e1 a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4294987790,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[64],"class_list":["post-1472247386","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-vaticano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1472247386","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1472247386"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1472247386\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294996067,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1472247386\/revisions\/4294996067"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4294987790"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1472247386"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1472247386"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1472247386"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}