{"id":1525234333,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/7167-xvii-domingo-do-tempo-comum-vai-vende-da-vem-e-segue-me"},"modified":"2025-11-07T16:33:05","modified_gmt":"2025-11-07T16:33:05","slug":"xvii-domingo-do-tempo-comum-vai-vende-da-vem-e-segue-me","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/xvii-domingo-do-tempo-comum-vai-vende-da-vem-e-segue-me\/","title":{"rendered":"XVII Domingo do Tempo Comum: \u00abVai, vende, d\u00e1, vem e Segue-me!\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031_160503044443.jpg\" \/><\/p>\n<p><p>1. Pelo terceiro Domingo consecutivo, a Igreja Una e Santa escuta com amor, da boca do Senhor Jesus, as bel\u00edssimas par\u00e1bolas do Reino dos C\u00e9us, guardadas em Mateus 13. Neste Domingo XVII, \u00e9-nos dado, por gra\u00e7a, escutar nos nossos ouvidos (cf. Mateus 13,43) o final do \u00abDiscurso das Par\u00e1bolas do Reino\u00bb (Mateus 13,44-52), em que nos oferecida uma nova trilogia de par\u00e1bolas significativas: a par\u00e1bola do tesouro escondido no campo (Mateus 13,44), a par\u00e1bola da p\u00e9rola (Mateus 13,45-46) e a par\u00e1bola da rede (Mateus 13,47-50).<\/p>\n<p>2. As duas primeiras pequeninas par\u00e1bolas desta trilogia, a do tesouro escondido no campo e a da p\u00e9rola precios\u00edssima, constituem dois fort\u00edssimos acenos a deixar tudo por amor, para, por um amor maior, seguir Jesus, que \u00e9 o Reino-de-Deus em Pessoa, a\u00a0<em>Autobasile\u00eda<\/em>, no dizer certeiro e contundente de Or\u00edgenes (185-254). A tessitura da par\u00e1bola do tesouro escondido no campo assenta no velho princ\u00edpio de que quem adquire um bem im\u00f3vel, adquire tamb\u00e9m os bens m\u00f3veis a ele ligados. \u00c9 Jesus o tesouro escondido, \u00e9 Ele a p\u00e9rola precios\u00edssima. Para o seguir, \u00e9 mesmo necess\u00e1rio deixar tudo (Lucas 14,33).<\/p>\n<p>3. Toda a aten\u00e7\u00e3o e empenho, portanto, que o tesouro de Deus n\u00e3o se d\u00e1 em qualquer campo. S\u00e3o, por isso, necess\u00e1rios novos mapas, novas pautas, novas coordenadas, novas estradas, para se poder procurar e saber encontrar esse tesouro escondido. \u00c9 mesmo necess\u00e1rio submeter a nossa vida \u00e0quela intensa rajada de verbos: \u00abVai, vende, d\u00e1, vem e segue-me!\u00bb (Mateus 19,21).<\/p>\n<p>4. A par\u00e1bola da rede \u00e9 a que ocupa mais espa\u00e7o no texto: quatro vers\u00edculos. Mais do que as duas anteriores juntas. Servindo-se agora de uma imagem tirada do mundo piscat\u00f3rio, Jesus diz que o Reino dos C\u00e9us \u00e9 semelhante a uma rede que, lan\u00e7ada ao mar, apanha toda a esp\u00e9cie de peixes, requerendo depois que os pescadores se sentem na praia para fazer a destrin\u00e7a entre os peixes bons e os que n\u00e3o prestam. Naturalmente, guardam os bons e deitam fora os que n\u00e3o prestam. A destrin\u00e7a entre peixes bons e maus n\u00e3o se deve \u00e0 qualidade ou ao tamanho. Trata-se da distin\u00e7\u00e3o entre o puro e o impuro, o que \u00e9 considerado\u00a0<em>kasher<\/em>\u00a0e n\u00e3o-<em>kasher<\/em>. Sobre o assunto, diz o Livro do Lev\u00edtico, que s\u00e3o puros (<em>kasher<\/em>) e se podem comer os peixes com barbatanas e escamas (Lev\u00edtico 11,9), tendo de se deitar fora, como impuros (n\u00e3o-<em>kasher<\/em>), os peixes sem barbatanas e sem escamas (Lev\u00edtico 11-10-12).<\/p>\n<p>5. Este cuidado meticuloso deve-se ao facto de o Mar da Galileia ser muito abundante em peixe e reunir tamb\u00e9m uma fauna pisc\u00edcola muito variada e, em alguns casos, original, salientando-se, neste particular, o chamado \u00abpeixe de S. Pedro\u00bb (<em>chromis Simonis<\/em>), que possui uma cavidade oral onde conserva os ovos, e, depois as crias, e onde, por vezes, tamb\u00e9m recolhe pequenos seixos e objetos met\u00e1licos, o que explica o epis\u00f3dio da moeda referido em Mateus 17,27.<\/p>\n<p>6. E tal como na par\u00e1bola do trigo e da ciz\u00e2nia (ver Domingo XVI), tamb\u00e9m aqui Jesus difere para o fim do mundo a destrin\u00e7a entre maus e justos (Mateus 13,49), efetuada ainda assim, n\u00e3o por n\u00f3s, mas pelos Anjos. Outra vez pausa e bemol na partitura!<\/p>\n<p>7. Esta sec\u00e7\u00e3o das sete par\u00e1bolas acerca do Reino dos C\u00e9us, contadas por Jesus, fecha com a pergunta formulada por Jesus aos seus disc\u00edpulos: \u00abCompreendeis todas estas coisas?\u00bb, a que eles respondem: \u00abSim!\u00bb (Mateus 13,51). V\u00ea-se que esta pergunta e a respetiva resposta correspondem ao dito de Jesus em Marcos 4,13, no final da par\u00e1bola da semente: \u00abN\u00e3o sabeis esta par\u00e1bola? E como conhecereis todas as par\u00e1bolas?\u00bb.<\/p>\n<p>8. E Jesus termina com uma esp\u00e9cie de oitava par\u00e1bola: \u00abTodo o escriba feito disc\u00edpulo do Reino dos C\u00e9us \u00e9 semelhante a um pai de fam\u00edlia que tira do seu tesouro coisas novas e coisas velhas\u00bb (Mateus 13,52). A\u00ed est\u00e1 a imensa sabedoria e alegria do disc\u00edpulo que deve ser como um pai, que disp\u00f5e na sua imensa dispensa de produtos excelentes, novos, como o p\u00e3o fresco, antigos, como o vinho velho. O escriba apenas transmitia as coisas antigas que vinham na torrente da tradi\u00e7\u00e3o. Aqui est\u00e1 a Divina dispensa do Novo e Antigo Testamentos, Alimento de vida eterna.<\/p>\n<p>9. Chegados a este ponto, j\u00e1 n\u00e3o devem restar d\u00favidas de que, contando estas sete par\u00e1bolas do Reino dos C\u00e9us, Jesus se conta a si mesmo. \u00c9 Ele a par\u00e1bola que passa diante de n\u00f3s, o Reino de Deus em pessoa (<em>autobasile\u00eda<\/em>) que passa diante de n\u00f3s. Pequenino como a semente, escondido como o crescente, fecundo como a semente e como o crescente, cai \u00e0 terra ou na farinha e morre (Paix\u00e3o) para viver (Ressurrei\u00e7\u00e3o) e dar vida (P\u00e3o), escondido como o tesouro ou a p\u00e9rola, que \u00e9 preciso procurar apostando tudo: a vida toda, o tempo todo, o dinheiro todo. O Reino dos C\u00e9us \u00e9 tamb\u00e9m como o campo em que cresce ao mesmo tempo o bom e o mau, ou a rede que recolhe o bom e o mau.<\/p>\n<p>10. Levanta-se a quest\u00e3o: se, com Jesus e em Jesus, \u00e9 o Reino de Deus que chega at\u00e9 n\u00f3s, ent\u00e3o por que \u00e9 que a sua mensagem n\u00e3o \u00e9 logo recebida por todos sem discuss\u00e3o e com alegria? E por que \u00e9 que Jesus n\u00e3o se imp\u00f5e logo com uma autoridade que dissipe qualquer d\u00favida, que ponha de lado logo \u00e0 partida qualquer pretens\u00e3o de qualquer pretenso advers\u00e1rio? E por que \u00e9 que Jesus n\u00e3o estabelece logo, a talho de foice, claras distin\u00e7\u00f5es? Parece tudo amb\u00edguo, e, todavia, desenha-se aqui um rasto de claridade: ontem como hoje, na situa\u00e7\u00e3o atual, convivem lado a lado o bom e o mau (at\u00e9 em cada um de n\u00f3s essa conviv\u00eancia \u00e9 verdadeira), mas esta n\u00e3o \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o definitiva! Do mesmo modo que, na situa\u00e7\u00e3o atual, o valor eminente do Reino de Deus e o empenho total que lhe \u00e9 devido, fica muitas vezes escondido por outras realidades, como a fam\u00edlia, a profiss\u00e3o, a posi\u00e7\u00e3o social, a sa\u00fade, o bem-estar, os interesses, as paix\u00f5es\u2026 Note-se que um tesouro escondido, por n\u00e3o ser imediatamente acess\u00edvel, n\u00e3o se imp\u00f5e por si, e h\u00e1 muitas coisas cujo brilho e luminosidade as torna imediatamente atraentes! Mas vai-se dando a entender, no ch\u00e3o mesmo das par\u00e1bolas, que o valor \u00faltimo que valida todos os outros valores \u00e9 o Reino de Deus e os seus segredos, que \u00e9 preciso desvendar.<\/p>\n<p>11. Outra sabedoria, outro saber, outro sabor. Salom\u00e3o afinado,\u00a0<em>avant la lettre<\/em>, pelo Evangelho. \u00c9 assim que a li\u00e7\u00e3o do Primeiro Livro dos Reis (3,5-12) nos mostra hoje Salom\u00e3o a pedir a Deus, n\u00e3o coisas, nem a derrota dos inimigos, mas simplesmente um cora\u00e7\u00e3o sens\u00edvel, sensato e inteligente, capaz de escutar e de se sintonizar, em alta fidelidade (<em>hi-fi<\/em>), com a beleza da Palavra de Deus, muito mais valiosa do que o ouro, como cantamos hoje com o Salmo 119, admir\u00e1vel composi\u00e7\u00e3o de 1064 palavras hebraicas reunidas, repartidas, repetidas, entretecidas e entretidas \u00e0 volta da Palavra de Deus que alumia a nossa vida. Blaise Pascal recitava este Salmo todos os dias.<\/p>\n<p>12. Na Carta aos Romanos (8,28-30), S. Paulo conta, aos nossos olhos de crian\u00e7as deslumbradas, a hist\u00f3ria verdadeira que o amor de Deus j\u00e1 fez acontecer na nossa vida: j\u00e1 fomos chamados, conhecidos, predestinados, justificados e glorificados por Deus! Por isso, damos gra\u00e7as a Deus!<\/p>\n<p>13. Acrescento hoje, para a devida reflex\u00e3o, uma edificante par\u00e1bola rab\u00ednica extra\u00edda do\u00a0<em>Bereshit Rabbah<\/em>\u00a0(XXXIII, 1) que refere que, quando Alexandre Magno chegou ao norte de \u00c1frica no \u00faltimo quartel do s\u00e9c. IV a. C., viu as popula\u00e7\u00f5es do Reino de\u00a0<em>Qets<\/em>\u00a0virem oferecer-lhe os produtos da regi\u00e3o. Alexandre, por\u00e9m, disse-lhes: \u2013 \u00abN\u00e3o vim aqui para ver o que produzis, mas para ver as vossas leis\u00bb. Por acaso, nessa altura, dois homens foram ter com o rei de\u00a0<em>Qets<\/em>, e pediram-lhe que julgasse a sua contenda. O primeiro disse: \u2013 \u00abMajestade, comprei um campo a este homem, e, quando o lavrei, encontrei l\u00e1 um tesouro. Ent\u00e3o insisti com ele para que ficasse com o tesouro, uma vez que eu comprei apenas o campo, e n\u00e3o o tesouro. Mas ele recusa-se a aceitar o tesouro\u00bb. Ent\u00e3o o segundo replicou: \u2013 \u00abEu temo a Deus, exatamente como tu. Porque, quando eu te vendi o campo, vendi-to com tudo aquilo que ele continha\u00bb. Ent\u00e3o o rei perguntou ao primeiro homem: \u2013 \u00abTu tens um filho?\u00bb \u2013 \u00abSim\u00bb, respondeu o homem. Depois, perguntou ao segundo: \u2013 \u00abTu tens uma filha?\u00bb \u2013 \u00abSim\u00bb, respondeu ele. \u2013 \u00abEnt\u00e3o casai os vossos filhos, e dai-lhes o tesouro como dote\u00bb, sentenciou o rei.<\/p>\n<p>Alexandre Magno manifestou imensa surpresa perante o sucedido. \u2013 \u00abPor que ficaste surpreendido? N\u00e3o julguei bem?\u00bb, perguntou o rei de\u00a0<em>Qets<\/em>. \u2013 \u00abCom certeza\u00bb, respondeu Alexandre. Insistiu o rei de\u00a0<em>Qets<\/em>: \u2013 \u00abSe isto se passasse no teu reino, qual teria sido a tua senten\u00e7a?\u00bb. Alexandre respondeu: \u2013 \u00abEu t\u00ea-los-ia matado aos dois, e ficava com o tesouro\u00bb.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o o rei de\u00a0<em>Qets<\/em>\u00a0perguntou a Alexandre Magno: \u2013 \u00abBrilha o sol no teu pa\u00eds?\u00bb. \u2013 \u00abSim\u00bb, respondeu Alexandre. \u2013 \u00abE cai chuva no teu pa\u00eds?\u00bb, continuou o rei de\u00a0<em>Qets<\/em>. \u2013 \u00abSim\u00bb, retorquiu Alexandre. \u2013 \u00abNo teu pa\u00eds h\u00e1 ovelhas e bois?\u00bb, continuou a perguntar o rei de\u00a0<em>Qets<\/em>. \u2013 \u00abMas com certeza\u00bb, respondeu Alexandre. Disse ent\u00e3o o rei de\u00a0<em>Qets<\/em>: \u2013 \u00abAgora compreendo porque \u00e9 que no teu pa\u00eds brilha o sol e cai a chuva. N\u00e3o \u00e9 por m\u00e9rito vosso, mas dos animais, pois est\u00e1 escrito: \u00abO homem e o animal tu salvas, Senhor\u00bb (Salmo 36,7).<\/p>\n<p>Tudo ficar\u00e1 mais claro, se disser agora que\u00a0<em>Qets<\/em>\u00a0significa\u00a0<em>fim<\/em>. O Reino de\u00a0<em>Qets<\/em>\u00a0\u00e9 ent\u00e3o o Reino das coisas \u00faltimas, de\u00a0<em>\u00e9schaton<\/em>\u00a0e de\u00a0<em>ag\u00e1p\u00ea<\/em>, que julga e p\u00f5e em crise as coisas pen\u00faltimas, aquelas que as nossas m\u00e3os agarram com tanta for\u00e7a! \u00c9 o Reino dos C\u00e9us das Par\u00e1bolas de Jesus, o Messias, que \u00ab\u00e9 o \u00fanico Rei que n\u00e3o reina desde fora\u00bb.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. 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