{"id":1729204528,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/12101-vigilia-na-noite-santa"},"modified":"2025-11-07T16:33:54","modified_gmt":"2025-11-07T16:33:54","slug":"vigilia-na-noite-santa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/vigilia-na-noite-santa\/","title":{"rendered":"Vig\u00edlia na Noite Santa"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031.jpg\" \/><\/p>\n<p><p>Celebra\u00e7\u00e3o da Vig\u00edlia Pascal<\/p>\n<p>Gn 1,1-2,2; Sl 104;\/ Gn 22,1-18; Sl 16;\/ Ex 14,15-15,1; Ex 15,1-6.17-18;\/Is 54,5-14; Sl 30;\/ Is 55,1-11; Is 12,2-6;\/ Br 3,9-15.32-4,4; Sl 19;\/Ez 36,16-1a.18-28; Sl 42;\/ Rm 6,3-11; Sl 118;\/ Mt 28,1-10<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\">1. \u00abEste \u00e9 o Dia que o Senhor fez!\u00bb (Salmo 118,24). Aleluia! Este \u00e9 o Dia que o Senhor nos fez! Aleluia! Este \u00e9 o Dia em que o Senhor nos fez! Aleluia! \u00abPor isso, estamos exultantes de alegria\u00bb (Salmo 126,3).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\">2. Este \u00e9 o Dia em que desfiamos com amor o ros\u00e1rio das tuas maravilhas, tantas elas s\u00e3o, percorrendo a avenida das tuas Escrituras desde a Cria\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0 P\u00e1scoa, desde a P\u00e1scoa at\u00e9 \u00e0 Cria\u00e7\u00e3o. Tanto faz. Porque neste Dia novo e belo o tempo n\u00e3o nos mede e nos afasta e nos cataloga em s\u00e9culos e mil\u00e9nios, mas p\u00f5e-nos todos a conviver lado a lado. \u00c9 assim que lemos e compreendemos que no teu \u00abFilho amado\u00bb, Jesus Cristo, Imagem tua e \u00abprimog\u00e9nito dos mortos\u00bb, \u00abtudo foi criado\u00bb (Colossenses 1,16), \u00abe sem Ele nada foi feito\u00bb (Jo\u00e3o 1,3). Lemos e compreendemos que o \u00abteu Filho, Jesus Cristo, n\u00e3o foi Sim e n\u00e3o, mas unicamente Sim\u00bb (2 Cor\u00edntios 1,19). Passe\u00e1mos assim no jardim da tua Cria\u00e7\u00e3o boa e bela, visit\u00e1mos as suas 452 palavras (G\u00e9nesis 1,1-2,4a), e nelas n\u00e3o encontr\u00e1mos, de facto, um \u00fanico \u00abn\u00e3o\u00bb. Tudo c\u00e9u. Nenhuma parcela de ch\u00e3o envenenado. Se o teu Filho amado, Jesus Cristo, Imagem tua e primog\u00e9nito dos mortos, foi sempre Sim e nunca n\u00e3o, e se foi n\u2019Ele que foram criadas todas as coisas, ent\u00e3o a Cria\u00e7\u00e3o inteira tem tamb\u00e9m de ser Sim, Sim, Sim, e nunca n\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\">3. Que belo mundo novo, Senhor, quiseste depositar nas nossas m\u00e3os! Que grande Sim nos confiaste, Senhor, antes de n\u00f3s merecermos de Ti qualquer confian\u00e7a! Visit\u00e1mos depois o Egito opressor, e de l\u00e1, Tu nos libertaste, Senhor, fazendo-nos atravessar a p\u00e9 enxuto o mar Vermelho, como se fosse uma \u00abplan\u00edcie verdejante\u00bb (Sabedoria 19,7). Vest\u00edamos roupas brancas, traz\u00edamos o cora\u00e7\u00e3o em festa, e nos l\u00e1bios um c\u00e2ntico novo, como sucede tamb\u00e9m ainda hoje, Senhor, neste Dia admir\u00e1vel da tua Ressurrei\u00e7\u00e3o, em que cantamos outra vez com inef\u00e1vel alegria: \u00abMinha for\u00e7a e meu canto \u00e9 o Senhor! A Ele devo a minha liberdade!\u00bb (\u00caxodo 15,2).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\">4. Com Isa\u00edas e Ezequiel, record\u00e1mos depois as paisagens tristes e sombrias do nosso ex\u00edlio, mas tamb\u00e9m da tua admir\u00e1vel prote\u00e7\u00e3o. Diz uma velha hist\u00f3ria rab\u00ednica que, um dia, \u00abos jovens perguntaram ao velho rabino quando come\u00e7ou o ex\u00edlio de Israel. Ao que o arguto rabino ter\u00e1 respondido que o ex\u00edlio de Israel come\u00e7ou no dia em que Israel deixou de sofrer pelo facto de estar no ex\u00edlio\u00bb. Compreenda-se, portanto, que o ex\u00edlio verdadeiro n\u00e3o consiste simplesmente em estar longe de casa ou da p\u00e1tria, mas sobretudo em tornar-se indiferente e insens\u00edvel, sem causas, sem sonhos e sem esperas, gastando o nosso dinheiro com aquilo que n\u00e3o alimenta, e esquecendo o teu insistente convite: \u00abVinde e comprai sem dinheiro vinho e leite [\u2026]. Ouvi-me, ouvi-me, e comei o que \u00e9 bom\u00bb (Isa\u00edas 55,1-3). Era assim que and\u00e1vamos, Senhor, perdidos longe de ti e longe de n\u00f3s. Mas tamb\u00e9m l\u00e1, \u00e0 perdi\u00e7\u00e3o em que and\u00e1vamos, chegou a tua m\u00e3o criadora, redentora, libertadora e carinhosa, e reconstru\u00edste a nossa vida sobre a alegria, embelezaste o nosso rosto com \u00f3leo perfumado, e vestiste-nos com a veste branca dos teus filhos. E como se isto n\u00e3o enchesse a medida do teu amor sempre sem medida, ainda fizeste connosco uma Alian\u00e7a nova, e deste-nos um cora\u00e7\u00e3o novo e um esp\u00edrito novo.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\">5. Cora\u00e7\u00e3o novo, m\u00fasica nova, ensinada pelos Anjos nos campos de Bel\u00e9m:\u00a0<em>Gloria in excelsis Deo<\/em>! Outra vez lado a lado, oh milagre da Escritura Santa, dois acontecimentos no tempo separados: o nascimento de Jesus e a sua morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o: os mesmos Anjos, as mesmas faixas a envolver o Menino e o Crucificado, o Menino deposto na manjedoura, o Crucificado deposto no sepulcro. Extraordin\u00e1ria acostagem do Menino e do Crucificado. E S. Paulo a descodificar o nosso Batismo, pelo qual somos sepultados com Cristo, para com Ele ressurgirmos para uma vida nova (Romanos 6,3-5).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\">6. E assim chegamos sempre ao Ressuscitado. \u00c0quele Jesus Cristo, Crucificado, Morto e Sepultado, segundo as Escrituras, que se levanta do ch\u00e3o raso e da folha plana de papiro ou de pergaminho ou de papel, elevando a humana vida e a inteira Escritura \u00e0 sua Plenitude. Mal aparecem as primeiras tr\u00eas estrelas no firmamento, que acendem o Primeiro Dia da semana (<em>t\u00ea epiph\u00f4sko\u00fas\u00ea eis m\u00edan sabb\u00e1t\u00f4n<\/em>) (Mateus 28,1a), as mulheres v\u00eam ao t\u00famulo para\u00a0<em>ver<\/em>\u00a0(<em>the\u00f4r\u00e9\u00f4<\/em>) com aten\u00e7\u00e3o e carinho (Mateus 28,1b). J\u00e1 antes estavam l\u00e1 a\u00a0<em>ver<\/em>\u00a0(<em>the\u00f4r\u00e9\u00f4<\/em>) da mesma maneira (Mateus 27,55), \u00fanicas duas men\u00e7\u00f5es deste verbo no Evangelho de Mateus. Note-se que, nesta p\u00e1gina admir\u00e1vel de Mateus, as mulheres n\u00e3o conseguem dormir, n\u00e3o esperam pela madrugada para sa\u00edrem de casa, mas v\u00e3o ver o t\u00famulo de Jesus logo que termina o s\u00e1bado, pouco depois de se p\u00f4r o sol, e de aparecerem as primeiras tr\u00eas estrelas no c\u00e9u! \u00c9 nessa altura que acaba o s\u00e1bado e se acende o primeiro dia da semana, o DOMINGO. A pedra da morte n\u00e3o pode ser retirada por n\u00f3s. \u00c9 manifesta a nossa impot\u00eancia face \u00e0 morte. Levanta-se, por\u00e9m, um terramoto grande (teofania), vem um Anjo, rola a pedra, e\u00a0<em>sentava-se<\/em>\u00a0(<em>ek\u00e1th\u00eato<\/em>: imperf. de\u00a0<em>k\u00e1th\u00eamai<\/em>) sobre (<em>ep\u00e1n\u00f4<\/em>) ela (Mateus 28,2). O sentar-se sobre (<em>ep\u00e1n\u00f4<\/em>) a pedra da morte indica dom\u00ednio sobre a morte, \u00e9 como estar sentado sobre um trono (cf. Mateus 23,22). Por sua vez, o uso do verbo no imperfeito, indica dura\u00e7\u00e3o. Acabou-se o dom\u00ednio da morte. \u00c0 vista do sucedido, os guardas de servi\u00e7o, que vigiavam um eventual\u00a0<em>furto<\/em>, ficaram cheios de medo, e ca\u00edram como mortos (Mateus 28,4). \u00c0s mulheres, que procuravam o\u00a0<em>fruto<\/em>, o Anjo diz para n\u00e3o terem medo, desvenda o que elas sentem e pensam: \u00abSei que procurais Jesus, o Crucificado\u00bb (Mateus 28,5), e entrega-lhes um novo saber: \u00abN\u00e3o est\u00e1 aqui; foi Ressuscitado\u00bb, e convida-as a mudarem de olhar e a irem, n\u00e3o apenas\u00a0<em>ver<\/em>,\u00a0<em>identificar<\/em>\u00a0(<em>ide\u00een<\/em>), n\u00e3o um corpo morto, mas o lugar onde jazia (Mateus 28,6).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\">7. A pedra retirada do sepulcro e o facto de o Anjo se sentar sobre ela indica o fim do dom\u00ednio da morte. A pedra n\u00e3o \u00e9 retirada para Jesus sair, mas para que as mulheres possam entrar e verificar a aus\u00eancia do corpo de Jesus. E a aus\u00eancia do corpo de Jesus aqui, neste lugar, como bem sabiam as mulheres (Mateus 27,61), mostra que a Ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus n\u00e3o \u00e9 menos real do que a sua morte. N\u00e3o \u00e9, todavia, suficiente que as mulheres vejam o t\u00famulo aberto; \u00e9 necess\u00e1rio o an\u00fancio da Ressurrei\u00e7\u00e3o feito pelo Anjo. E \u00e9 ainda o Anjo que as faz dar um novo passo em frente, incumbindo-as de uma miss\u00e3o: \u00abIde dizer\u00a0<em>aos seus Disc\u00edpulos<\/em>\u00a0que Ele foi ressuscitado dos mortos e vos precede na Galileia\u00bb (Mateus 28,7). E elas partiram imediatamente, e, com alegria grande, correram a levar a not\u00edcia (Mateus 28,8). Mas pelo caminho s\u00e3o surpreendidas pelo pr\u00f3prio Jesus Ressuscitado, que as convida \u00e0 alegria e a n\u00e3o terem medo, e reformula, de forma maravilhosa, o \u00faltimo dizer do Anjo: \u00abIde dizer\u00a0<em>aos meus Irm\u00e3os<\/em>\u2026\u00bb (Mateus 28,9-10).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\">8. O relato evang\u00e9lico \u00e9 s\u00f3brio, mas rico e denso. Fiel a esta intensa sobriedade, a arte crist\u00e3 nunca se atreveu a representar a ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus antes dos s\u00e9culos X-XI. \u00c9 tal o fulgor da Luz deste mist\u00e9rio, que ficar\u00e1 sempre no dom\u00ednio do inef\u00e1vel, que simultaneamente ilumina e esconde. \u00c9 por isso que a Paix\u00e3o \u00e9 um relato, mas a Ressurrei\u00e7\u00e3o, que p\u00f5e fim ao relato, s\u00f3 nos pode chegar como Not\u00edcia, vinda de fora, como a Aurora.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\">9. \u00c9 por isso que esta Noite \u00e9 uma fulgura\u00e7\u00e3o de Luz e Lume novo. Desde as brasas acesas, ao C\u00edrio Pascal aceso, ao nosso cora\u00e7\u00e3o aceso como os disc\u00edpulos de Ema\u00fas, que sentiam o cora\u00e7\u00e3o a arder. \u00c9 tamb\u00e9m por isso que o Batismo come\u00e7ou por ser chamado \u00abIlumina\u00e7\u00e3o\u00bb, sendo a Vig\u00edlia Pascal tamb\u00e9m a grande Noite Batismal. E cada batizado levar\u00e1 para sempre a arder dentro de si este Lume Novo.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\">10. Ilumina, Senhor, a tua Igreja Santa, e os seus novos filhos que hoje nascem na fonte batismal. Que os nossos passos sejam sempre firmes, e o nosso cora\u00e7\u00e3o sempre fiel. Vem, Senhor Jesus! Aleluia!<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Celebra\u00e7\u00e3o da Vig\u00edlia Pascal Gn 1,1-2,2; Sl 104;\/ Gn 22,1-18; Sl 16;\/ Ex 14,15-15,1; Ex 15,1-6.17-18;\/Is 54,5-14; Sl 30;\/ Is [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":920925217,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[70],"class_list":["post-1729204528","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-liturgia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1729204528","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1729204528"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1729204528\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294994893,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1729204528\/revisions\/4294994893"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/920925217"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1729204528"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1729204528"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1729204528"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}