{"id":1748042902,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/12921-vigilia-da-noite-santa"},"modified":"2025-11-07T16:34:00","modified_gmt":"2025-11-07T16:34:00","slug":"vigilia-da-noite-santa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/vigilia-da-noite-santa\/","title":{"rendered":"Vig\u00edlia da Noite Santa"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/vela_141114125318.jpg\" \/><\/p>\n<p><p data-adtags-visited=\"true\">Gn 1,1-2,2; Sl 104;\/ Gn 22,1-18; Sl 16;\/ Ex 14,15-15,1; Ex 15,1-6.17-18;\/<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Is 54,5-14; Sl 30;\/ Is 55,1-11; Is 12,2-6;\/ Br 3,9-15.32-4,4; Sl 19;\/<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Ez 36,16-1a.18-28; Sl 42;\/ Rm 6,3-11; Sl 118;\/ Mc 16,1-8<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">1. \u00abEste \u00e9 o Dia que o Senhor fez!\u00bb (Salmo 118,25). Aleluia! Este \u00e9 o Dia que o Senhor nos fez! Aleluia! Este \u00e9 o Dia em que o Senhor nos fez! Aleluia! \u00abPor isso, estamos exultantes de alegria\u00bb (Salmo 126,3). Aleluia!<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">2. Este \u00e9 o Dia em que desfiamos com amor o ros\u00e1rio das tuas maravilhas, tantas elas s\u00e3o, percorrendo a avenida das tuas Escrituras desde a Cria\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0 P\u00e1scoa, desde a P\u00e1scoa at\u00e9 \u00e0 Cria\u00e7\u00e3o. Tanto faz. Porque neste Dia novo o tempo n\u00e3o nos mede e nos afasta e nos cataloga em s\u00e9culos e mil\u00e9nios, mas p\u00f5e-nos todos a conviver lado a lado. \u00c9 assim que lemos e compreendemos que no teu \u00abFilho amado\u00bb, Jesus Cristo, Imagem tua e \u00abprimog\u00e9nito dos mortos\u00bb, \u00abtudo foi criado\u00bb (Colossenses 1,16), \u00abe sem Ele nada foi feito\u00bb (Jo\u00e3o 1,3). Lemos e compreendemos que o \u00abteu Filho, Jesus Cristo, n\u00e3o foi Sim e n\u00e3o, mas unicamente Sim\u00bb (2 Cor\u00edntios 1,19). Passe\u00e1mos assim no jardim da tua Cria\u00e7\u00e3o boa e bela, visit\u00e1mos as suas 452 palavras (G\u00e9nesis 1,1-2,4a), e nelas n\u00e3o encontr\u00e1mos, de facto, um \u00fanico \u00abn\u00e3o\u00bb. Se o teu Filho amado, Jesus Cristo, Imagem tua e primog\u00e9nito dos mortos, foi sempre Sim e nunca n\u00e3o, e se foi n\u2019Ele que foram criadas todas as coisas, ent\u00e3o a Cria\u00e7\u00e3o inteira tem tamb\u00e9m de ser Sim, Sim, Sim, e nunca n\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">3. Que belo mundo novo, Senhor, quiseste depositar nas nossas m\u00e3os! Que grande Sim nos confiaste, Senhor, antes de n\u00f3s merecermos de Ti qualquer confian\u00e7a! Visit\u00e1mos depois o Egito opressor, e de l\u00e1, Tu nos libertaste, Senhor, fazendo-nos atravessar a p\u00e9 enxuto o mar Vermelho, como se fosse uma \u00abplan\u00edcie verdejante\u00bb (Sabedoria 19,7). Vest\u00edamos roupas brancas, traz\u00edamos o cora\u00e7\u00e3o em festa, e nos l\u00e1bios um c\u00e2ntico novo, como sucede tamb\u00e9m ainda hoje, Senhor, neste Dia admir\u00e1vel da tua Ressurrei\u00e7\u00e3o, em que cantamos outra vez com inef\u00e1vel alegria: \u00abMinha for\u00e7a e meu canto \u00e9 o Senhor! A Ele devo a minha liberdade!\u00bb (\u00caxodo 15,2).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">4. Com Isa\u00edas e Ezequiel, record\u00e1mos depois as paisagens tristes e sombrias do nosso ex\u00edlio, mas tamb\u00e9m da tua admir\u00e1vel prote\u00e7\u00e3o. Diz uma velha hist\u00f3ria rab\u00ednica que, um dia, \u00abos jovens perguntaram ao velho rabino quando come\u00e7ou o ex\u00edlio de Israel. Ao que o arguto rabino ter\u00e1 respondido que o ex\u00edlio de Israel come\u00e7ou no dia em que Israel deixou de sofrer pelo facto de estar no ex\u00edlio\u00bb. Compreenda-se, portanto, que o ex\u00edlio verdadeiro n\u00e3o consiste simplesmente em estar longe de casa ou da p\u00e1tria, mas sobretudo em tornar-se indiferente e insens\u00edvel, sem causas, sem sonhos e sem esperas, gastando o nosso dinheiro com aquilo que n\u00e3o alimenta, e esquecendo o teu insistente convite: \u00abVinde e comprai sem dinheiro vinho e leite [\u2026]. Ouvi-me, ouvi-me, e comei o que \u00e9 bom\u00bb (Isa\u00edas 55,1-3). Era assim que and\u00e1vamos, Senhor, perdidos longe de ti e longe de n\u00f3s. Mas tamb\u00e9m l\u00e1, \u00e0 perdi\u00e7\u00e3o em que and\u00e1vamos, chegou a tua m\u00e3o criadora, redentora, libertadora e carinhosa, e reconstru\u00edste a nossa vida sobre a alegria, embelezaste o nosso rosto com \u00f3leo perfumado, e vestiste-nos com a veste branca dos teus filhos. E como se isto n\u00e3o enchesse a medida do teu amor sempre sem medida, ainda fizeste connosco uma Alian\u00e7a nova, e deste-nos um cora\u00e7\u00e3o novo e um esp\u00edrito novo, nova pulsa\u00e7\u00e3o, nova alegria, novo alento, em pura sintonia com o pulsar do teu cora\u00e7\u00e3o e do teu sopro criador.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">5. Cora\u00e7\u00e3o novo, m\u00fasica nova, ensinada pelos Anjos nos campos de Bel\u00e9m:\u00a0<em>Gloria in excelsis Deo<\/em>! Outra vez lado a lado, oh milagre da Escritura Santa, dois acontecimentos no tempo separados: o nascimento de Jesus e a sua morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o: os mesmos Anjos, as mesmas faixas a envolver o Menino e o Crucificado, o Menino deposto na manjedoura, o Crucificado deposto no sepulcro. Extraordin\u00e1ria acostagem do Menino e do Crucificado. E S. Paulo a descodificar o nosso Batismo, pelo qual somos sepultados com Cristo, para com Ele ressurgirmos para uma vida nova (Romanos 6,3-5).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">6. E assim chegamos sempre ao Ressuscitado. \u00c0quele Jesus Cristo, Crucificado, Morto e Sepultado, segundo as Escrituras, que se levanta do ch\u00e3o raso e da folha plana de papiro ou de papel, elevando a humana vida e a inteira Escritura \u00e0 sua Plenitude. Era, na verdade, muito grande (<em>m\u00e9gas sph\u00f3dra<\/em>) aquela pedra que barrava a entrada e a sa\u00edda do sepulcro (Marcos 16,3-4). Quem a pode retirar? A pedra da morte \u00e9 sempre intranspon\u00edvel para as nossas for\u00e7as. Tem, por isso, de ser trabalho de Deus. \u00c9 assim que as mulheres que v\u00e3o de madrugada ao sepulcro, veem (<em>the\u00f4ro\u00fbsin<\/em>: ind. presente de\u00a0<em>the\u00f4r\u00e9\u00f4<\/em>) com espanto inaudito a pedra do sepulcro\u00a0<em>para sempre retirada<\/em>\u00a0(<em>apokek\u00fdlistai<\/em>: perf. pass. de\u00a0<em>apokyl\u00ed\u00f4<\/em>) (Marcos 16,4), e, entrando,\u00a0<em>viram<\/em>\u00a0(<em>e\u00eedon<\/em>: aoristo segundo de\u00a0<em>hor\u00e1\u00f4<\/em>), com n\u00e3o menor espanto, um Anjo\u00a0<em>vestido de branco<\/em>,\u00a0<em>sentado<\/em>\u00a0do\u00a0<em>lado direito<\/em>. As mulheres que, neste Evangelho segundo Marcos, v\u00e3o de madrugada ao t\u00famulo, merecem que lhes registemos os nomes. S\u00e3o Maria Madalena, Maria, m\u00e3e de Tiago o Menor e de Jos\u00e9, e Salom\u00e9, que seguiam e serviam Jesus desde a Galileia, e que n\u00e3o fogem, mas\u00a0<em>observam<\/em>\u00a0(<em>the\u00f4ro\u00fbsai<\/em>: part. presente de\u00a0<em>the\u00f4r\u00e9\u00f4<\/em>) de longe a Crucifix\u00e3o e \u00a0Morte de Jesus (Marcos 15,40-41), como\u00a0<em>observavam<\/em>\u00a0(<em>ethe\u00f4roun<\/em>: imp. de\u00a0<em>the\u00f4r\u00e9\u00f4<\/em>) depois o lugar onde foi colocado (Marcos 15,47). Passado o s\u00e1bado, na madrugada do primeiro dia da semana, o que iam estas mulheres fazer ao t\u00famulo? Ligava-as a Jesus um grande amor, e iam \u00e0quele t\u00famulo fazer o que ainda se pode fazer a um morto: ungi-lo com perfumes. V\u00e3o as mulheres ao encontro de um morto, mas o que encontram \u00e9 a Vida, que as sobressalta!<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">7. A pedra muito grande\u00a0<em>retirada<\/em>, no tempo perfeito, representa a porta da habita\u00e7\u00e3o da morte para sempre aberta. O modo passivo (passivo divino ou teol\u00f3gico) do verbo revela que um tal afazer s\u00f3 pode ter sido coisa de Deus. O facto de o Anjo aparecer\u00a0<em>sentado<\/em>\u00a0significa que tem autoridade.\u00a0<em>O lado direito<\/em>\u00a0\u00e9 o lado favor\u00e1vel (cf. Marcos 12,36; 14,62), e sugere que \u00e9 portador de boas not\u00edcias. A\u00a0<em>cor branca<\/em>\u00a0\u00e9 a cor celeste (cf. Marcos 9,3). S\u00f3 do Anjo pode vir este dizer com autoridade: \u00abProcurais Jesus de Nazar\u00e9, o Crucificado? Ressuscitou; n\u00e3o est\u00e1 aqui (\u2026). Ide dizer aos seus disc\u00edpulos e a Pedro que Ele vos\u00a0<em>precede<\/em>\u00a0na Galileia. L\u00e1 o vereis, como vos disse\u00bb (Marcos 16,6-7). Ao mandar levar a not\u00edcia aos seus disc\u00edpulos, acrescenta especificamente o nome de Pedro. \u00c9 como que o reconhecimento de que o arrependimento e as l\u00e1grimas de Pedro pela sua tr\u00edplice nega\u00e7\u00e3o (Marcos 14,66-72) foram aceites. \u00c9 quase como dizer que, ao contr\u00e1rio do \u00abn\u00e3o conhe\u00e7o esse homem\u00bb, dito por Pedro a respeito de Jesus (cf. Marcos 14,71), Jesus manda dizer, por meio do Anjo: \u00abmas Eu conhe\u00e7o-te, Pedro, e ver-me-\u00e1s de novo\u00bb. Fica ainda claro que Ele nos\u00a0<em>precede<\/em>\u00a0sempre, e que, portanto, o nosso verdadeiro lugar \u00e9 sempre \u00abatr\u00e1s d\u2019Ele\u00bb, que permanece sempre o \u00fanico Senhor e o caminho \u00fanico da nossa vida.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">8. O relato evang\u00e9lico \u00e9 s\u00f3brio, mas rico e denso. Fiel a esta intensa sobriedade, a arte crist\u00e3 nunca se atreveu a representar a ressurrei\u00e7\u00e3o antes dos s\u00e9culos X-XI. \u00c9 tal o fulgor da Luz deste mist\u00e9rio, que ficar\u00e1 sempre no dom\u00ednio do inef\u00e1vel, que simultaneamente ilumina e esconde. \u00c9 por isso que a Paix\u00e3o \u00e9 um relato, mas a Ressurrei\u00e7\u00e3o, que p\u00f5e fim ao relato, s\u00f3 nos pode chegar como Not\u00edcia, vinda de fora, como a Aurora.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">9. \u00c9 por isso que esta Noite \u00e9 uma fulgura\u00e7\u00e3o de Luz e Lume novo. Desde as brasas acesas, ao C\u00edrio Pascal aceso, ao nosso cora\u00e7\u00e3o aceso como o dos disc\u00edpulos de Ema\u00fas. \u00c9 tamb\u00e9m por isso que o Batismo come\u00e7ou por ser chamado \u00abIlumina\u00e7\u00e3o\u00bb, sendo a Vig\u00edlia Pascal tamb\u00e9m a grande Noite Batismal. E cada batizado levar\u00e1 para sempre a arder dentro de si este Lume, de que n\u00e3o pode fugir, e que ningu\u00e9m pode apagar.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">10. Lume novo, lareira acesa na cidade,\/ \u00c9s Tu, Senhor, o clar\u00e3o da tarde,\/ A not\u00edcia, a car\u00edcia, a ressurrei\u00e7\u00e3o.\/ Ilumina, Senhor, a tua Igreja Santa, e os seus novos filhos que hoje nascem na fonte batismal. Que os nossos passos sejam sempre firmes, e o nosso cora\u00e7\u00e3o sempre fiel. Vem, Senhor Jesus! Aleluia!<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gn 1,1-2,2; Sl 104;\/ Gn 22,1-18; Sl 16;\/ Ex 14,15-15,1; Ex 15,1-6.17-18;\/ Is 54,5-14; Sl 30;\/ Is 55,1-11; Is 12,2-6;\/ [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3633550787,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[70],"class_list":["post-1748042902","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-liturgia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1748042902","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1748042902"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1748042902\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294994948,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1748042902\/revisions\/4294994948"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1748042902"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1748042902"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1748042902"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}