{"id":2037054814,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/326-vaticano\/10085-a-oracao-desperta-nos-do-sono-da-indiferenca-papa-francisco"},"modified":"2025-11-07T16:34:38","modified_gmt":"2025-11-07T16:34:38","slug":"a-oracao-desperta-nos-do-sono-da-indiferenca-papa-francisco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/a-oracao-desperta-nos-do-sono-da-indiferenca-papa-francisco\/","title":{"rendered":"\u00abA Ora\u00e7\u00e3o desperta-nos do sono da indiferen\u00e7a\u00bb, Papa Francisco"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_roxo_4_201209115059.jpeg\" \/><\/p>\n<p><p>Na eucaristia com os novos cardeais o Papa Francisco chamou a aten\u00e7\u00e3o para a import\u00e2ncia da &#8220;vigil\u00e2ncia&#8221; em tempo de Advento e sustentou que &#8220;a ora\u00e7\u00e3o&#8221; \u00e9 o modo de &#8220;despertar do sono da indiferen\u00e7a&#8221;.<\/p>\n<p>Leia, na \u00edntegra, a alocu\u00e7\u00e3o do Santo Padre<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>As leituras de hoje sugerem-nos duas palavras-chave para o tempo de Advento:\u00a0<em>proximidade<\/em>\u00a0e\u00a0<em>vigil\u00e2ncia<\/em>. Proximidade de Deus e vigil\u00e2ncia nossa: enquanto o profeta Isa\u00edas diz que Deus est\u00e1 perto de n\u00f3s, Jesus, no Evangelho, exorta-nos a vigiar \u00e0 espera d\u2019Ele.<\/p>\n<p><em>Proximidade<\/em>. Isa\u00edas come\u00e7a tratando a Deus por \u00abTu\u00bb: \u00abTu \u00e9s o nosso Pai\u00bb (63, 16). E continua: \u00abNunca nenhum ouvido ouviu (&#8230;) que algum deus, exceto Tu, fizesse tanto por quem nele confia\u00bb (64, 3). Saltam-nos \u00e0 mente as seguintes palavras do Deuteron\u00f3mio: quem \u00abest\u00e1 pr\u00f3ximo [de n\u00f3s, como] o Senhor, nossos Deus, sempre que O invocamos?\u00bb (<em>Dt<\/em>\u00a04, 7). O Advento \u00e9 o tempo para nos\u00a0<em>lembrarmos<\/em>\u00a0da proximidade de Deus, que desceu at\u00e9 n\u00f3s. Mas o profeta vai mais al\u00e9m e pede a Deus que volte a aproximar-Se: \u00abQuem dera que rasgasses os c\u00e9us e descesses!\u00bb (<em>Is<\/em>\u00a063, 19). E pedimo-lo tamb\u00e9m n\u00f3s, no Salmo: \u00ab\u00d3 Deus do universo, volta, por favor\u00bb, e \u00abvem salvar-nos!\u00bb (cf.\u00a0<em>Sal<\/em>\u00a080,15.3). \u00d3 \u00ab<em>Deus, vinde em nosso aux\u00edlio! Senhor, socorrei-nos e salvai-nos<\/em>\u00bb: assim damos, muitas vezes, in\u00edcio \u00e0 nossa ora\u00e7\u00e3o. O primeiro passo da f\u00e9 \u00e9 dizer ao Senhor que precisamos d\u2019Ele, da sua proximidade.<\/p>\n<p>E a primeira mensagem do Advento e do Ano Lit\u00fargico \u00e9 tamb\u00e9m reconhecer Deus pr\u00f3ximo e dizer-Lhe: \u00abAproximai-Vos de novo!\u00bb Ele quer vir para junto de n\u00f3s, mas\u2026 prop\u00f5e-Se; n\u00e3o Se imp\u00f5e. Cabe a n\u00f3s n\u00e3o nos cansarmos de Lhe dizer: \u00abVinde!\u00bb. Cabe a n\u00f3s repetir a ora\u00e7\u00e3o do Advento: \u00abVinde!\u00bb. Jesus \u2013 lembra-nos o Advento \u2013 veio entre n\u00f3s e voltar\u00e1 no fim dos tempos. Mas \u2013 perguntamo-nos \u2013 de que nos servem tais vindas, se n\u00e3o vem hoje \u00e0 nossa vida? Convidemo-Lo. Fa\u00e7amos nossa esta invoca\u00e7\u00e3o carater\u00edstica do Advento: \u00abVem, Senhor Jesus!\u00bb (<em>Ap<\/em>\u00a022, 20). Com esta invoca\u00e7\u00e3o, termina o livro do Apocalipse: \u00abVem, Senhor Jesus!\u00bb Podemos diz\u00ea-la ao princ\u00edpio de cada dia e repeti-la com frequ\u00eancia, antes das reuni\u00f5es, do estudo, do trabalho e das decis\u00f5es a tomar, nos momentos mais importantes e nos de prova\u00e7\u00e3o:\u00a0<em>Vem, Senhor Jesus<\/em>! Uma ora\u00e7\u00e3o breve, mas vinda do cora\u00e7\u00e3o. Repitamo-la neste tempo de Advento: \u00abVem, Senhor Jesus!\u00bb<\/p>\n<p>Invocando assim a sua proximidade, treinaremos a nossa\u00a0<em>vigil\u00e2ncia<\/em>. Hoje o evangelho de Marcos prop\u00f4s-nos a parte final do \u00faltimo discurso de Jesus, que se condensa numa \u00fanica palavra: \u00abVigiai!\u00bb O Senhor repete-a quatro vezes, em cinco vers\u00edculos (cf. 13, 33-35.37). \u00c9 importante permanecer vigilantes, porque na vida \u00e9 um erro perder-se em mil coisas e n\u00e3o se dar conta de Deus. Dizia Santo Agostinho: \u00ab<em>Timeo Iesum transeuntem\u2026<\/em>\u00a0\u2013 tenho medo que Jesus passe sem me dar conta\u00bb (<em>Sermones<\/em>, 88, 14, 13). Arrastados pelos nossos interesses \u2013 sentimo-lo todos os dias \u2013, distra\u00eddos por tantas vaidades, corremos o risco de perder o essencial. Por isso, hoje, o Senhor repete \u00ab<em>a todos<\/em>: vigiai!\u00bb (<em>Mc<\/em>\u00a013, 37). Vigiai, estai atentos!<\/p>\n<p>Mas, se devemos velar, quer dizer que nos encontramos na noite. \u00c9 verdade! Agora n\u00e3o vivemos no dia, mas \u00e0 espera do dia por entre obscuridades e fadigas. O dia chegar\u00e1, quando estivermos com o Senhor. Chegar\u00e1, n\u00e3o desfale\u00e7amos! A noite passar\u00e1, surgir\u00e1 o Senhor e vir\u00e1 julgar-nos, Ele que morreu na cruz por n\u00f3s. Vigiar \u00e9 esperar isto, \u00e9 n\u00e3o se deixar dominar pelo des\u00e2nimo: a isto chama-se\u00a0<em>viver na esperan\u00e7a<\/em>. Como antes de nascer fomos esperados por quem nos amava, assim agora somos esperados pelo Amor em pessoa. E, se somos esperados no C\u00e9u, para qu\u00ea viver de pretens\u00f5es terrenas? Para qu\u00ea esfalfar-se por um pouco de dinheiro, de fama, de sucesso\u2026 coisas todas que passam? Para qu\u00ea perder tempo a lamentar-se da noite, se nos espera a luz do dia? Para qu\u00ea buscar \u00abpadrinhos\u00bb para se conseguir uma promo\u00e7\u00e3o e subir, ser promovido na carreira? Tudo passa. Vigiai: diz o Senhor.<\/p>\n<p>Manter-se acordado n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil; antes, \u00e9 uma coisa muito dif\u00edcil: \u00e9 natural dormir de noite. N\u00e3o o conseguiram os disc\u00edpulos de Jesus, a quem Ele dissera que vigiassem \u00ab\u00e0 tarde, \u00e0 meia-noite, ao cantar do galo, de manh\u00e3zinha\u00bb (cf.\u00a0<em>Mc<\/em>\u00a013, 35). E, precisamente nessas horas, n\u00e3o estiveram vigilantes: \u00e0 tarde, durante a \u00daltima Ceia, tra\u00edram Jesus; de noite, adormeceram; ao cantar do galo, renegaram-No; de manh\u00e3zinha, deixaram-No condenar \u00e0 morte. N\u00e3o velaram. Adormeceram. Mas o mesmo torpor pode descer tamb\u00e9m sobre n\u00f3s. H\u00e1 um sono perigoso:\u00a0<em>o sono da mediocridade<\/em>. Sobrev\u00e9m quando esquecemos o primeiro amor e avan\u00e7amos apenas por in\u00e9rcia, prestando aten\u00e7\u00e3o somente a viver tranquilos. Mas, sem \u00edmpetos de amor a Deus, sem esperar a sua novidade, tornamo-nos med\u00edocres, t\u00edbios, mundanos. E isto corr\u00f3i a f\u00e9, porque a f\u00e9 \u00e9 o contr\u00e1rio da mediocridade: \u00e9 desejo ardente de Deus, aud\u00e1cia cont\u00ednua em converter-se, coragem de amar, \u00e9 caminhar sempre para diante. A f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 \u00e1gua que apaga, mas fogo que queima; n\u00e3o \u00e9 um calmante para quem est\u00e1 agitado, mas uma hist\u00f3ria de amor para quem est\u00e1 enamorado! Por isso, Jesus detesta acima de tudo a tibieza (cf.\u00a0<em>Ap<\/em>\u00a03, 16). V\u00ea-se o desprezo de Deus pelos t\u00edbios.<\/p>\n<p>E como podemos despertar do sono da mediocridade? Com\u00a0<em>a vigil\u00e2ncia da ora\u00e7\u00e3o<\/em>. Rezar \u00e9 acender uma luz na noite. A ora\u00e7\u00e3o desperta da tibieza duma vida horizontal, levanta o olhar para o alto, sintoniza-nos com o Senhor. A ora\u00e7\u00e3o permite a Deus estar perto de n\u00f3s; por isso liberta da solid\u00e3o e d\u00e1 esperan\u00e7a. A ora\u00e7\u00e3o oxigena a vida: tal como n\u00e3o se pode viver sem respirar, assim tamb\u00e9m n\u00e3o se pode ser crist\u00e3o sem rezar. E h\u00e1 tanta necessidade de crist\u00e3os que vigiem por quem dorme, de adoradores, de intercessores que, dia e noite, levem \u00e0 presen\u00e7a de Jesus, luz do mundo, as trevas da hist\u00f3ria. H\u00e1 necessidade de adoradores. Perdemos um pouco o sentido da adora\u00e7\u00e3o: permanecer em sil\u00eancio diante do Senhor, adorando. Isto \u00e9 a mediocridade, a tibieza.<\/p>\n<p>Mas existe outro sono interior:\u00a0<em>o sono da indiferen\u00e7a<\/em>. Os indiferentes veem tudo igual, como se fosse de noite; e n\u00e3o se interessam por quem est\u00e1 perto deles. Quando orbitamos apenas em torno de n\u00f3s mesmos e das nossas necessidades, indiferentes \u00e0s dos outros, a noite desce sobre o cora\u00e7\u00e3o. O cora\u00e7\u00e3o torna-se escuro. Rapidamente come\u00e7amos a lamentar-nos de tudo, sentindo-nos v\u00edtima de todos e, por fim, tramamo-los em tudo. Lamenta\u00e7\u00f5es, sensa\u00e7\u00e3o de ser v\u00edtima e conjuras: \u00e9 uma corrente\u2026 Atualmente, parece que esta noite caiu sobre muitos: reivindicam para si pr\u00f3prios e desinteressam-se dos outros.<\/p>\n<p>Como acordar deste sono da indiferen\u00e7a? Com\u00a0<em>a vigil\u00e2ncia da caridade<\/em>. Para projetar luz sobre o referido sono da mediocridade, da tibieza, temos a vigil\u00e2ncia da ora\u00e7\u00e3o. Para despertar deste sono da indiferen\u00e7a, temos a vigil\u00e2ncia da caridade. A caridade \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o pulsante do crist\u00e3o: tal como n\u00e3o se pode viver sem pulsa\u00e7\u00e3o, assim tamb\u00e9m n\u00e3o se pode ser crist\u00e3o sem caridade. Pensam alguns que sentir compaix\u00e3o, ajudar, servir seja pr\u00f3prio de perdedores, quando, na realidade, \u00e9 a \u00fanica coisa vitoriosa, porque j\u00e1 est\u00e1 projetada para o futuro, para o dia do Senhor, quando h\u00e1 de passar tudo ficando apenas o amor. \u00c9 com as obras de miseric\u00f3rdia que nos aproximamos do Senhor. Pedimo-lo hoje na Ora\u00e7\u00e3o Coleta: \u00abDespertai, Senhor, nos vossos fi\u00e9is a vontade firme de se preparem, pela\u00a0<em>pr\u00e1tica das boas obras<\/em>, para\u00a0<em>ir ao encontro<\/em>\u00a0de Cristo\u00bb. A vontade de ir ao encontro de Cristo com as boas obras. Jesus vem e o caminho para ir ao seu encontro est\u00e1 assinalado: s\u00e3o as obras de caridade.<\/p>\n<p>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s, rezar e amar: aqui est\u00e1 a vigil\u00e2ncia. Quando a Igreja adora a Deus e serve o pr\u00f3ximo, n\u00e3o vive na noite. Ainda que esteja cansada e provada, caminha rumo ao Senhor. Invoquemo-Lo: Vinde, Senhor Jesus! Precisamos de V\u00f3s. Vinde para junto de n\u00f3s. V\u00f3s sois a luz: despertai-nos do sono da mediocridade; despertai-nos das trevas da indiferen\u00e7a. Vinde, Senhor Jesus! Tornai vigilantes os nossos cora\u00e7\u00f5es que agora vivem distra\u00eddos: fazei-nos sentir o desejo de rezar e a necessidade de amar.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na eucaristia com os novos cardeais o Papa Francisco chamou a aten\u00e7\u00e3o para a import\u00e2ncia da &#8220;vigil\u00e2ncia&#8221; em tempo de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3521408178,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[64],"class_list":["post-2037054814","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-vaticano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2037054814","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2037054814"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2037054814\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294995910,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2037054814\/revisions\/4294995910"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3521408178"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2037054814"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2037054814"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2037054814"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}