{"id":2092578473,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/8041-domingo-xi-do-tempo-comum-uma-semente-pequenina-"},"modified":"2025-11-07T16:33:16","modified_gmt":"2025-11-07T16:33:16","slug":"domingo-xi-do-tempo-comum-uma-semente-pequenina-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/domingo-xi-do-tempo-comum-uma-semente-pequenina-3\/","title":{"rendered":"Domingo XI do Tempo Comum: \u00abUma semente pequenina\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031.jpg\" \/><\/p>\n<p><p>1. O Evangelho deste Domingo XI do Tempo Comum (Marcos 4,26-34) p\u00f5e-nos na m\u00e3o, nos olhos e no cora\u00e7\u00e3o duas par\u00e1bolas singulares: a da semente que germina e cresce sozinha (vv. 26-29), e a do gr\u00e3o de mostarda (vv. 30-32). As par\u00e1bolas s\u00e3o pequenas, porque falam do que h\u00e1 de mais pequeno: a semente. A semente \u00e9 a palavra (Marcos 4,14; Lucas 8,11). Ora, a semente \u2013 semente de planta, semente de animal, semente de homem \u2013 \u00e9 a vida. Jesus ensina que \u00e9 a palavra que semeia a vida, pois \u00e9 o seu come\u00e7o. Entenda-se por este prisma o come\u00e7o da vida nova do Reino de Deus que pode sempre nascer em n\u00f3s, quando temos a gra\u00e7a de ver chegar at\u00e9 n\u00f3s a palavra do Evangelho, o pr\u00f3prio Evangelho em pessoa, Jesus Cristo, que nos faz nascer do alto e de novo (<em>\u00e1n\u00f4then<\/em>) (Jo\u00e3o 3,3).<\/p>\n<p>2. Tamb\u00e9m pequeninos s\u00e3o os passarinhos que v\u00eam abrigar-se nos ramos das \u00e1rvores (Marcos 4,32). As coisas pequeninas \u2013 plantas, animais, crian\u00e7as \u2013 requerem uma maior aten\u00e7\u00e3o. Toda a aten\u00e7\u00e3o, portanto, \u00e0 palavra de Jesus, que nos \u00e9 magistralmente repartida aos bocadinhos, como migalhas de p\u00e3o.<\/p>\n<p>3. Bem entendido, o texto das duas pequenas, mas belas par\u00e1bolas hoje expostas diante de n\u00f3s, vem depois da chamada \u00abpar\u00e1bola do semeador\u00bb ou \u00abda semente\u00bb, que \u00e9 narrada em Marcos 4,1-9, e explicada em Marcos 4,13-20, mas que devemos ter bem presente para compreendermos melhor as duas pequenas par\u00e1bolas de hoje. A par\u00e1bola do \u00absemeador\u00bb ou da \u00absemente\u00bb segue o esquema \u00ab3 + 1\u00bb [caminho, terreno pedregoso, espinhos + terra boa], que \u00e9 j\u00e1, de per si, ilustrativo, pois nos obriga a esperar at\u00e9 ao fim para ver o correto e lento percurso desde a sementeira [novembro\/dezembro] at\u00e9 \u00e0 colheita [abril\/maio]. \u00c9 mesmo dito, na par\u00e1bola, pedagogicamente, que a semente que germina depressa seca depressa (Marcos 4,5-6).<\/p>\n<p>4. \u00c9 not\u00f3rio que a semente \u00e9 coisa bem pequenina. \u00c9 o que h\u00e1 de mais pequeno. Mas cont\u00e9m inscrito no seu ADN um percurso semelhante ao de Jesus. De facto, uma vez ca\u00edda \u00e0 terra, dar\u00e1 o gr\u00e3o e o p\u00e3o. Ca\u00edda \u00e0 terra, morre para nascer de outra maneira. \u00c9 a Paix\u00e3o. Da semente \u00e0 Paix\u00e3o e ao P\u00e3o: \u00e9 todo o processo ou par\u00e1bola de JESUS a passar diante dos nossos olhos at\u00f3nitos! Portanto, se n\u00e3o entendemos a semente, o in\u00edcio do processo, pergunta Jesus, como entenderemos o inteiro processo e o seu final? (Marcos 4,13). Como entenderemos a gl\u00f3ria sem a humildade?<\/p>\n<p>5. De forma significativa, as duas par\u00e1bolas de hoje, situadas ainda no cone de luz da par\u00e1bola da \u00absemente\u00bb, s\u00f3 reclamam a a\u00e7\u00e3o humana em dois momentos distanciados no tempo: quando \u00e9 lan\u00e7ada a semente \u00e0 terra (Marcos 4,26) e quando chega o tempo da colheita (Marcos 4,29). Entre estes dois momentos, sucedem-se os dias e as noites, o homem dorme e acorda, e a semente lan\u00e7ada na terra germina, cresce e produz o seu fruto \u00abautomaticamente\u00bb (<em>autom\u00e1t\u00ea<\/em>), sem que o homem saiba \u00abcomo\u00bb (Marcos 4,27-28). N\u00e3o o sabia, e n\u00e3o o sabe, o homem simples, do campo, de ent\u00e3o e de hoje, embora o saiba hoje a biogen\u00e9tica. Hoje, a ci\u00eancia sabe o \u00abcomo\u00bb, mas tamb\u00e9m n\u00e3o sabe responder ao \u00abporqu\u00ea\u00bb. Temos todos de come\u00e7ar mesmo pela atitude sublime da admira\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>6. E no que ao gr\u00e3o de mostarda diz respeito, a a\u00e7\u00e3o humana s\u00f3 \u00e9 evocada quando o pequeno gr\u00e3o, que \u00e9 a menor de todas as sementes, \u00e9 semeado na terra (Marcos 4,31). Depois, s\u00f3 lhe \u00e9 dado constatar que uma \u00e1rvore cresce e deita grandes ramos, em que at\u00e9 os p\u00e1ssaros do c\u00e9u se v\u00eam abrigar (Marcos 4,32).<\/p>\n<p>7. O que \u00e9 que isto quer dizer? Quer dizer com certeza que o Reino de Deus tem o seu dinamismo pr\u00f3prio, e que \u00e9 de crescimento. E mais do que querer saber qual \u00e9 esse dinamismo, porventura para dele se apoderar e controlar e at\u00e9 empenhar-se no seu desenvolvimento, a rea\u00e7\u00e3o do homem deve ser, antes de mais, de admira\u00e7\u00e3o, adora\u00e7\u00e3o, louvor e gratid\u00e3o. Jesus, o Filho de Deus, Deus Ele mesmo, atravessa o nosso mundo na condi\u00e7\u00e3o humilde da nossa humana natureza, utilizando a cultura hebraica em que nasceu, falando a l\u00edngua ent\u00e3o popular nessa cultura, o aramaico, servindo-se das imagens mais simples e pr\u00f3ximas, ao alcance de todos: os campos, a semente, as \u00e1rvores, as aves\u2026 Tamb\u00e9m passar\u00e1 pelo sofrimento e pela morte. S\u00f3 depois vir\u00e1 a gl\u00f3ria da ressurrei\u00e7\u00e3o. E o Ap\u00f3stolo Paulo dir\u00e1: o que aconteceu a Ele, tamb\u00e9m nos acontecer\u00e1 a n\u00f3s; como aconteceu a Ele, tamb\u00e9m nos acontecer\u00e1 a n\u00f3s! Dito por Jesus: a eles (v. 34a), aos de fora (v. 11b), tudo chega em par\u00e1bolas, mas a v\u00f3s (v. 11a), \u00abaos pr\u00f3prios disc\u00edpulos\u00bb (<em>to\u00ees id\u00edois matheta\u00ees<\/em>) (v. 34b), \u00e9 dado o mist\u00e9rio do Reino de Deus (v. 11a), ou explicava-lhes tudo (v. 34b). De notar que a express\u00e3o \u00abos pr\u00f3prios disc\u00edpulos\u00bb s\u00f3 se encontra nesta passagem, e mostra a particular\u00edssima rela\u00e7\u00e3o que os une a Jesus.<\/p>\n<p>8. A par\u00e1bola do pequeno rebento do cedro, apresentada por Ezequiel (17,22-24), est\u00e1 em perfeita sintonia com as par\u00e1bolas do Evangelho de hoje. Um pequeno rebento plantado por Deus em Israel crescer\u00e1 tanto que servir\u00e1 de abrigo a todas as aves do c\u00e9u. E al\u00e9m disso servir\u00e1 ainda de aviso a todas as grandes \u00e1rvores do campo, pois, na verdade, Deus derruba a \u00e1rvore grande e exalta a pequena, seca a \u00e1rvore verde e reverdece a seca. Esta pequena par\u00e1bola ganha ainda mais relevo se posta em confronto com a par\u00e1bola da videira luxuriante, que \u00e9 Sedecias, plantada por Nabucodonosor em 597, e que volta os seus ramos quer para a Babil\u00f3nia quer para o Egipto, as duas grandes \u00e1guias, os dois senhores do tempo. N\u00e3o ter\u00e1 sucesso Sedecias, pois ser\u00e1 apanhada nas malhas da rede de Deus, e n\u00e3o vingar\u00e1 (Ezequiel 17,1-21). Na verdade, embora tendo fugido, \u00e9 alcan\u00e7ado por Nabucodonosor perto de Jeric\u00f3, em 587. Antes de lhe serem vazados os olhos e de ser levado cego para a Babil\u00f3nia, ter\u00e1 de ver ainda, com os seus olhos, serem mortos os seus filhos e a sua mulher. Li\u00e7\u00e3o: assim caem as \u00e1rvores grandes! Mas a \u00e1rvore pequenina, plantada por Deus continuar\u00e1 a crescer sem sobressaltos e servir\u00e1 de morada aos passarinhos!<\/p>\n<p>9. Ap\u00f3stolo Paulo continua, na li\u00e7\u00e3o cont\u00ednua ou semi-cont\u00ednua da Segunda Carta aos Cor\u00edntios (5,6-10), a encorajar-nos a habitar sempre na Casa do Senhor, mesmo quando habitamos ainda neste corpo, aparentemente longe do Senhor. Os verbos a que Paulo mais recorre nestes poucos vers\u00edculos s\u00e3o os verbos\u00a0<em>end\u00eam\u00e9\u00f4<\/em>\u00a0e\u00a0<em>ekd\u00eam\u00e9\u00f4<\/em>\u00a0(tr\u00eas vezes cada um). O termo chave, que explica as duas formas verbais, \u00e9\u00a0<em>d\u00eamos<\/em>[= povo], com as duas part\u00edculas\u00a0<em>en<\/em>\u00a0[= em] e\u00a0<em>ek<\/em>\u00a0[= fora de].\u00a0<em>End\u00eam\u00e9\u00f4<\/em>significa ent\u00e3o habitar junto do seu povo, sentir-se em casa, enquanto que\u00a0<em>ekd\u00eam\u00e9\u00f4<\/em>\u00a0significa habitar fora do seu povo, distante de casa. A nossa casa verdadeira \u00e9 estar em Casa com o Senhor. Mas enquanto estamos distantes dele, sabemos, pela f\u00e9, que \u00e9 para a sua Casa que caminhamos.<\/p>\n<p>10. O belo Salmo 92 continua a fazer vibrar em n\u00f3s a m\u00fasica da semente, das \u00e1rvores, das aves e dos dias breves e belos, da eternidade. O orante real\u00e7a a imagem vegetal, fresca e verdejante, da palmeira e do cedro, verdadeiro bras\u00e3o do justo. Quer a palmeira quer o cedro evocam uma vitalidade contra a qual em v\u00e3o atenta o deserto. Al\u00e9m disso, o cedro, com a sua altura, simboliza a longevidade: pode durar um mil\u00e9nio. E a palmeira,\u00a0<em>pho\u00ednix<\/em>\u00a0no texto grego, com o seu duplo significado de palmeira e f\u00e9nix, a ave da imortalidade, servir\u00e1 \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 para celebrar a vit\u00f3ria da vida nova e eterna. No culto sinagogal, este Salmo \u00e9 cantado \u00e0 entrada do S\u00e1bado, ao p\u00f4r-do-sol de sexta-feira. L\u00ea-se na Mishna: \u00abAo s\u00e1bado canta-se o C\u00e2ntico do dia de s\u00e1bado (Salmo 92), C\u00e2ntico para o tempo que h\u00e1 de vir, para o dia que ser\u00e1 inteiramente s\u00e1bado e repouso para a vida eterna. Mas \u00e9 o Senhor que est\u00e1 por detr\u00e1s de tudo isto. \u00c9 por isso que \u00e9 bom e belo louv\u00e1-lo!<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Deita com ternura a semente na terra<\/p>\n<p>\u00c9 o seu ber\u00e7o natural<\/p>\n<p>E adormece suavemente<\/p>\n<p>Tu e a semente<\/p>\n<p>A semente n\u00e3o erra<\/p>\n<p>A semente n\u00e3o mente<\/p>\n<p>Adormece na terra<\/p>\n<p>Aparece depois um fiozinho de erva<\/p>\n<p>Nasce e cresce<\/p>\n<p>Uma flor floresce<\/p>\n<p>Um fruto amadurece<\/p>\n<p>Um p\u00e1ssaro desce<\/p>\n<p>E reza e canta e dan\u00e7a e debica e agradece<\/p>\n<p>Ao Senhor da messe.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Senhor Jesus,<\/p>\n<p>D\u00e1-me um cora\u00e7\u00e3o puro e transparente<\/p>\n<p>Como uma nascente,<\/p>\n<p>Como uma semente,<\/p>\n<p>E ensina-me a ser simples e leve<\/p>\n<p>Como aquele p\u00e1ssaro que do c\u00e9u desce,<\/p>\n<p>Reza, canta, come e agradece.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. 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