{"id":2369184906,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/326-vaticano\/8343-homilia-do-papa-francisco-deixemo-nos-maravilhar-pelo-deus-das-surpresas"},"modified":"2025-11-07T16:34:32","modified_gmt":"2025-11-07T16:34:32","slug":"homilia-do-papa-francisco-deixemo-nos-maravilhar-pelo-deus-das-surpresas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/homilia-do-papa-francisco-deixemo-nos-maravilhar-pelo-deus-das-surpresas\/","title":{"rendered":"Homilia do Papa Francisco: \u00abDeixemo-nos maravilhar pelo Deus das surpresas\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_basilica_branco_190104022020.jpeg\" \/><\/p>\n<p><p><em>Na eucaristia a que presidiu na solenidade de Santa Maria, M\u00e3e de Deus, na Bas\u00edlica Vaticana, o Papa Francisco lembrou o dia como o momento para &#8220;nos deixarmos maravilhar perante o Deus das surpresas&#8221;. O Papa considerou, na homilia, que \u00e9 fundamental que nos &#8220;deixemo-nos olhar, deixemo-nos abra\u00e7ar, deixemo-nos tomar pela m\u00e3o de Maria&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>Leia, na \u00edntegra, a homilia do Papa Francisco.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00abTodos os que ouviram se maravilhavam com o que lhes diziam os pastores\u00bb (<em>Lc<\/em>\u00a02, 18).\u00a0<em>Maravilhar-nos<\/em>: a isto somos chamados hoje, na conclus\u00e3o da Oitava de Natal, com o olhar ainda fixo no Menino que nasceu para n\u00f3s, pobre de tudo e rico de amor. Maravilha: \u00e9 a atitude que devemos ter no come\u00e7o do ano, porque a vida \u00e9 um dom que nos possibilita come\u00e7ar sempre de novo, mesmo da condi\u00e7\u00e3o mais baixa.<\/p>\n<p>Mas hoje \u00e9 tamb\u00e9m o dia para nos maravilharmos diante da M\u00e3e de Deus: Deus \u00e9 um beb\u00e9 nos bra\u00e7os duma mulher, que alimenta o seu Criador. A imagem que temos \u00e0 nossa frente mostra a M\u00e3e e o Menino t\u00e3o unidos que parecem um s\u00f3. Tal \u00e9 o mist\u00e9rio de hoje, que suscita uma maravilha infinita: Deus ligou-Se \u00e0 humanidade para sempre. Deus e o homem sempre juntos: eis a boa not\u00edcia no in\u00edcio do ano. Deus n\u00e3o \u00e9 um senhor distante que habita solit\u00e1rio nos c\u00e9us, mas o Amor encarnado, nascido como n\u00f3s duma m\u00e3e para ser irm\u00e3o de cada um, para estar pr\u00f3ximo: o Deus da proximidade. Est\u00e1 nos joelhos de sua m\u00e3e, que \u00e9 tamb\u00e9m nossa m\u00e3e, e de l\u00e1 derrama uma nova ternura sobre a humanidade. E n\u00f3s compreendemos melhor o amor divino, que \u00e9 paterno e materno, como o duma m\u00e3e que n\u00e3o cessa de crer nos filhos e nunca os abandona. O Deus-connosco ama-nos independentemente dos nossos erros, dos nossos pecados, do modo como fazemos caminhar o mundo. Deus cr\u00ea na humanidade, da qual sobressai, primeira e incompar\u00e1vel, a sua M\u00e3e.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do ano, pedimos-Lhe a gra\u00e7a de nos maravilharmos perante o Deus das surpresas. Renovamos a maravilha das origens, quando nasceu em n\u00f3s a f\u00e9. A M\u00e3e de Deus ajuda-nos: a M\u00e3e que gerou o Senhor, gera-nos para o Senhor. \u00c9 m\u00e3e e gera sempre de novo, nos filhos, a maravilha da f\u00e9, porque a f\u00e9 \u00e9 um encontro, n\u00e3o \u00e9 uma religi\u00e3o. A vida, sem nos maravilharmos, torna-se cinzenta, rotineira; e de igual modo a f\u00e9. Tamb\u00e9m a Igreja precisa de renovar a sua maravilha por ser casa do Deus vivo, Esposa do Senhor, M\u00e3e que gera filhos; caso contr\u00e1rio, corre o risco de assemelhar-se a um lindo museu do passado. A \u00abIgreja museu\u00bb. Mas, Nossa Senhora introduz na Igreja a atmosfera de casa, duma casa habitada pelo Deus da novidade. Acolhamos maravilhados o mist\u00e9rio da M\u00e3e de Deus, como os habitantes de \u00c9feso no tempo do Conc\u00edlio l\u00e1 realizado! Como eles, aclamemo-La \u00abSanta M\u00e3e de Deus\u00bb!\u00a0<em>Deixemo-nos olhar, deixemo-nos abra\u00e7ar, deixemo-nos tomar pela m\u00e3o<\/em>\u2026 por Ela.<\/p>\n<p><em>Deixemo-nos olhar<\/em>. Acontece sobretudo nos momentos de necessidade, quando nos encontramos enredados nos n\u00f3s mais intricados da vida, que justamente olhemos\u00a0<em>para<\/em>\u00a0Nossa Senhora, para a M\u00e3e. Mas \u00e9 lindo, antes de mais nada, deixar-se olhar\u00a0<em>por<\/em>Nossa Senhora. Quando nos olha, Ela n\u00e3o v\u00ea pecadores, mas filhos. Diz-se que os olhos s\u00e3o o espelho da alma; os olhos da\u00a0<em>Cheia de Gra\u00e7a<\/em>\u00a0espelham a beleza de Deus, refletem sobre n\u00f3s o para\u00edso. Jesus disse que os olhos s\u00e3o \u00aba l\u00e2mpada do corpo\u00bb (<em>Mt<\/em>\u00a06, 22): os olhos de Nossa Senhora sabem iluminar toda a escurid\u00e3o, reacendem por todo o lado a esperan\u00e7a. O seu olhar, voltado para n\u00f3s, diz: \u00abQueridos filhos, coragem! Estou aqui Eu, a vossa m\u00e3e\u00bb.<\/p>\n<p>Este olhar materno, que infunde confian\u00e7a, ajuda a crescer na f\u00e9. A f\u00e9 \u00e9 um v\u00ednculo com Deus que envolve a pessoa inteira, mas, para ser guardado, precisa da M\u00e3e de Deus. O seu olhar materno ajuda a vermo-nos como filhos amados no povo crente de Deus e a amarmo-nos entre n\u00f3s, independentemente dos limites e op\u00e7\u00f5es de cada um. Nossa Senhora enra\u00edza-nos na Igreja, onde a unidade conta mais que a diversidade, e exorta-nos a cuidarmos uns dos outros. O olhar de Maria lembra que, para a f\u00e9, \u00e9 essencial a ternura, que impede a apatia.\u00a0<em>Ternura<\/em>: a Igreja da ternura. Ternura, palavra que hoje muitos querem cancelar do dicion\u00e1rio. Quando h\u00e1 lugar na f\u00e9 para a M\u00e3e de Deus, nunca se perde o centro: o Senhor. Com efeito, Maria nunca aponta para Si mesma, mas para Jesus e os irm\u00e3os, porque Maria \u00e9 m\u00e3e.<\/p>\n<p>Olhar da M\u00e3e, olhar das m\u00e3es. Um mundo que olha para o futuro, privado de olhar materno, \u00e9 m\u00edope. Aumentar\u00e1 talvez os lucros, mas jamais ser\u00e1 capaz de ver, nos homens, filhos. Haver\u00e1 ganhos, mas n\u00e3o ser\u00e3o para todos. Habitaremos na mesma casa, mas n\u00e3o como irm\u00e3os. A fam\u00edlia humana fundamenta-se nas m\u00e3es. Um mundo, onde a ternura materna acaba desclassificada a mero sentimento, poder\u00e1 ser rico de coisas, mas n\u00e3o rico de amanh\u00e3. M\u00e3e de Deus, ensinai-nos o vosso olhar sobre a vida e volvei o vosso olhar para n\u00f3s, para as nossas mis\u00e9rias.\u00a0<em>Esses vossos olhos misericordiosos a n\u00f3s volvei<\/em>.<\/p>\n<p><em>Deixemo-nos abra\u00e7ar<\/em>. Depois do olhar, entra em cena o cora\u00e7\u00e3o, no qual Maria \u2013 diz o Evangelho de hoje \u2013 \u00abconservava todas estas coisas, ponderando-as\u00bb (<em>Lc<\/em>\u00a02, 19). Por outras palavras, Nossa Senhora tomava tudo a peito, abra\u00e7ava tudo, eventos favor\u00e1veis e contr\u00e1rios. E tudo ponderava, isto \u00e9, levava a Deus. Eis o seu segredo. Da mesma forma, tem a peito a vida de cada um de n\u00f3s: deseja abra\u00e7ar todas as nossas situa\u00e7\u00f5es e apresent\u00e1-las a Deus.<\/p>\n<p>Na vida fragmentada de hoje, onde nos arriscamos a perder o fio \u00e0 meada, \u00e9 essencial o abra\u00e7o da M\u00e3e. H\u00e1 tanta dispers\u00e3o e solid\u00e3o em giro! O mundo est\u00e1 todo conectado, mas parece cada vez mais desunido. Precisamos de nos confiar \u00e0 M\u00e3e. Na Sagrada Escritura, Ela abra\u00e7a muitas situa\u00e7\u00f5es concretas e est\u00e1 presente onde h\u00e1 necessidade: vai encontrar a prima Isabel, socorre os esposos de Can\u00e1, encoraja os disc\u00edpulos no Cen\u00e1culo&#8230; Maria \u00e9 rem\u00e9dio para a solid\u00e3o e a desagrega\u00e7\u00e3o. \u00c9 a M\u00e3e da consola\u00e7\u00e3o, a M\u00e3e que \u201ccon-sola\u201d: est\u00e1 com quem se sente s\u00f3. Ela sabe que, para consolar, n\u00e3o bastam as palavras; \u00e9 necess\u00e1ria a presen\u00e7a. L\u00e1 Maria est\u00e1 presente como m\u00e3e. Consintamos-Lhe que abrace a nossa vida. Na\u00a0<em>Salv\u00e9 Rainha<\/em>, chamamos-Lhe \u00abvida nossa\u00bb: parece exagerado, porque a vida \u00e9 Cristo (cf.\u00a0<em>Jo<\/em>\u00a014, 6), mas Maria est\u00e1 t\u00e3o unida a Ele e t\u00e3o perto de n\u00f3s que n\u00e3o h\u00e1 nada melhor do que colocar a vida nas suas m\u00e3os e reconhec\u00ea-La \u00abvida, do\u00e7ura e esperan\u00e7a nossa\u00bb.<\/p>\n<p>E, depois, no caminho da vida,\u00a0<em>deixemo-nos tomar pela m\u00e3o<\/em>. As m\u00e3es tomam pela m\u00e3o os filhos e introduzem-nos amorosamente na vida. Mas hoje, quantos filhos, seguindo por conta pr\u00f3pria, perdem a dire\u00e7\u00e3o, creem-se fortes e extraviam-se, livres e tornam-se escravos! Quantos, esquecidos do carinho materno, vivem zangados com eles mesmos e indiferentes a tudo! Quantos, infelizmente, reagem a tudo e a todos com veneno e malvadez! A vida \u00e9 assim. Mostrar-se mau, \u00e0s vezes, at\u00e9 parece um sinal de fortaleza; mas \u00e9 s\u00f3 fraqueza! Precisamos de aprender com as m\u00e3es que o hero\u00edsmo est\u00e1 em doar-se, a fortaleza em ter piedade, a sabedoria na mansid\u00e3o.<\/p>\n<p>Deus n\u00e3o prescindiu da M\u00e3e: por maior for\u00e7a de raz\u00e3o, precisamos n\u00f3s d\u2019Ela. O pr\u00f3prio Jesus no-La deu; e n\u00e3o num momento qualquer, mas quando estava pregado na cruz: \u00abEis a tua m\u00e3e\u00bb (<em>Jo<\/em>\u00a019, 27) \u2013 disse Ele ao disc\u00edpulo, a cada disc\u00edpulo. Nossa Senhora n\u00e3o \u00e9 opcional: deve ser acolhida na vida. \u00c9 a Rainha da paz, que vence o mal e guia pelos caminhos do bem, rep\u00f5e a unidade entre os filhos, educa para a compaix\u00e3o.<\/p>\n<p>Tomai-nos pela m\u00e3o, Maria. Agarrados a V\u00f3s, superaremos as curvas mais fechadas da hist\u00f3ria. Levai-nos pela m\u00e3o a descobrir os la\u00e7os que nos unem. Reuni-nos, todos juntos, sob o vosso manto, na ternura do amor verdadeiro, onde se reconstitui a fam\u00edlia humana: \u00ab<em>\u00c0 vossa prote\u00e7\u00e3o, recorremos, Santa M\u00e3e de Deus<\/em>\u00bb. Digamo-lo, todos juntos, a Nossa Senhora: \u00ab<em>\u00c0 vossa prote\u00e7\u00e3o, recorremos, Santa M\u00e3e de Deus<\/em>\u00bb.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o Educris a partir do o<a href=\"http:\/\/w2.vatican.va\/content\/francesco\/it\/homilies\/2019\/documents\/papa-francesco_20190101_omelia-giornatamondiale-pace.html\">riginal em italiano<\/a><\/p>\n<p>01.01.2019<\/p>\n<p>\u00a0<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na eucaristia a que presidiu na solenidade de Santa Maria, M\u00e3e de Deus, na Bas\u00edlica Vaticana, o Papa Francisco lembrou 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