{"id":2496435825,"date":"2022-03-16T00:00:00","date_gmt":"2022-03-16T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/326-vaticano\/11290-audiencia-geral-a-velhice-pode-ajudar-os-jovens-a-estar-atentos-a-uma-vida-de-corrupcao"},"modified":"2022-03-16T00:00:00","modified_gmt":"2022-03-16T00:00:00","slug":"audiencia-geral-a-velhice-pode-ajudar-os-jovens-a-estar-atentos-a-uma-vida-de-corrupcao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/audiencia-geral-a-velhice-pode-ajudar-os-jovens-a-estar-atentos-a-uma-vida-de-corrupcao\/","title":{"rendered":"Audi\u00eancia-geral: \u00abA velhice pode ajudar os jovens a estar atentos a uma vida de corrup\u00e7\u00e3o\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_audiencia_171228064032.jpeg\"\/><\/p>\n<p><p><em>Francisco alertou para o \u201cvazio de interioridade\u201d provocado por \u201cuma vida obcecada pelo prazer\u201d e desafiou os mais velhos \u00e0 \u201cresponsabilidade de denunciar a corrup\u00e7\u00e3o humana na qual se vive como se tudo fosse l\u00edcito\u201d<\/em><\/p>\n<p>Leia, na \u00edntegra, a catequese do Santo Padre<\/p>\n<p><strong>Catequese sobre a Velhice 3.\u00a0A ancianidade, recurso para a juventude despreocupada<\/strong><\/p>\n<p><em>Estimados irm\u00e3os e irm\u00e3s, bom dia!<\/em><\/p>\n<p>A narra\u00e7\u00e3o b\u00edblica \u2013 com a linguagem simb\u00f3lica da \u00e9poca em que foi escrita \u2013 diz-nos algo surpreendente: Deus estava t\u00e3o amargurado por causa da maldade generalizada dos homens, a qual se tinha tornado um estilo normal de vida, que pensou que tivesse cometido um erro ao cri\u00e1-los e decidiu elimin\u00e1-los. Uma solu\u00e7\u00e3o radical. Poderia at\u00e9 ter uma paradoxal apar\u00eancia de miseric\u00f3rdia. Mais nenhum humano, mais nenhuma hist\u00f3ria, nem julgamento, nem condena\u00e7\u00e3o. E muitas v\u00edtimas predestinadas da corrup\u00e7\u00e3o, da viol\u00eancia e da injusti\u00e7a seriam poupadas para sempre.<\/p>\n<p>N\u00e3o acontece por vezes tamb\u00e9m a n\u00f3s \u2013 esmagados por um sentimento de impot\u00eancia contra o mal ou desmoralizados pelos \u201cprofetas de desventura\u201d \u2013 pensar que era melhor n\u00e3o ter nascido? Devemos dar cr\u00e9dito a certas teorias recentes que denunciam a esp\u00e9cie humana como um dano evolutivo para a vida no nosso planeta? Tudo negativo? N\u00e3o.<\/p>\n<p>De facto, estamos sob press\u00e3o, expostos a tens\u00f5es opostas que nos deixam confusos. Por um lado, temos o otimismo de uma juventude eterna, aceso pelo extraordin\u00e1rio progresso da tecnologia, que pinta um futuro cheio de m\u00e1quinas mais eficientes e inteligentes do que n\u00f3s, que curar\u00e3o os nossos males e pensar\u00e3o nas melhores solu\u00e7\u00f5es para n\u00e3o morrermos: o mundo do rob\u00f4. \u00a0Por outro, a nossa imagina\u00e7\u00e3o parece cada vez mais centrada na representa\u00e7\u00e3o de uma cat\u00e1strofe final que nos extinguir\u00e1. O que acontece com uma eventual guerra at\u00f3mica. No \u201cdia seguinte\u201d disto \u2013 se ainda existirmos, se houver dias e seres humanos \u2013 teremos de come\u00e7ar de zero. Destruir tudo para recome\u00e7ar de zero. Naturalmente, n\u00e3o quero banalizar o tema do progresso. Mas parece que o s\u00edmbolo do dil\u00favio est\u00e1 a ganhar terreno no nosso inconsciente. De resto, a atual pandemia coloca uma n\u00e3o insignificante hipoteca sobre a nossa representa\u00e7\u00e3o despreocupada das coisas que importam, para a vida e o seu destino.<\/p>\n<p>Na narra\u00e7\u00e3o b\u00edblica, quando se trata de salvar a vida na terra da corrup\u00e7\u00e3o e do dil\u00favio, Deus confia a tarefa \u00e0 fidelidade do mais velho de todos, o \u201cjusto\u201d No\u00e9. Ir\u00e1 a velhice salvar o mundo?, pergunto-me. Em que sentido? E como salvar\u00e1 a velhice o mundo? E qual \u00e9 o horizonte? Vida para al\u00e9m da morte ou apenas sobreviv\u00eancia at\u00e9 ao dil\u00favio?<\/p>\n<p>Uma palavra de Jesus, evocando \u201cos dias de No\u00e9\u201d, ajuda-nos a aprofundar o significado da p\u00e1gina b\u00edblica que acab\u00e1mos de ouvir. Jesus, falando dos \u00faltimos tempos, diz: \u00abComo ocorreu nos dias de No\u00e9, acontecer\u00e1 do mesmo modo nos dias do Filho do Homem. Comiam e bebiam, os homens casavam-se e as mulheres davam-se em casamento, at\u00e9 ao dia em que No\u00e9 entrou na arca. Veio o dil\u00favio e matou todos\u00bb (<em>Lc<\/em>\u00a017, 26-27). De facto, comer e beber, casar, s\u00e3o coisas muito normais e n\u00e3o parecem ser exemplos de corrup\u00e7\u00e3o. Onde est\u00e1 a corrup\u00e7\u00e3o? Onde havia corrup\u00e7\u00e3o l\u00e1? Com efeito, Jesus sublinha o facto de que os seres humanos, quando se limitam a desfrutar da vida, perdem at\u00e9 a perce\u00e7\u00e3o da corrup\u00e7\u00e3o, que mata a sua dignidade e envenena o seu significado. \u00a0Quando se perde a perce\u00e7\u00e3o da corrup\u00e7\u00e3o, e a corrup\u00e7\u00e3o torna-se algo normal: tudo tem o seu pre\u00e7o, tudo! Compra-se, vende-se, opini\u00f5es, gestos de justi\u00e7a\u2026 Isto, no mundo dos neg\u00f3cios, no mundo de tantos of\u00edcios, \u00e9 comum. E tamb\u00e9m vivem a corrup\u00e7\u00e3o despreocupadamente, como se fizesse parte da normalidade do bem-estar humano. Quando deves fazer alguma coisa e \u00e9 lento, aquele processo de fazer um pouco lento, quantas vezes ouvimos dizer: \u201cMas, se me ofereces uma gorjeta eu acelero isto\u201d. Muitas vezes. \u201cD\u00e1-me alguma coisa e vou em frente\u201d. Sabemo-lo bem, todos n\u00f3s. O mundo da corrup\u00e7\u00e3o parece parte da normalidade do ser humano; e isto \u00e9 negativo. Esta manh\u00e3 falei com um senhor que me contava sobre este problema na sua terra. Os bens da vida s\u00e3o consumidos e apreciados sem preocupa\u00e7\u00e3o pela qualidade espiritual da vida, sem cuidados com o habitat da casa comum. Explora-se tudo, sem preocupa\u00e7\u00e3o com a mortifica\u00e7\u00e3o e o des\u00e2nimo de que muitos sofrem, nem com o mal que envenena a comunidade. Desde que a vida normal possa ser preenchida com \u201cbem-estar\u201d, n\u00e3o queremos pensar no que a torna vazia de justi\u00e7a e amor. \u201cMas, eu estou bem! Por que devo pensar nos problemas, nas guerras, na mis\u00e9ria humana, na pobreza e na malvadez? N\u00e3o, eu estou bem. N\u00e3o me importo com os outros\u201d. Este \u00e9 o pensamento inconsciente que nos leva em frente a viver um estado de corrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pode a corrup\u00e7\u00e3o tornar-se normalidade?, pergunto-me. \u00a0Irm\u00e3os e irm\u00e3s, infelizmente, sim. Pode-se respirar o ar da corrup\u00e7\u00e3o como se respira o oxig\u00e9nio. \u201cMas \u00e9 normal; se quiser que eu fa\u00e7a isto depressa, quanto me d\u00e1?\u201d. \u00c9 normal! \u00c9 normal, mas \u00e9 negativo, n\u00e3o \u00e9 bom!\u00a0 O que lhe abre a estrada? Uma coisa: a despreocupa\u00e7\u00e3o que considera s\u00f3 a si mesmo: este \u00e9 o corredor que abre a porta para a corrup\u00e7\u00e3o que envolve a vida de todos. A corrup\u00e7\u00e3o tira grande vantagem desta despreocupa\u00e7\u00e3o \u00edmpia. Quando a uma pessoa tudo corre bem e n\u00e3o lhe importa dos outros: esta despreocupa\u00e7\u00e3o suaviza as nossas defesas, entorpece a nossa consci\u00eancia e torna-nos \u2013 at\u00e9 involuntariamente \u2013 c\u00famplices. Pois a corrup\u00e7\u00e3o n\u00e3o caminha sozinha: uma pessoa sempre tem c\u00famplices. E a corrup\u00e7\u00e3o alarga-se, alarga-se sempre.<\/p>\n<p>A velhice est\u00e1 na posi\u00e7\u00e3o adequada para compreender o engano desta normaliza\u00e7\u00e3o de uma vida obcecada pelo prazer e vazia de interioridade: vida sem pensamento, sem sacrif\u00edcio, sem interioridade, sem beleza, sem verdade, sem justi\u00e7a, sem amor: isto tudo \u00e9 corrup\u00e7\u00e3o. A sensibilidade especial de n\u00f3s idosos, da idade anci\u00e3 \u00e0s aten\u00e7\u00f5es, pensamentos e afetos que nos tornam humanos deve voltar a ser uma voca\u00e7\u00e3o para muitos. E ser\u00e1 uma escolha de amor dos idosos para com as novas gera\u00e7\u00f5es. Seremos n\u00f3s a dar o alarme, o alerta: \u201cEst\u00e1 atento, que esta \u00e9 a corrup\u00e7\u00e3o, n\u00e3o te traz nada\u201d. Hoje \u00e9 t\u00e3o necess\u00e1ria a sabedoria dos idosos, para ir contra a corrup\u00e7\u00e3o. As novas gera\u00e7\u00f5es esperam de n\u00f3s, idosos, de n\u00f3s anci\u00e3os uma palavra que seja profecia, que abra as portas a novas perspetivas fora deste mundo despreocupado da corrup\u00e7\u00e3o, do h\u00e1bito \u00e0s coisas corruptas. A b\u00ean\u00e7\u00e3o de Deus escolhe a velhice para este carisma t\u00e3o humano e humanizador. Que sentido tem a minha velhice? Cada um de n\u00f3s idosos podemos perguntar. O sentido \u00e9 este: ser profeta da corrup\u00e7\u00e3o e dizer aos outros: \u201cParai, eu percorri aquela estrada e n\u00e3o vos leva a nada! Agora digo-vos a minha experi\u00eancia\u201d. N\u00f3s idosos devemos ser profetas contra a corrup\u00e7\u00e3o, como No\u00e9 foi o profeta contra a corrup\u00e7\u00e3o do seu tempo, pois foi o \u00fanico em quem Deus confiou. Pergunto a todos v\u00f3s \u2013 e tamb\u00e9m a mim: o meu cora\u00e7\u00e3o est\u00e1 aberto a ser profeta contra a corrup\u00e7\u00e3o de hoje? H\u00e1 um aspeto negativo, quando os idosos n\u00e3o amadurecem e ficam velhos com os mesmos h\u00e1bitos corruptos dos jovens. Pensemos na narra\u00e7\u00e3o b\u00edblica dos ju\u00edzes de Susana: s\u00e3o o exemplo de uma velhice corrupta. E n\u00f3s, com uma velhice assim n\u00e3o seremos capazes de ser profetas para as jovens gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>E No\u00e9 \u00e9 o exemplo desta velhice generativa: n\u00e3o \u00e9 corrupta, \u00e9 generativa. No\u00e9 n\u00e3o prega, n\u00e3o se queixa, n\u00e3o recrimina, mas cuida do futuro da gera\u00e7\u00e3o que est\u00e1 em perigo. N\u00f3s idosos devemos cuidar dos jovens, das crian\u00e7as que est\u00e3o em perigo. Ele constr\u00f3i a arca de acolhimento e faz entrar homens e animais. Ao cuidar da vida, em todas as suas formas, No\u00e9 cumpre a ordem de Deus ao repetir o gesto terno e generoso da cria\u00e7\u00e3o, que na realidade \u00e9 o pr\u00f3prio pensamento que inspira a ordem de Deus: uma nova b\u00ean\u00e7\u00e3o, uma nova cria\u00e7\u00e3o (cf.\u00a0<em>Gn<\/em>\u00a08, 15-9, 17). A voca\u00e7\u00e3o de No\u00e9 permanece sempre atual. O santo patriarca ainda deve interceder por n\u00f3s. E n\u00f3s, mulheres e homens de uma certa idade \u2013 para n\u00e3o dizer velhos, pois alguns se ofendem \u2013 n\u00e3o esque\u00e7amos que temos a possibilidade da sabedoria, de dizer aos outros: \u201cOlha, esta estrada de corrup\u00e7\u00e3o n\u00e3o leva a nada\u201d. N\u00f3s devemos ser como o bom vinho que no final quando fica velho pode oferecer uma mensagem positiva e n\u00e3o negativa.<\/p>\n<p>Lan\u00e7o um apelo, hoje, a todas as pessoas que t\u00eam uma certa idade, para n\u00e3o dizer velhos. Estai atentos: tendes a responsabilidade de denunciar a corrup\u00e7\u00e3o humana na qual se vive e na qual vai em frente este modo de viver de relativismo, totalmente relativo, como se tudo fosse l\u00edcito. Vamos em frente. O mundo precisa, tem necessidade de jovens fortes, que v\u00e3o em frente, e de idosos s\u00e1bios. Pe\u00e7amos ao Senhor a gra\u00e7a da sabedoria.<\/p>\n<p>Imagem: Vatican Media<\/p>\n<p>Educris|16.03.2022<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Francisco alertou para o \u201cvazio de interioridade\u201d provocado por \u201cuma vida obcecada pelo prazer\u201d e desafiou os mais velhos \u00e0 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3103503734,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[64],"class_list":["post-2496435825","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-vaticano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2496435825","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2496435825"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2496435825\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3103503734"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2496435825"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2496435825"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2496435825"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}