{"id":28988157,"date":"2010-02-23T00:00:00","date_gmt":"2010-02-23T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/44-destaques\/445-alunos-da-secundaria-jose-estevao-no-encontro-iberico-de-taize-no-porto"},"modified":"2010-02-23T00:00:00","modified_gmt":"2010-02-23T00:00:00","slug":"alunos-da-secundaria-jose-estevao-no-encontro-iberico-de-taize-no-porto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/alunos-da-secundaria-jose-estevao-no-encontro-iberico-de-taize-no-porto\/","title":{"rendered":"Alunos da Secund\u00e1ria Jos\u00e9 Estev\u00e3o no Encontro Ib\u00e9rico de Taiz\u00e9 no Porto"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/110808053900_taize_alunos_secundrio_2010.jpg\"\/><\/p>\n<p>No Carnaval de 2010, entre 13 e 16 de Fevereiro, trinta alunos de Educa\u00e7\u00e3o Moral e Religiosa Cat\u00f3lica da Escola Secund\u00e1ria de Jos\u00e9 Est\u00eav\u00e3o de Aveiro participaram no Encontro Ib\u00e9rico de Taiz\u00e9 no Porto, para procurar juntos as fontes da alegria atrav\u00e9s: <\/p>\n<ul>\n<li>de uma experi\u00eancia de hospitalidade proporcionada pelas fam\u00edlias da Invicta; <\/li>\n<li>da beleza de uma comunh\u00e3o com Deus celebrada em ora\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias; <\/li>\n<li>da descoberta de iniciativas que visam dar um rosto mais humano \u00e0 sociedade; <\/li>\n<li>do encontro com jovens vindos de horizontes muito diversos; <\/li>\n<li>da reflex\u00e3o b\u00edblica e sobre a rela\u00e7\u00e3o da f\u00e9 com temas sociais, culturais ou art\u00edsticos; <\/li>\n<li>de uma viv\u00eancia concreta em Igreja, em esp\u00edrito de simplicidade, partilha e acolhimento.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Ficam alguns testemunhos&#8230;<\/p>\n<p>&#8220;&#8230;De facto este encontro n\u00e3o foi uma semana em Taiz\u00e9, mas consegui descobrir as fontes da Alegria, consegui (re)viver a minha f\u00e9 e trazer for\u00e7a para casa! As pessoas com quem convivi diariamente mostraram-me, at\u00e9 com os mais pequenos gestos, que Deus \u00e9 grande, que Deus \u00e9 amor, partilha, alegria e comunh\u00e3o! Foi \u00f3ptimo ver a disponibilidade das fam\u00edlias de acolhimento, que mudaram os seus h\u00e1bitos di\u00e1rios, para acolher jovens desconhecidos, e que faziam, por vezes mais do que podiam, para que n\u00f3s nos sent\u00edssemos acolhidos! Foi \u00f3ptimo ver os frutos de dias de trabalho \u00e1rduo, e muito poucas horas de sono, da parte das par\u00f3quias, dos seus jovens e colaboradores! Foi \u00f3ptimo, pela primeira vez, rezar (quase) todos os c\u00e2nticos na nossa l\u00edngua, e rez\u00e1-los com certeza do que est\u00e1vamos a dizer! Foi \u00f3ptimos ver a alegria e felicidade nos olhos dos que participaram! Foi \u00f3ptimo mais uma vez partilhar esta nossa F\u00e9 com os outros!<\/p>\n<p>Este encontro foi de facto uma peregrina\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a, confian\u00e7a em Deus, confian\u00e7a em n\u00f3s e confian\u00e7a nos outros. Que sejam sempre feitos encontros desta grandeza, porque nunca s\u00e3o de mais, n\u00e3o cansam nem nunca nos v\u00e3o desiludir.&#8221;( <em>Joana Teixeira)<\/em><\/p>\n<p><em>&#8220;&#8230;<\/em> O esp\u00edrito de partilha, tento andar sempre com ele amarrado ao cora\u00e7\u00e3o. N\u00e3o vou esquecer as fam\u00edlias que nos acolheram porque a Paula, que foi a minha &#8220;m\u00e3e&#8221; durante estes quatro fant\u00e1sticos dias, e a Helena, que foi a &#8220;m\u00e3e&#8221; dos meus dois amigos que tamb\u00e9m estiveram no encontro, eram irm\u00e3s, o que nos permitiu estar mais tempo juntos. Aproveito para agradecer a todos os que nos receberam. Em especial \u00e0 Sofia, a minha &#8220;prima&#8221; e &#8220;irm\u00e3&#8221; deles, por nos ter aturado e ter tido paci\u00eancia para n\u00f3s. O encontro de Taiz\u00e9 \u00e9 algo que se pode repetir a qualquer altura do ano e em qualquer parte. Felicidade foi, de facto, o que encontrei no encontro. Obrigada<em>.&#8221; <\/em><em>( Carolina Cardoso, 11\u00ba ano)<\/em><\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &#8220;O primeiro ano em que pude integrar no grupo que ia a Taiz\u00e9, foi logo o ano em que Taiz\u00e9 ia ao Porto. Por um lado \u00e9 bom, na medida em que os custos n\u00e3o s\u00e3o muito elevados, fica mais perto de casa e, sem esquecer, que \u00e9 um ambiente em que estou melhor adaptado (ambiente portugu\u00eas).<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Este ano decidi ir. Tive de pagar 50 euros, coisa m\u00ednima mas que espero encontrar um dia no ch\u00e3o de uma descuidada rua. Como nunca tinha experienciado algo do g\u00e9nero, n\u00e3o sabia bem o que ia para o Porto fazer. Nem com a ajuda do plano entregue pela professora percebi ou n\u00e3o quis perceber o que se ia passar. S\u00f3 sabia que ia ser acolhido por uma fam\u00edlia e que as actividades iam decorrer numa determinada par\u00f3quia e num ambiente &#8220;portista&#8221; (ainda tenho pena, pelos meus infortunados colegas benfiquistas).<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Este projecto tinha o objectivo de nos fazer encontrar as fontes de alegria. No Porto n\u00e3o encontrei nenhuma fonte que jorrasse qualquer tipo de l\u00edquido chamado alegria, mas sei que houve qualquer coisa dentro de mim que mudou. N\u00e3o sei bem o qu\u00ea, mas sinto. Estou mais tolerante, descontra\u00eddo, bem-disposto (parece que as ora\u00e7\u00f5es da noite, retiraram-me as impurezas que estavam presentes no meu corpo pecador).<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Focando agora a par\u00f3quia e fam\u00edlia que me acolheu. A par\u00f3quia recebeu-nos de uma forma extraordin\u00e1ria e de l\u00e1 sa\u00edram boas amizades. Eram um grupo muito simp\u00e1tico e divertido. Jamais me esquecerei das ora\u00e7\u00f5es, passeios, festas, m\u00fasica, comida &#8230; enfim n\u00e3o me esquecerei de nada. A fam\u00edlia que me acolheu, refiro desde j\u00e1 aqui que era muito grande (composta unicamente por uma pessoa). Mas n\u00e3o \u00e9 esse facto que a tornou pior, ali\u00e1s a &#8220;fam\u00edlia&#8221; era muito simp\u00e1tica e carinhosa. Gostei dos mais pequenos pormenores que a &#8220;fam\u00edlia&#8221; tinha em conta para tornar a minha estadia a melhor.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Queria com este texto dizer (ou escrever) que este projecto&#8230; Taiz\u00e9*, foi das coisas mais inesquec\u00edveis, inacredit\u00e1veis e fant\u00e1sticas que alguma vez fiz ou farei, porque s\u00e3o estes momentos que nos tornam melhores cidad\u00e3os e tornam a nossa vida algo prop\u00edcio a viver. Espero para o ano ir. Ouvi dizer que no pr\u00f3ximo ano \u00e9 mesmo em Taiz\u00e9, portanto \u00e9 bom que comece a aperfei\u00e7oar o meu franc\u00eas&#8230; Arrivederci**.<\/p>\n<p>* &#8211; Nesta altura, o autor apresentava-se com uma grande sensibilidade, dedica\u00e7\u00e3o, sinceridade e duas l\u00e1grimas.<\/p>\n<p>** &#8211; Depois de acabar o texto, o autor percebeu que a palavra &#8220;Arrivederci&#8221; \u00e9 de origem italiana e n\u00e3o francesa. Foi um momento desperdi\u00e7ado pelo autor para mostrar que sabia alguma coisa de l\u00edngua francesa<em>.&#8221;( Ricardo Pinto, 10\u00ba ano)<\/em><\/p>\n<p>&#8220;&#8230;Aqui, em Taiz\u00e9\/Porto, \u00e9 mais f\u00e1cil o reconhecimento e conhecimento da interioridade dos outros e a nossa pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>Aqui, mesmo que tenhamos deixado tudo e que tenhamos partido sozinhos, estamos sempre acompanhados. Cada vez mais entendo a import\u00e2ncia dessa educa\u00e7\u00e3o para a espiritualidade, que tanto debatemos nesses dias.<\/p>\n<p>Aqui, longe das obriga\u00e7\u00f5es dos dias, \u00e9 mais f\u00e1cil ganhar (a tal) coragem, que nos permite voltarmo-nos para o Mundo.<\/p>\n<p>Aqui, reforcei a necessidade de parar para pensar, para ouvir o que vai dentro de mim e n\u00e3o somente o que ou\u00e7o no dia-a-dia, que s\u00e3o na maioria das vezes vozes sobrepostas e complicadas.(&#8230;)\u00c9 um s\u00edtio onde olhei para dentro de mim e dos que me rodeiam, e onde ganhei mais confian\u00e7a em mim e ao Mundo.&#8221; <em>( Gabriela Lacerda,11\u00ba)<\/em><\/p>\n<p>&#8220;&#8230;A nossa casa era super acolhedora e o ambiente fant\u00e1stico.(&#8230;) As ora\u00e7\u00f5es da noite foram sem d\u00favida a melhor parte do encontro, os c\u00e2nticos, a cruz, tudo. Senti-me fora do mundo f\u00edsico e envolvido em completo num espa\u00e7o sem coordenadas na terra. Nos pequenos grupos matinais aprendi v\u00e1rias coisas sobre os valores pessoais, \u00e9ticos e morais. Conheci pessoas fant\u00e1sticas, vivi experi\u00eancias magn\u00edficas, aprendi a dar valor a coisas que nunca tinha dado.<\/p>\n<p>Tenho a agradecer \u00e0 minha querida professora Teresa Grancho esta oportunidade e a todos os seis mil participantes o calor que recebi.<\/p>\n<p>Foi assim que encontrei a Fonte da Felicidade&#8221;.<em> ( Joel Mariano, Jemex, 11\u00ba ano)<\/em><\/p>\n<p align=\"right\">Webmaster|2010-02-23|16:14:05<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Carnaval de 2010, entre 13 e 16 de Fevereiro, trinta alunos de Educa\u00e7\u00e3o Moral e Religiosa Cat\u00f3lica da Escola [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":213166788,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[49],"class_list":["post-28988157","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-emrc"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28988157","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28988157"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28988157\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/213166788"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28988157"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28988157"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28988157"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}