{"id":2918530371,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/7859-triduo-pascal-paixao-do-senhor"},"modified":"2025-11-07T16:33:13","modified_gmt":"2025-11-07T16:33:13","slug":"triduo-pascal-paixao-do-senhor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/triduo-pascal-paixao-do-senhor\/","title":{"rendered":"Tr\u00edduo Pascal: \u00abPaix\u00e3o do Senhor\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031_160503044443.jpg\" \/><\/p>\n<p><p>1. Foi-nos dada a gra\u00e7a de nos reunirmos aqui, na Casa de Deus, nesta Sexta-Feira Santa, para celebrarmos, unidos de alma e cora\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja inteira, a Una e Santa, a Paix\u00e3o do \u00fanico Senhor da nossa vida, \u00abAquele que nos ama\u00bb (Apocalipse 1,5), Jesus Cristo.<\/p>\n<p>2. E foi-nos dado seguir, passo a passo, com a convers\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o e o louvor no cora\u00e7\u00e3o, o imenso relato da Paix\u00e3o do \u00fanico Senhor da nossa vida, a partir do Evangelho segundo S. Jo\u00e3o (18,1-19,42). Foi assim que atravess\u00e1mos o Cedron e entr\u00e1mos no \u00abjardim\u00bb. \u00c9 de noite, mas arde a LUZ, a LUZ, a LUZ. \u00c9 verdade que j\u00e1 n\u00e3o estamos todos. Judas perdeu-se na NOITE, na NOITE, na NOITE (Jo\u00e3o 13,30). Vir\u00e1 depois com archotes e lanternas \u2013 m\u00edsero suced\u00e2neo da LUZ \u2013 e com armas (Jo\u00e3o 18,3). Vem prender a LUZ, mas cai encandeado (Jo\u00e3o 18,6). Tem de ser a LUZ a ofuscar-se por amor e a entregar-se a ele por amor. Neste ponto preciso, refere o relato de Marcos que n\u00f3s fugimos todos, abandonando-o (Marcos 14,50). E fugidos andaremos, e perdidos, na noite e no frio, at\u00e9 sermos outra vez por Ele encontrados e recolhidos. Mas j\u00e1, entretanto, Pedro, perdido, se acolhe a outra luz e se aquece a outro lume (Jo\u00e3o 18,18). E, interpelado, nega ter andado com Jesus, ter alguma coisa a ver com Jesus, ter parte com Jesus. Nega mesmo conhecer Jesus (Marcos 14,67-71; Jo\u00e3o 18,17-27).<\/p>\n<p>3. At\u00e9 que o galo canta, e come\u00e7a a nascer o dia para Pedro (Marcos 14,72; Jo\u00e3o 18,1-27). Notemos que quando Judas sai, \u00e9 de NOITE, e que, depois da nega\u00e7\u00e3o de Pedro, o DIA nasce com o canto do galo. O relato de Pedro faz parte integrante do relato da Paix\u00e3o, e n\u00e3o \u00e9 um seu acompanhamento secund\u00e1rio. \u00c9 o relato do anunciador. O canto do galo \u00e9 um sinal. Traz para a cena a obra criadora do primeiro dia, em que, segundo o relato do G\u00e9nesis, \u00abDeus separou a luz e as trevas\u00bb (G\u00e9nesis 1,3-5). Aqui, em contraponto, est\u00e3o as trevas de Judas e a luz nascente para Pedro. Obra luminosa e criadora. Mas tamb\u00e9m anunciadora, porque este canto exerce uma fun\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia entre as fases do tempo: nenhum animal \u00e9 mais querigm\u00e1tico do que o galo. Iremos encontr\u00e1-lo sobre os nossos antigos campan\u00e1rios, mas j\u00e1, antes disso, o encontr\u00e1mos muitas vezes sobre os primeiros sarc\u00f3fagos crist\u00e3os.<\/p>\n<p>4. Mas vejamos ainda melhor a qualidade ou falta dela do testemunho que damos de Jesus. Tamb\u00e9m aqui a p\u00e1gina do Evangelho \u00e9 admir\u00e1vel e implac\u00e1vel. Jesus acaba de dizer ao Sumo-Sacerdote que n\u00e3o o interrogue a Ele, mas que interrogue aqueles que ouviram os seus ensinamentos, pois n\u00e3o falou \u00e0s escondidas, mas em p\u00fablico (Jo\u00e3o 18,19-21). Impressionante verificarmos que, ao mesmo tempo que Jesus faz esta afirma\u00e7\u00e3o dentro do Pal\u00e1cio, Pedro esteja a ser interrogado c\u00e1 fora, e responda negando tudo! (Jo\u00e3o 18,17.25-27).<\/p>\n<p>5. Mas Jesus prossegue o seu caminho de amor at\u00e9 ao fim. At\u00e9 \u00e0 Cruz. \u00c9 l\u00e1 que se revela o rosto do doentio gosto pela morte que nos habita. \u00abSalva-te a ti mesmo!\u00bb (Lucas 23,35.37.39), gritamos n\u00f3s repetidamente zombando, porque o que queremos mesmo, n\u00e3o \u00e9 que Ele se salve; o que queremos mesmo \u00e9 assistir ao doentio espet\u00e1culo da morte! N\u00e3o quero que penseis, meus irm\u00e3os, que isto s\u00e3o coisas do passado, e que n\u00e3o t\u00eam nada a ver connosco. N\u00e3o. O que estou a dizer acerca deste doentio gosto pela morte passa-se hoje. Como gostamos n\u00f3s de ver os nossos irm\u00e3os a atolar-se na lama! A tanto chegou a nossa malvadez! Um \u00f3dio sem motivo, sem fundo, nos habita (Salmo 35,19; 69,5; Jo\u00e3o 15,25). Sim, Ele \u00e9 o Justo. Ele \u00e9 a Bondade absolutamente gratuita, sempre Primeira e radical, igualmente sem motivo, sem fundo. Ele ama Primeiro (1 Jo\u00e3o 4,19), quando \u00e9ramos ainda pecadores (Romanos 5,8). Por isso, em vez de \u00e0 nossa viol\u00eancia oferecer mais viol\u00eancia, Ele acolhe-a e acolhe-nos por amor, e por amor a n\u00f3s se entrega, declarando assim ultrapassados e in\u00fateis os nossos mais requintados \u00f3dios e os nossos mais sofisticados instrumentos de guerra (cf. Isa\u00edas 2,2-4; Miqueias 4,1-3). Ali, naquele Corpo Crucificado, morto por amor, e por amor exposto por escrito diante dos nossos olhos at\u00f3nitos (G\u00e1latas 3,1), morre o nosso desejo de morte, o nosso pecado, apagado pelo fogo do amor, que declara o nosso pecado completamente in\u00fatil, inutilizado, anulado e ultrapassado (cf. Colossenses 2,14).<\/p>\n<p>6. Ainda vamos a tempo de ver que, sob o olhar do Crucificado, quatro soldados levam as coisas de Jesus, que, para o efeito, dividem em quatro partes: uma para cada um deles (Jo\u00e3o 19,23). O contraponto, belo, vem de quatro mulheres (a m\u00e3e de Jesus, \/ a irm\u00e3 de sua m\u00e3e, \/ Maria, mulher de Cl\u00e9ofas, \/ e Maria Madalena), que n\u00e3o levam as coisas de Jesus, mas se abra\u00e7am \u00e0 Cruz de Jesus (<em>par\u00e1 t\u00f4 staur\u00f4<\/em>), como se ela fosse uma pessoa (Jo\u00e3o 19,25). Elas abra\u00e7am e levam o amor de Jesus!<\/p>\n<p>7. Na Cruz, Jesus reza o salmo 22, todo, desde \u00abMeu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?\u00bb (Salmo 22,2), at\u00e9 \u00abEsta \u00e9 a obra do Senhor!\u00bb (Salmo 22,32), que s\u00e3o as \u00faltimas palavras do Salmo 22, que deixam a claro que \u00e9 de Deus a obra da Cruz! \u00c9 assim, nos bra\u00e7os do Pai, que Jesus morre, sendo depois o seu corpo descido da Cruz e carinhosamente envolvido em panos de linho literalmente encharcados com 32 quilos e 800 gramas de perfume! (Jo\u00e3o 19,39), \u00e0 imagem do Rei messi\u00e2nico cantado no Salmo 45,9. Foi sepultado no jardim, num sepulcro novo, no qual ainda ningu\u00e9m tinha sido deposto (Jo\u00e3o 19,41). O Rei \u00e9 sempre o primeiro em tudo. Vem depois aquela madrugada da Ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>8. Por isso, depois disso, por causa disso, os primeiros crist\u00e3os rapidamente fizeram deste Santo Sepulcro o seu primeiro e mais venerado lugar de culto. O Imperador Adriano (117-138) soterrou o Santo Sepulcro e paganizou-o, estabelecendo ali cultos pag\u00e3os com a clara inten\u00e7\u00e3o de afastar os crist\u00e3os: no lugar do Santo Sepulcro, p\u00f4s a est\u00e1tua de J\u00fapiter, e, no Calv\u00e1rio, p\u00f4s uma est\u00e1tua de V\u00e9nus em m\u00e1rmore. O mesmo fez, de resto, em todos os lugares santos da Palestina. Todavia, quando em 13 de Setembro de 326, por indica\u00e7\u00e3o de um habitante de Jerusal\u00e9m, Santa Helena, m\u00e3e do imperador Constantino, descobriu a Cruz do Senhor, mandou logo demolir as constru\u00e7\u00f5es pag\u00e3s. Foi assim que vieram \u00e0 luz outra vez os primitivos e venerados lugares crist\u00e3os, que foram ent\u00e3o englobados num magn\u00edfico edif\u00edcio Constantiniano, consagrado no dia 13 de Setembro do ano 335, e que era formado pela bas\u00edlica da\u00a0<em>An\u00e1stasis<\/em>, que guardava no centro o Santo Sepulcro, o Triplo P\u00f3rtico, que abrigava o rochedo do G\u00f3lgota e o\u00a0<em>Martyrium<\/em>, que guardava o lugar da crucifix\u00e3o e morte do Senhor. No dia imediatamente a seguir \u00e0 dedica\u00e7\u00e3o da Bas\u00edlica, 14 de Setembro desse ano 335, teve lugar e origem a adora\u00e7\u00e3o da Cruz de Cristo, hoje, Festa da Exalta\u00e7\u00e3o da Santa Cruz. A peregrina Eg\u00e9ria, da Galiza, que em finais do s\u00e9culo IV, visitou demoradamente os Lugares Santos, diz-nos que a Santa Cruz era ent\u00e3o exposta \u00e0 adora\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is duas vezes no ano: em 14 de Setembro e em Sexta-Feira Santa. Eg\u00e9ria descreve assim a adora\u00e7\u00e3o de Sexta-Feira Santa: \u00abdesde as 08h00 da manh\u00e3 at\u00e9 ao meio-dia\u00bb, \u00abtodos passavam, um por um: inclinam-se, tocam a Cruz com a fronte, e depois com os olhos a Cruz e a inscri\u00e7\u00e3o, a seguir beijam a Cruz e saem, sem que ningu\u00e9m toque com a m\u00e3o na Cruz\u00bb (<em>Itinerarium<\/em>, 36,5; 37,3).<\/p>\n<p>9. Adoremos n\u00f3s tamb\u00e9m, com amor, neste Dia de Sexta-Feira Santa, a Santa Cruz do \u00fanico Senhor da nossa vida.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O Dia de Sexta-Feira Santa<\/p>\n<p>Carrega consigo os derradeiros passos,<\/p>\n<p>Gestos, palavras e olhares de Jesus,<\/p>\n<p>Sobre o \u00e1rido ch\u00e3o da Palestina,<\/p>\n<p>E sobre o ch\u00e3o duro do nosso cora\u00e7\u00e3o,<\/p>\n<p>Num pesado concentrado<\/p>\n<p>De dor e de amor.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Mas tudo fica condensado<\/p>\n<p>Nas tr\u00eas horas da tarde desse dia,<\/p>\n<p>Pois \u00e9 essa a hora que guarda o \u00abgrito grande\u00bb,<\/p>\n<p>Seguido da morte para a vida de Jesus.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Aquele \u00abgrito grande\u00bb \u00e9 o sinal claro<\/p>\n<p>De que Jesus n\u00e3o est\u00e1 sedado,<\/p>\n<p>Anestesiado ou inconsciente,<\/p>\n<p>Mas continua ali,<\/p>\n<p>Naquela Cruz,<\/p>\n<p>Bem presente e consciente,<\/p>\n<p>Vivo,<\/p>\n<p>E que quer viver a sua entrega de dor<\/p>\n<p>E de amor at\u00e9 ao fim.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 o c\u00e1lice a Ele dado pelo Pai,<\/p>\n<p>Por amor.<\/p>\n<p>Aquele sofrimento extremo \u00e9, portanto,<\/p>\n<p>O sofrimento por amor dado,<\/p>\n<p>E por amor recebido,<\/p>\n<p>E n\u00e3o imposto e apenas suportado.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Quanto amor \u00e9 necess\u00e1rio<\/p>\n<p>Para reconhecer na dor e no sofrimento,<\/p>\n<p>N\u00e3o uma coisa para doer e estoicamente suportar,<\/p>\n<p>Mas um dom extraordin\u00e1rio do amor do Pai,<\/p>\n<p>Uma promessa de luminosa fecundidade e felicidade!<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Senhor deste Dia imenso,<\/p>\n<p>Ensina-nos a encher de amor intenso,<\/p>\n<p>A transbordar,<\/p>\n<p>Cada passo,<\/p>\n<p>Cada gesto,<\/p>\n<p>Cada palavra,<\/p>\n<p>Cada olhar!<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. Foi-nos dada a gra\u00e7a de nos reunirmos aqui, na Casa de Deus, nesta Sexta-Feira Santa, para celebrarmos, unidos de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2378586270,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[70],"class_list":["post-2918530371","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-liturgia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2918530371","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2918530371"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2918530371\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294994422,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2918530371\/revisions\/4294994422"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2378586270"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2918530371"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2918530371"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2918530371"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}