{"id":3046848121,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/8134-domingo-xxiv-do-tempo-comum-o-caminho-de-jesus"},"modified":"2025-11-07T16:33:18","modified_gmt":"2025-11-07T16:33:18","slug":"domingo-xxiv-do-tempo-comum-o-caminho-de-jesus-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/domingo-xxiv-do-tempo-comum-o-caminho-de-jesus-2\/","title":{"rendered":"Domingo XXIV do Tempo Comum: \u00abO caminho de Jesus\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031.jpg\" \/><\/p>\n<p><p>1. Tamb\u00e9m hoje, dada a import\u00e2ncia de que se reveste, optamos por visitar mais de perto o texto do Evangelho deste Domingo XXIV do Tempo Comum (Marcos 8,27-35), disponibilizando-o em tradu\u00e7\u00e3o literal:<\/p>\n<p>\u00abE saiu JESUS e os DISC\u00cdPULOS d\u2019ELE (hoi math\u00eata\u00ec auto\u00fb) para as povoa\u00e7\u00f5es de Cesareia de Filipe. E, NO CAMINHO (en t\u00ea hod\u00f4), perguntou aos DISC\u00cdPULOS d\u2019ELE, dizendo-lhes: \u201cQuem dizem as pessoas que EU SOU?\u201d. Eles disseram-LHE, dizendo: \u201cJo\u00e3o Baptista; outros, Elias, e outros ainda, um dos profetas\u201d. E ELE perguntou-lhes: \u201cE V\u00d3S, quem dizeis que EU SOU?\u201d Respondendo, Pedro diz-LHE: \u201cTU \u00e9s o CRISTO\u201d. E censurou-os (epet\u00edm\u00easen) para n\u00e3o dizerem a ningu\u00e9m acerca d\u2019ELE.<\/p>\n<p>E COME\u00c7OU A ENSIN\u00c1-LOS (ka\u00ec \u00earxato did\u00e1skein auto\u00fas) que \u00e9 preciso (de\u00ee) o FILHO DO HOMEM sofrer muito, ser rejeitado pelos anci\u00e3os, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas, ser morto e, depois de tr\u00eas dias, ressuscitar. E abertamente (parr\u00eas\u00eda) falava esta palavra. E tomando-O consigo (proslab\u00f3menos), Pedro come\u00e7ou a censur\u00e1-lo (epitim\u00e2n) (cf. 9,31-32; 10,32-34). ELE, por\u00e9m, voltando-se e vendo os DISC\u00cdPULOS d\u2019ELE, censurou (epet\u00edm\u00easen) Pedro e diz: \u201cVai para tr\u00e1s de MIM (hyp\u00e1ge op\u00eds\u00f4 mou), satan\u00e1s, pois n\u00e3o tens em considera\u00e7\u00e3o as coisas de Deus, mas as dos homens\u201d.<\/p>\n<p>E chamando para SI (proskales\u00e1menos) a MULTID\u00c3O, juntamente com os DISC\u00cdPULOS d\u2019ELE, disse-lhes: \u201cSe algu\u00e9m quiser atr\u00e1s de MIM SEGUIR (op\u00eds\u00f4 mou akolouthe\u00een), RENEGUE (aparn\u00eas\u00e1sth\u00f4: imp. aor. de aparn\u00e9omai) a si mesmo (heaut\u00f3n), TOME A SUA CRUZ e SIGA-ME, pois aquele que quiser salvar a pr\u00f3pria vida, vai perd\u00ea-la, mas o que perder a pr\u00f3pria vida por causa de MIM e do Evangelho, vai salv\u00e1-la\u201d\u00bb (Marcos 8,27-35).<\/p>\n<p>2. O epis\u00f3dio \u00abNO CAMINHO\u00bb de Cesareia de Filipe abre significativamente com o nome \u00abJESUS\u00bb, abandonado 89 vers\u00edculos atr\u00e1s, em Marcos 6,30! Forma clara e enf\u00e1tica de o narrador dizer ao leitor que estamos perante um epis\u00f3dio importante, justamente considerado o centro geom\u00e9trico e teol\u00f3gico do Evangelho de Marcos. Ao apresentar JESUS e os seus disc\u00edpulos NO CAMINHO, o narrador abre a sec\u00e7\u00e3o central deste Evangelho (Marcos 8,27-10,52), normalmente intitulada: \u00abO seguimento de Jesus NO CAMINHO\u00bb, que \u00e9 o CAMINHO que conduz da Galileia a Jerusal\u00e9m, o CAMINHO da forma\u00e7\u00e3o de Jesus aos seus disc\u00edpulos. Vamos seguir a par e passo esta importante sec\u00e7\u00e3o do Evangelho de Marcos durante sete Domingos, desde o Domingo XXIV at\u00e9 ao Domingo XXX.<\/p>\n<p>3. Cesareia de Filipe, tetrarquia de Filipe, um dos filhos de Herodes o Grande, \u00e9 o lugar certo para se p\u00f4r a quest\u00e3o da identidade de JESUS. Cesareia de Filipe, onde se encontra uma das nascentes do rio Jord\u00e3o, respirava o paganismo do deus P\u00e3 e tamb\u00e9m o culto do Imperador. A\u00ed construiu Herodes um templo dedicado ao Imperador C\u00e9sar Augusto, e o tetrarca Filipe, filho de Herodes, deu \u00e0 cidade, antes conhecida por P\u00e2nias, em honra do deus P\u00e3, o nome de Cesareia, tamb\u00e9m em honra de C\u00e9sar Augusto.<\/p>\n<p>4. \u00c9 a\u00ed, em Cesareia de Filipe, cidade marcada pelo paganismo e pelo culto do Imperador, que JESUS p\u00f5e a quest\u00e3o da sua identidade. Soberanamente JESUS pergunta: \u00abQuem dizem as pessoas que eu sou?\u00bb (8,27), para acrescentar logo de seguida: \u00abE v\u00f3s, quem dizeis que eu sou?\u00bb (8,29). A pergunta \u00e9 \u00fanica em todo o arco da Escritura. Ningu\u00e9m, antes ou depois de Jesus, em toda a Escritura, fez ou far\u00e1 uma pergunta semelhante.<\/p>\n<p>5. Para o povo, JESUS \u00e9 um profeta. Um entre muitos. Mas para Pedro, Jesus n\u00e3o \u00e9 apenas um entre muitos. Ele \u00e9 \u00danico e \u00daltimo (cf. Marcos 12,1-12), o Rei definitivo, o Cristo, o Messias, que traz todo o bem para o seu povo (\u00abFez tudo bem feito\u00bb: Marcos 7,37). E assim, \u00e0 quest\u00e3o direta e enf\u00e1tica \u2013 \u00abE v\u00f3s, quem dizeis que eu sou?\u00bb (8,29) \u2013 posta por JESUS aos seus disc\u00edpulos que de h\u00e1 muito o seguiam, Pedro responde: \u00abTu \u00e9s o Cristo!\u00bb. Note-se bem que JESUS n\u00e3o pergunta simplesmente: \u00abQuem sou Eu?\u00bb, mas: \u00abQuem dizeis v\u00f3s que Eu sou?\u00bb. Dizer \u00e9 mais do que um saber. Implica o compromisso, a vida, de quem diz.<\/p>\n<p>6. \u00c0 primeira vista, parece que Pedro respondeu acertadamente. Mas o contexto mostra que o disc\u00edpulo n\u00e3o reunia compet\u00eancia sobre a mat\u00e9ria, n\u00e3o estava ainda em condi\u00e7\u00f5es de fazer as opera\u00e7\u00f5es mentais e afetivas necess\u00e1rias para uma resposta correta que reunisse todos os elementos necess\u00e1rios de modo a implicar na resposta o respondedor. O dizer de Pedro ainda era um dizer antigo, tradicional e convencional, sem implica\u00e7\u00f5es pessoais. Pedro ainda n\u00e3o tinha nascido de novo e do alto e do Esp\u00edrito. Como podia dizer JESUS? \u00abTu \u00e9s o Cristo!\u00bb, respondeu Pedro. Fosse qual fosse a ideia que Pedro tivesse de \u00abCristo\u00bb, v\u00ea-se logo no seguimento do texto, que no \u00abCristo\u00bb de Pedro n\u00e3o entrava o sofrimento, a rejei\u00e7\u00e3o, a morte, a ressurrei\u00e7\u00e3o (8,31-32). Muito menos a ades\u00e3o pessoal de Pedro a este \u00abCristo\u00bb. Na verdade, Pedro recrimina JESUS pelo CAMINHO de rejei\u00e7\u00e3o, sofrimento e morte que Ele acaba de mostrar como sendo o verdadeiro CAMINHO de \u00abCristo\u00bb segundo JESUS. O CAMINHO de \u00abCristo\u00bb segundo Pedro s\u00f3 inclui triunfo e sucesso.<\/p>\n<p>7. Por isso, porque Pedro acertou com a resposta \u2013 na verdade, JESUS \u00e9 o \u00abCristo\u00bb \u2013, mas n\u00e3o \u00e9 o \u00abCristo\u00bb como Pedro pensa que \u00e9, JESUS imp\u00f5e soberanamente sil\u00eancio (8,30). O sil\u00eancio imposto por JESUS aos seus disc\u00edpulos pode passar falsamente a ideia do chamado \u00absegredo messi\u00e2nico\u00bb, segundo o qual JESUS n\u00e3o quereria que a sua identidade, uma vez descoberta, fosse divulgada. Trata-se, antes, de impedir que respostas, porventura certas nas palavras, mas erradas nos conte\u00fados, e elaboradas apenas com base em elementos convencionais e tradicionais (o \u00abCristo\u00bb do juda\u00edsmo), que n\u00e3o implicam um verdadeiro dizer pessoal, um novo nascimento do alto e do Esp\u00edrito, sejam transmitidas boicotando assim o nascimento do conhecimento profundo e verdadeiro da novidade de JESUS e a implica\u00e7\u00e3o pessoal de quem diz JESUS e se diz face a JESUS. O verdadeiro sujeito deste dizer n\u00e3o o pode ser s\u00f3 por fazer parte de alguma institui\u00e7\u00e3o que confere credibilidade ao seu dizer j\u00e1 antes de come\u00e7ar a dizer, como, por exemplo, os escribas ou os pr\u00f3prios disc\u00edpulos de JESUS.<\/p>\n<p>8. Porque h\u00e1 muita coisa que os disc\u00edpulos ainda t\u00eam de aprender, antes de saberem dizer JESUS, soberanamente JESUS come\u00e7ou a ensinar (8,31). \u00c9 grandemente sintom\u00e1tico que o narrador empregue a mesma express\u00e3o (\u00abE come\u00e7ou a ensin\u00e1-los\u00bb) quando JESUS ensina a semente (Marcos 4,1-2), quando ensina o p\u00e3o (Marcos 6,34s.), e quando ensina a Paix\u00e3o, Morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o (Marcos 8,31s.). Em boa verdade, JESUS \u00e9 a semente e \u00e9 tamb\u00e9m o p\u00e3o, linguagem que ilumina e \u00e9 iluminada pela Paix\u00e3o, Morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus. Veja-se o dito condensado de Jo\u00e3o 12,24: \u00abSe o gr\u00e3o de trigo que cai na terra n\u00e3o morrer, fica s\u00f3; mas se morrer, dar\u00e1 muito fruto\u00bb.<\/p>\n<p>9. J\u00e1 sabemos que Pedro respondeu antes do tempo com um punhado de palavras convencionais, que vinham na corrente da tradi\u00e7\u00e3o judaica. Ainda n\u00e3o tinha nascido do alto e do Esp\u00edrito, como sujeito novo de a\u00e7\u00e3o [= dizer e fazer], face \u00e0 novidade de JESUS. Falta-lhe fazer aquele \u00abcaminho\u00bb transitivo e intransitivo, longo, gradual e tortuoso, da Galileia at\u00e9 \u00e0 Cruz, que JESUS aponta logo de seguida aos seus disc\u00edpulos e ao leitor. A\u00ed nascer\u00e1 para a Gl\u00f3ria a humanidade de JESUS, ao mesmo tempo que nascer\u00e1 Pedro como sujeito apto para dizer JESUS e se dizer face a JESUS. Por agora, Pedro e os disc\u00edpulos e a multid\u00e3o e o leitor devem \u00abdizer energicamente n\u00e3o\u00bb (aparn\u00e9omai) a si mesmos e ocupar o seu lugar \u00abatr\u00e1s de\u00bb JESUS, para seguir o Mestre ao longo do CAMINHO. Este \u00abdizer n\u00e3o\u00bb a si mesmo implica uma forte conota\u00e7\u00e3o de rejei\u00e7\u00e3o, que Isa\u00edas usa para a rejei\u00e7\u00e3o dos \u00eddolos: \u00abNaquele dia, Israel rejeitar\u00e1 (aparn\u00e9omai) os seus \u00eddolos de prata e os seus \u00eddolos de ouro, trabalho das vossas m\u00e3os pecadoras\u00bb (Isa\u00edas 31,7). Marcos s\u00f3 usa esta express\u00e3o aqui e no an\u00fancio feito por Jesus da nega\u00e7\u00e3o de Pedro (Marcos 14,30-31) e na recorda\u00e7\u00e3o desse an\u00fancio por parte de Pedro (Marcos 14,72). A li\u00e7\u00e3o \u00e9 clara: ou \u00abdizemos n\u00e3o\u00bb a n\u00f3s mesmos ou acabaremos sempre por \u00abdizer n\u00e3o\u00bb a JESUS.<\/p>\n<p>10. Ocupar o seu lugar \u00abatr\u00e1s de\u00bb JESUS. Note-se a tradu\u00e7\u00e3o correta: \u00abVai para tr\u00e1s de MIM\u00bb (hyp\u00e1ge op\u00eds\u00f4 mou) (8,33), e n\u00e3o: \u00abAfasta-te de MIM\u00bb, como se v\u00ea em muitas tradu\u00e7\u00f5es. \u00abAtr\u00e1s de MIM\u00bb \u00e9 o lugar do disc\u00edpulo, que segue o Mestre passo a passo, que deve ter em considera\u00e7\u00e3o as coisas de Deus, e n\u00e3o as dos homens. \u00c9, de resto, a mesm\u00edssima linguagem posta na boca de JESUS aquando do chamamento de Pedro e Andr\u00e9: \u00abVinde atr\u00e1s de Mim (de\u00fbte \u00f4p\u00eds\u00f4 mou)\u00bb (Marcos 1,17).<\/p>\n<p>11. Seguindo atentamente \u00abatr\u00e1s de\u00bb Jesus neste caminho de forma\u00e7\u00e3o que constitui a sec\u00e7\u00e3o central de Marcos (8,27-10,52), estes sete Domingos fazem-nos viver, epis\u00f3dio ap\u00f3s epis\u00f3dio, importantes situa\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas.<\/p>\n<p>12. O chamado \u00abTerceiro Canto do Servo de YHWH\u00bb (Isa\u00edas 50,5-9) faz eco ao caminho do Filho do Homem e de todo aquele que o quiser seguir, aberto no Evangelho de hoje em duas vagas sucessivas (Marcos 8,31-33 e 8,34-35). Este itiner\u00e1rio de Jesus para a Cruz e a Ressurrei\u00e7\u00e3o ser\u00e1 ainda acentuado por mais duas vezes (Marcos 9,30-31 e 10,32-34), mas esta declara\u00e7\u00e3o ser\u00e1 sempre acompanhada de uma declara\u00e7\u00e3o paralela sobre o seu disc\u00edpulo (Marcos 9,35 e 10,43-45). O retrato do disc\u00edpulo de Jesus deve decalcar os tra\u00e7os do retrato do Mestre. Tal como Jesus, tamb\u00e9m o seu disc\u00edpulo tem de ser o homem da doa\u00e7\u00e3o total, sem reservas. Assim \u00e9 tamb\u00e9m o Servo de YHWH que caminha, sem recuos, enfrentando determinado o sofrimento, mas sempre assistido pelo seu Deus. Esta determina\u00e7\u00e3o aparece traduzida pela express\u00e3o: \u00abTornei o meu rosto duro como pedra\u00bb (Isa\u00edas 50,7), que \u00e9 como quem diz que tomou uma decis\u00e3o da qual n\u00e3o poder\u00e1 voltar atr\u00e1s. Lucas pediu emprestada a Isa\u00edas esta forma de dizer para vincar a determina\u00e7\u00e3o com que Jesus orienta o seu rosto na dire\u00e7\u00e3o de Jerusal\u00e9m (Lucas 9,51).<\/p>\n<p>13. Outra vez a li\u00e7\u00e3o oportuna e contundente de S. Tiago (2,14-18), a lembrar-nos que a f\u00e9 que professamos \u00e9 um dom de Deus, e tem de ser professada, n\u00e3o apenas com os l\u00e1bios, mas com gestos concretos de caridade. A f\u00e9 com alegria recebida deve ser com alegria dita e com alegria feita em pequenos gestos de amor. N\u00e3o. N\u00e3o se trata da f\u00e9 contra as obras, nem de Tiago contra Paulo. Veja-se o dizer de Paulo aos G\u00e1latas: \u00abEm Cristo Jesus nada conta\u2026 sen\u00e3o a f\u00e9 que opera por meio da caridade\u00bb (G\u00e1latas 5,6).<\/p>\n<p>14. O Salmo 116 apresenta-se composto por dois pain\u00e9is, que formam um d\u00edptico. O primeiro integra os vv. 1-9, e abre com: \u00abEu amo\u00bb. O segundo re\u00fane os vv. 10-19, e abre com: \u00abEu acreditei\u00bb. O painel de hoje, o primeiro, abre, como vimos, com \u00abEu amo\u00bb. O objeto deste amor do orante \u00e9 Deus, o seu Deus, e s\u00e3o logo evocadas as raz\u00f5es pelas quais o orante ama o seu Deus. Porque ouviu a sua s\u00faplica, se debru\u00e7ou sobre ele, salvou a sua vida, transformou as suas l\u00e1grimas em alegria, porque \u00e9 bom, justo e compassivo. Sim, o nosso Deus \u00e9 digno de confian\u00e7a, est\u00e1 sempre atento \u00e0 nossa vida, caminha connosco. \u00c9 bom, belo e justo que n\u00f3s caminhemos tamb\u00e9m com Ele.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. 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