{"id":3095665516,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/12380-domingo-xvii-do-tempo-comum-com-a-parabola-de-jesus-no-coracao"},"modified":"2025-11-07T16:33:56","modified_gmt":"2025-11-07T16:33:56","slug":"domingo-xvii-do-tempo-comum-com-a-parabola-de-jesus-no-coracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/domingo-xvii-do-tempo-comum-com-a-parabola-de-jesus-no-coracao\/","title":{"rendered":"Domingo XVII do Tempo Comum: \u00abCom a par\u00e1bola de Jesus no cora\u00e7\u00e3o\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031.jpg\" \/><\/p>\n<p><p data-adtags-visited=\"true\">1 Rs 3,5.7-12; Sl 119; Rm 8,28-30; Mt 13,44-52<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">Se h\u00e1 tantos a semear na terra milh\u00f5es de diab\u00f3licas minas que matam e ferem tanta gente, semeemos n\u00f3s nos cora\u00e7\u00f5es a boa semente do Evangelho!<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">1. Pelo terceiro Domingo consecutivo, a Igreja Una e Santa escuta com amor, da boca do Senhor Jesus, as bel\u00edssimas par\u00e1bolas do Reino dos C\u00e9us guardadas em Mateus 13. Neste Domingo XVII, \u00e9-nos dada a gra\u00e7a de escutar nos nossos ouvidos (cf. Mateus 13,43) o final do \u00abDiscurso das Par\u00e1bolas do Reino\u00bb (Mateus 13,44-52), em que nos \u00e9 oferecida uma nova trilogia de par\u00e1bolas significativas: a par\u00e1bola do tesouro escondido no campo (Mateus 13,44), a par\u00e1bola da p\u00e9rola de grande valor (Mateus 13,45-46) e a par\u00e1bola da rede que apanha toda a esp\u00e9cie de peixes (Mateus 13,47-50).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">2. As duas primeiras pequeninas par\u00e1bolas desta trilogia, a do tesouro escondido no campo e a da p\u00e9rola de grande valor, constituem dois fort\u00edssimos acenos a deixar tudo por amor, para, por um amor maior, seguir Jesus, que \u00e9 o Evangelho e o Evangelizador, \u00aba Sabedoria em pessoa (<em>h\u00ea autosoph\u00eda<\/em>) e a Justi\u00e7a em pessoa (<em>h\u00ea autodikaios\u00fdn\u00ea<\/em>) e a Verdade em pessoa (<em>h\u00ea autoal\u00eatheia<\/em>) e o Reino de Deus em pessoa (<em>h\u00ea<\/em>\u00a0<em>autobasile\u00eda<\/em>)\u00bb, no dizer certeiro e contundente do genial Or\u00edgenes (185-254), insigne Mestre das Escolas de Alexandria e de Cesareia Mar\u00edtima. A tessitura da par\u00e1bola do tesouro escondido no campo assenta no velho princ\u00edpio de que quem adquire um bem im\u00f3vel, adquire tamb\u00e9m os bens m\u00f3veis a ele ligados. \u00c9 Jesus o tesouro escondido, \u00e9 Ele a p\u00e9rola precios\u00edssima. Para o seguir, \u00e9 mesmo necess\u00e1rio deixar tudo (Lucas 14,33).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">3. Toda a aten\u00e7\u00e3o e empenho, portanto, que o tesouro de Deus n\u00e3o se d\u00e1 em qualquer campo. E \u00e9 sempre preciso considerar, nestas coisas do Reino de Deus, que pode a semente germinar antes do campo, e a espiga amadurar antes do tempo! S\u00e3o, por isso, necess\u00e1rios novos mapas, novas pautas, novas coordenadas, novas estradas, para se poder procurar e saber encontrar esse tesouro escondido. \u00c9 mesmo necess\u00e1rio submeter a nossa vida \u00e0quela intensa rajada de verbos: \u00abVai, vende, d\u00e1, vem e segue-me!\u00bb (Mateus 19,21).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">4. A par\u00e1bola da rede \u00e9 a que ocupa mais espa\u00e7o no texto: quatro vers\u00edculos. Mais do que as duas anteriores juntas. Servindo-se agora de uma imagem tirada do mundo piscat\u00f3rio, Jesus diz que o Reino dos C\u00e9us \u00e9 semelhante a uma rede que, lan\u00e7ada ao mar, apanha toda a esp\u00e9cie de peixes, requerendo depois que os pescadores se sentem na praia para fazer a destrin\u00e7a entre os peixes bons e os que n\u00e3o prestam. Naturalmente, guardam os bons e deitam fora os que n\u00e3o prestam. A destrin\u00e7a entre peixes bons e maus n\u00e3o se deve, todavia, \u00e0 qualidade ou ao tamanho dos peixes. Trata-se da distin\u00e7\u00e3o entre o puro e o impuro, o que \u00e9 considerado\u00a0<em>kasher<\/em>\u00a0e n\u00e3o\u00a0<em>kasher<\/em>. Sobre o assunto, diz o Livro do Lev\u00edtico, que s\u00e3o puros (<em>kasher<\/em>) e se podem comer os peixes com barbatanas e escamas (Lev\u00edtico 11,9), tendo de se deitar fora, como impuros (n\u00e3o\u00a0<em>kasher<\/em>), os peixes sem barbatanas e sem escamas (Lev\u00edtico 11-10-12).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">5. Este cuidado meticuloso deve-se ao facto de o Mar da Galileia ser muito abundante em peixe e reunir tamb\u00e9m uma fauna pisc\u00edcola muito variada e, em alguns casos, original, salientando-se, neste particular, o chamado \u00abpeixe de S. Pedro\u00bb (<em>chromis Simonis<\/em>), que possui uma cavidade oral onde conserva os ovos, e, depois as crias, e onde, por vezes, tamb\u00e9m recolhe pequenos seixos e objetos met\u00e1licos, o que pode explicar o epis\u00f3dio da moeda referido em Mateus 17,27.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">6. E tal como na par\u00e1bola do trigo e da ciz\u00e2nia (ver Domingo XVI), tamb\u00e9m aqui Jesus difere para o fim do mundo a destrin\u00e7a entre maus e justos (Mateus 13,49), efetuada ainda assim, n\u00e3o por n\u00f3s, mas pelos Anjos. Outra vez pausa e bemol na partitura!<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">7. Esta sec\u00e7\u00e3o das sete par\u00e1bolas acerca do Reino dos C\u00e9us, contadas por Jesus, fecha com a pergunta formulada por Jesus aos seus disc\u00edpulos: \u00abCompreendeis todas estas coisas?\u00bb, a que eles respondem: \u00abSim!\u00bb (Mateus 13,51). V\u00ea-se que esta pergunta e a respetiva resposta correspondem ao dito de Jesus em Marcos 4,13, no final da par\u00e1bola da semente: \u00abN\u00e3o entendeis esta par\u00e1bola? E como entendereis todas as par\u00e1bolas?\u00bb.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">8. E Jesus termina com uma esp\u00e9cie de oitava par\u00e1bola: \u00abTodo o escriba, feito disc\u00edpulo do Reino dos C\u00e9us, \u00e9 semelhante a um pai de fam\u00edlia que tira do seu tesouro coisas novas e coisas velhas\u00bb (Mateus 13,52). A\u00ed est\u00e1 a imensa sabedoria e alegria do disc\u00edpulo que deve ser como um pai, que disp\u00f5e na sua imensa dispensa de produtos excelentes, novos, como o p\u00e3o fresco, antigos, como o vinho velho. Era pr\u00f3prio do escriba transmitir apenas as coisas antigas que vinham na torrente da tradi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o lhe competia inovar. Mas aqui est\u00e1 agora, em Jesus, a Divina dispensa do Novo e Antigo Testamentos, Alimento de vida eterna.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">9. Chegados a este ponto, j\u00e1 n\u00e3o devem restar d\u00favidas de que, contando estas sete par\u00e1bolas do Reino dos C\u00e9us, Jesus se conta a si mesmo. \u00c9 Ele a par\u00e1bola que passa diante de n\u00f3s, o Reino de Deus em pessoa (<em>h\u00ea\u00a0<\/em><em>autobasile\u00eda<\/em>) que passa diante de n\u00f3s. Pequenino como a semente, escondido como o crescente, fecundo e silencioso como a semente e como o crescente, cai \u00e0 terra ou na farinha e morre (Paix\u00e3o) para viver (Ressurrei\u00e7\u00e3o) e dar vida (P\u00e3o), escondido e precioso como o tesouro ou a p\u00e9rola, que \u00e9 preciso procurar apostando tudo: a vida toda, o tempo todo, o dinheiro todo. O Reino dos C\u00e9us \u00e9 tamb\u00e9m como o campo em que cresce ao mesmo tempo o bom fruto e o mau, ou a rede que recolhe o bom fruto e o mau.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">10. Pode levantar-se a quest\u00e3o: se, com Jesus e em Jesus, \u00e9 o Reino de Deus que chega at\u00e9 n\u00f3s, ent\u00e3o por que \u00e9 que a sua mensagem n\u00e3o \u00e9 logo recebida por todos sem discuss\u00e3o e com alegria? E por que \u00e9 que Jesus n\u00e3o se imp\u00f5e logo com uma autoridade tal que dissipe qualquer d\u00favida, que ponha de lado logo \u00e0 partida qualquer pretens\u00e3o de qualquer poss\u00edvel advers\u00e1rio? E por que \u00e9 que Jesus n\u00e3o estabelece logo, a talho de foice, claras distin\u00e7\u00f5es? Parece tudo amb\u00edguo, e, todavia, desenha-se aqui um rasto de claridade: ontem como hoje, na situa\u00e7\u00e3o atual, convivem lado a lado o bom e o mau (at\u00e9 em cada um de n\u00f3s, dentro de n\u00f3s, essa conviv\u00eancia \u00e9 verdadeira), mas esta n\u00e3o \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o definitiva! Do mesmo modo que, na situa\u00e7\u00e3o atual, o valor eminente do Reino de Deus e o empenho total que lhe \u00e9 devido, fica muitas vezes escondido por outras realidades mais reluzentes ou s\u00f3 quotidianas, como a fam\u00edlia, a profiss\u00e3o, a posi\u00e7\u00e3o social, a sa\u00fade, o bem-estar, os interesses, os desejos, as paix\u00f5es\u2026 Note-se que um tesouro escondido, por n\u00e3o ser imediatamente acess\u00edvel, n\u00e3o se imp\u00f5e por si, e h\u00e1 muitas coisas cujo brilho e luminosidade as torna imediatamente atraentes! Mas vai-se dando a entender, no ch\u00e3o mesmo das par\u00e1bolas, que o valor \u00faltimo que valida todos os outros valores \u00e9 o Reino de Deus e os seus segredos, \u00e9 afinal o c\u00e9u que \u00e9 preciso desvendar. E tamb\u00e9m conv\u00e9m n\u00e3o esquecer o ensinamento de Jesus: \u00abToda a planta que n\u00e3o foi plantada por meu Pai ser\u00e1 arrancada\u00bb (Mateus 15,13). N\u00e3o \u00e9, portanto, de admirar que o trabalho do profeta e de Jesus seja deixar tudo nas m\u00e3os de Deus, o \u00fanico que sabe fazer brotar vida nova de um\u00a0<em>toco seco<\/em>\u00a0(cf. Isa\u00edas 6,9). E no final mesmo do discurso em par\u00e1bolas, em que a semente \u00e9 a vedeta, temos de perguntar uma e outra vez: por que raz\u00e3o andamos a encher os nossos campos e mares de minas que matam, em vez de neles semearmos sementes de paz que alimentam?\u00a0<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">11. Outra sabedoria, outro saber, outro sabor. Salom\u00e3o afinado,\u00a0<em>avant la lettre<\/em>, pelo Evangelho. \u00c9 assim que a li\u00e7\u00e3o do Primeiro Livro dos Reis (3,5-12) nos mostra hoje Salom\u00e3o a pedir a Deus, n\u00e3o coisas, nem a derrota dos inimigos, mas simplesmente um cora\u00e7\u00e3o sens\u00edvel, sensato e inteligente, capaz de escutar e de se sintonizar, em alta fidelidade (<em>hi-fi<\/em>), com a bondade da Palavra de Deus, muito mais valiosa do que o ouro. Um cora\u00e7\u00e3o com discernimento (<em>t<sup>e<\/sup>b\u00fbnah<\/em>), \u00abum cora\u00e7\u00e3o que saiba distinguir (<em>b\u00een<\/em>) entre o bem e o mal\u00bb (1 Reis 3,9). A Carta aos Hebreus apresentar\u00e1, a seu tempo, os crist\u00e3os adultos na f\u00e9 como aqueles que sabem \u00abdistinguir (<em>diakr\u00edn\u00f4<\/em>) entre o bem e o mal\u00bb (Hebreus 5,14). O bem e o mal n\u00e3o s\u00e3o valores no meio de outros valores. O bem \u00e9 a vida; o mal \u00e9 a morte. \u00abV\u00ea, ponho hoje diante de ti a vida e o bem, a morte e o mal\u2026; escolhe, portanto, a vida\u00bb (Deuteron\u00f3mio 30,15.19). O bem e o mal n\u00e3o s\u00e3o valores iguais aos outros. Distinguir entre o bem e o mal \u00e9 t\u00e3o importante como distinguir entre a vida e morte.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">12. Na Carta aos Romanos (8,28-30), S. Paulo conta, aos nossos olhos de crian\u00e7as deslumbradas, a hist\u00f3ria verdadeira que o amor de Deus j\u00e1 fez acontecer na nossa vida: j\u00e1 fomos chamados, conhecidos, predestinados, justificados e glorificados por Deus! Por isso, damos gra\u00e7as a Deus! N\u00e3o se trata de \u00abpredestina\u00e7\u00e3o\u00bb individual, como alguns t\u00eam interpretado. Trata-se do plano de Deus, o mesmo ontem, hoje e amanh\u00e3, que envolve a afeta todos \u00abos muitos irm\u00e3os\u00bb, reunidos e conformados \u00e0 imagem do seu Filho, \u00abprimog\u00e9nito de toda a criatura\u00bb (Colossenses 1,15) e tamb\u00e9m \u00abprimog\u00e9nito dos mortos\u00bb (Colossenses 1,18; Apocalipse 1,5), envolvendo aqui a nossa hist\u00f3ria inteira desde a Cria\u00e7\u00e3o \u00e0 Ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">13. O Salmo 119, o mais longo do Salt\u00e9rio, \u00e9 uma admir\u00e1vel composi\u00e7\u00e3o de 1064 palavras hebraicas reunidas, repartidas, repetidas, entretecidas e entretidas \u00e0 volta da Palavra de Deus, que alumia a nossa vida. N\u00e3o \u00e9 uma coisa comprida e chata, mas uma monotonia admir\u00e1vel, como escreveu bem, no seu livro\u00a0<em>Rezar os Salmos com Cristo<\/em>, o te\u00f3logo luterano Dietrich Bonhoeffer, morto pelos nazis em 9 de abril de 1945, que aconselhou a quem reza este Salmo \u00aba proceder palavra por palavra, frase por frase, muito lentamente, tranquilamente, pacientemente. E descobriremos ent\u00e3o que as aparentes repeti\u00e7\u00f5es s\u00e3o, na verdade, aspetos novos de uma \u00fanica realidade, o amor pela Palavra de Deus\u00bb. O eminente cientista franc\u00eas Blaise Pascal (1623-1662) recitava este Salmo todos os dias, ros\u00e1rio b\u00edblico que percorre a Palavra de Deus, enunciando todos os seus sin\u00f3nimos e sabores.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">\u00a0<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1 Rs 3,5.7-12; Sl 119; Rm 8,28-30; Mt 13,44-52 Se h\u00e1 tantos a semear na terra milh\u00f5es de diab\u00f3licas minas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":920925217,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[70],"class_list":["post-3095665516","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-liturgia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3095665516","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3095665516"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3095665516\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294994912,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3095665516\/revisions\/4294994912"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/920925217"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3095665516"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3095665516"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3095665516"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}