{"id":3096754778,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/13009-domingo-vi-da-pascoa-como-eu-vos-amei"},"modified":"2025-11-07T16:34:00","modified_gmt":"2025-11-07T16:34:00","slug":"domingo-vi-da-pascoa-como-eu-vos-amei","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/domingo-vi-da-pascoa-como-eu-vos-amei\/","title":{"rendered":"Domingo VI da P\u00e1scoa: \u00abComo eu vos Amei\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031_160503044443.jpg\" \/><\/p>\n<p><p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">At 10,25-26.34-35.44-48; Sl 98; 1 Jo 4,7-10; Jo 15,9-17<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">1. Sendo o Evangelho deste Domingo VI da P\u00e1scoa (Jo\u00e3o 15,9-17) a continua\u00e7\u00e3o imediata do Evangelho do Domingo V (Jo\u00e3o 15,1-8), e porque a sua rede terminol\u00f3gica continua a ser fin\u00edssima, vamos come\u00e7ar tamb\u00e9m por observar atentamente a sua paisagem textual:<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\"><em>\u00abComo me amou (agap\u00e1\u00f4) o Pai, tamb\u00e9m eu vos amei. Permanecei no meu amor (ag\u00e1p\u00ea). Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permane\u00e7o no seu amor. Falei-vos (lal\u00e9\u00f4) estas coisas, para que a minha alegria esteja em v\u00f3s, e a vossa alegria seja plenificada (pl\u00ear\u00f3\u00f4).<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\"><em>\u00c9 este o meu mandamento (entol\u00ea): que vos ameis uns aos outros como eu vos amei. Ningu\u00e9m tem maior amor do que aquele que d\u00e1 (t\u00edth\u00eami) a sua vida (t\u00ean psych\u00ean auto\u00fb) pelos seus amigos (ph\u00edloi). V\u00f3s sois meus amigos, se fizerdes as coisas que eu vos mando (ent\u00e9llomai). N\u00e3o mais vos chamo servos, porque o servo n\u00e3o sabe o que faz o seu senhor, mas chamei-vos amigos, porque todas as coisas que ouvi do meu Pai vo-las dei a conhecer (gn\u00f4r\u00edz\u00f4). N\u00e3o fostes v\u00f3s que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos constitu\u00ed para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permane\u00e7a, para que tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos d\u00ea. Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros\u00bb (Jo\u00e3o 15,9-17).<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">2. As notas mais vezes ouvidas nesta melodia s\u00e3o: \u00abAmar\/Amor\u00bb (9 vezes), \u00abmandar\/mandamento\u00bb (5 vezes), \u00abPai\u00bb (4 vezes), \u00abpermanecer\u00bb (4 vezes), \u00abamigos\u00bb (3 vezes), \u00abalegria\u00bb (2 vezes), \u00abfruto\u00bb (2 vezes). Mas a raiz, o tronco e a seiva do texto, isto \u00e9, a sua verdadeira linha mel\u00f3dica, reside na rede exposta do amor: a fonte do amor \u00e9 o Pai, que o comunica ao Filho, o qual, por sua vez, o comunica aos seus disc\u00edpulos e amigos (Jo\u00e3o 15,9-10), para que estes o vivam e, por cont\u00e1gio, a outros o comuniquem, fazendo-o frutificar (Jo\u00e3o 15,16). O modo \u00e9 sempre o mesmo e \u00fanico: guardar os mandamentos. Jesus guarda os mandamentos do Pai (Jo\u00e3o 15,10), e entrega o seu mandamento aos seus disc\u00edpulos fi\u00e9is: \u00abAmai-vos uns aos outros como Eu vos amei\u00bb (Jo\u00e3o 15,12; cf. 13,34), para que estes o guardem tamb\u00e9m (Jo\u00e3o 15,10.14).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">3. Ainda se define claramente em que consiste este amor: amar assim \u00e9 dar a pr\u00f3pria vida (<em>t\u00ean psych\u00ean auto\u00fb<\/em>) (Jo\u00e3o 15,13). Este \u00abdar\u00bb aparece no texto grego expresso com o verbo\u00a0<em>t\u00edth\u00eami<\/em>, \u00abp\u00f4r\u00bb, \u00abapostar\u00bb a vida. Tudo fica ainda mais claro se lermos com aten\u00e7\u00e3o o grande dito de Jesus no contexto do Bom e Belo Pastor: \u00abPor isto o Pai me ama: porque Eu ponho (<em>t\u00edth\u00eami<\/em>) a minha vida, para de novo a receber (<em>lamb\u00e1n\u00f4<\/em>). Ningu\u00e9m ma retira (<em>a\u00edr\u00f4<\/em>) de mim; sou Eu que a ponho (<em>t\u00edth\u00eami<\/em>) por mim mesmo. Tenho autoridade de a p\u00f4r (<em>t\u00edth\u00eami<\/em>), e tenho autoridade de a receber (<em>lamb\u00e1n\u00f4<\/em>) de novo. Este foi o mandamento (<em>entol\u00ea<\/em>) que recebi (<em>lamb\u00e1n\u00f4<\/em>) do meu Pai\u00bb (Jo\u00e3o 10,17-18). Sem qualquer equ\u00edvoco agora: amar \u00e9 dar a pr\u00f3pria vida. E este amor novo, que consiste em dar a pr\u00f3pria vida, \u00e9 tudo o que o Pai manda fazer.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">4. Pode parecer estranho, \u00e0 primeira vista, que o Amor seja objeto de um mandamento. Mas prestando um pouco mais de aten\u00e7\u00e3o, acabamos por perceber que amar n\u00e3o \u00e9 estar apaixonado. E estar apaixonado n\u00e3o significa necessariamente amar. Estar apaixonado \u00e9 um estado; amar \u00e9 um ato. Sofre-se um estado; decide-se um ato. \u00c9, por isso, que o Deus da Escritura manda amar. Se amar fosse simplesmente apaixonar-se, tal mandamento seria um absurdo, pois ningu\u00e9m pode exigir a algu\u00e9m que se apaixone. Amar \u00e9 uma sucess\u00e3o de atos em cadeia: uma guerra, portanto. N\u00e3o \u00e9 por acaso que\u00a0<em>ag\u00e1p\u00ea<\/em>\u00a0(amor) e\u00a0<em>ag\u00f4n<\/em>\u00a0(luta) t\u00eam a mesma etimologia. Paradoxo do amor, que \u00e9 uma luta, a luta do amor (<em>ag\u00f4n t\u00eas \u00e1gap\u00eas<\/em>), do amor novo, que n\u00e3o \u00e9 contra algu\u00e9m, mas a favor de todos: o amor faz-te feliz, matando-te! Quanto mais amas, lutas, e te matas a amar, mais te encontras: \u00abQuem quiser salvar a sua vida, perd\u00ea-la-\u00e1; ao contr\u00e1rio, quem perder a sua vida por causa de mim, salv\u00e1-la-\u00e1\u00bb (Lucas 9,24). Neste sentido, o amor (<em>ag\u00e1p\u00ea<\/em>) verdadeiro \u00e9 ag\u00f3nico. Implica luta (<em>ag\u00f4n<\/em>), porque implica decis\u00f5es a todo o momento. Quando o amor n\u00e3o \u00e9 ag\u00f3nico, ent\u00e3o \u00e9 ego\u00edsta. No mundo b\u00edblico, a nascente do mal n\u00e3o reside na paix\u00e3o, no cora\u00e7\u00e3o que bate forte; est\u00e1, antes, no cora\u00e7\u00e3o duro, empedernido, empedrado, esclerosado, um \u00abcora\u00e7\u00e3o de pedra\u00bb (<em>leb ha?eben<\/em>), ox\u00edmoro vertiginoso que o profeta Ezequiel usou para classificar o cora\u00e7\u00e3o empedernido e embotado de Israel (Ezequiel 36,26).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">5. \u00c9, portanto, tudo o que Jesus, o Filho, faz por n\u00f3s. E nos manda fazer tamb\u00e9m, dado que nos manda amar\u00a0<em>como Ele nos amou<\/em>\u00a0(Jo\u00e3o 13,34; 15,12), nova e paradoxal, desmesurada medida do amor, que plenifica e subverte a antiga equa\u00e7\u00e3o nivelada: \u00abAma o teu pr\u00f3ximo\u00a0<em>como a ti mesmo<\/em>\u00bb (Lev\u00edtico 19,18). Para tanto, d\u00e1-nos a conhecer, por gra\u00e7a, tudo o que ouviu do Pai (Jo\u00e3o 15,15), o divino col\u00f3quio, habilitando-nos assim a rezar ao Pai (Jo\u00e3o 15,16).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">6. O Ap\u00f3stolo refor\u00e7a, na sua Primeira Carta (1 Jo\u00e3o 4,7-10), a insist\u00eancia no horizonte novo do amor, repetindo que \u00abquem ama, nasceu de Deus, e conhece-o (<em>gin\u00f4sk\u00f4<\/em>) (1 Jo\u00e3o 4,7), ao contr\u00e1rio de quem n\u00e3o ama, que n\u00e3o conhece Deus (1 Jo\u00e3o 4,8). Se Deus \u00e9 amor (1 Jo\u00e3o 4,8 e 16), e se \u00abs\u00f3 o semelhante conhece o semelhante\u00bb, \u00e9 decisivo que este amor chegue at\u00e9 n\u00f3s, para que, sendo feitos por amor semelhantes a Deus, possamos tamb\u00e9m conhecer Deus. E exp\u00f5e de novo a rede do amor, desde a sua fonte, que \u00e9 o Pai, que nos amou e enviou o seu Filho Unig\u00e9nito para nos dar a vida mediante a oferta propiciat\u00f3ria (<em>hilasm\u00f3s<\/em>) da sua vida pelos nossos pecados, que Ele absorve e absolve (1 Jo\u00e3o 4,9-10).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">7. Aten\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, que o amor de Deus n\u00e3o \u00e9 um patrim\u00f3nio restrito e limitado, um exclusivo s\u00f3 acess\u00edvel a alguns privilegiados, mediante inscri\u00e7\u00f5es, quotas pagas, registos, determinadas ra\u00e7as ou grupos. Chega a todos aqueles que o acolhem. Tamb\u00e9m esses nascem de Deus. O amor \u00e9 de Deus; n\u00e3o \u00e9 sequer prerrogativa dos disc\u00edpulos de Jesus. Se quem ama nasceu de Deus, foi gerado por Deus (<em>genn\u00e1\u00f4<\/em>), ent\u00e3o o amor n\u00e3o \u00e9 nosso; \u00e9 de Deus. Esta imensa afirma\u00e7\u00e3o implica que nunca nos podemos julgar donos do amor, pois n\u00e3o \u00e9 nossa a patente do amor. Tem outro registo. Apenas nos \u00e9 dado humildemente reconhecer que \u00ab\u00e9 gerado por Deus\u00bb quem j\u00e1 vive no amor. A\u00ed est\u00e1, a prov\u00e1-lo, na leitura de hoje do Livro dos Atos dos Ap\u00f3stolos 10,25-48, o pag\u00e3o Corn\u00e9lio a entrar de pleno direito na comunidade dos filhos de Deus, perante o espanto dos judeo-crist\u00e3os de Jerusal\u00e9m, que julgavam que Deus e o Amor de Deus eram s\u00f3 para eles!<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">8. \u00c9 sempre importante que tomemos consci\u00eancia de que temos o dever de entregar este amor a outros, e n\u00e3o de nos fecharmos dentro de uma cerca, ainda que de rosas seja a cerca! Escreveu bem e rezou bem, em \u00ab<em>As idades da vida espiritual<\/em>\u00bb, o conhecido te\u00f3logo ortodoxo russo Pavel Evdokimov (1901-1970): \u00abN\u00e3o permitas, Senhor, que o teu Amor e a tua Palavra sejam na minha vida como um santu\u00e1rio, que uma veda\u00e7\u00e3o separa da casa e da estrada\u00bb. Um tal fechamento seria pecar contra o Amor.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">9. Levantar-se-\u00e1 sempre, desde o santu\u00e1rio do nosso cora\u00e7\u00e3o emocionado, o hino coral e universal, que \u00e9 o Salmo 98. Tudo e todos s\u00e3o chamados a formar uma bela orquestra, que nunca deixe de cantar os louvores de Deus. Desde o Templo (harpa, c\u00edtara,\u00a0<em>sh\u00f4phar<\/em>) at\u00e9 \u00e0 inteira cria\u00e7\u00e3o: mar e terra, rios (que s\u00e3o os bra\u00e7os e as m\u00e3os do mar, e, por isso, batem palmas), montes e colinas.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">10. Passa tamb\u00e9m no ano em curso, neste Domingo VI da P\u00e1scoa, o Dia da M\u00e3e. Sobre esta terra dorida, anestesiada e indiferente, uma M\u00e3e verdadeira ainda \u00e9 o \u00edcone mais belo deste amor imenso e sem pauta nem medida, que n\u00e3o \u00e9 meu, nem \u00e9 teu, nem \u00e9 nosso. \u00c9 de Deus. N\u00f3s sabemos isso. Mas uma M\u00e3e sabe isso melhor. \u00c9 por isso que \u00e9 f\u00e1cil, neste Dia da M\u00e3e, ver cair pelo rosto de cada M\u00e3e uma l\u00e1grima de tristeza ou de alegria! Melhor assim, Mulher e M\u00e3e: sentir\u00e1s, com certeza, a m\u00e3o carinhosa de Deus a afagar o teu rosto e a enxugar essa l\u00e1grima, de acordo com a li\u00e7\u00e3o da Leitura do Livro do Apocalipse 21,4.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>At 10,25-26.34-35.44-48; Sl 98; 1 Jo 4,7-10; Jo 15,9-17 1. 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