{"id":3135554572,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/11501-solenidade-santissima-trindade-gloria-ao-pai-ao-filho-e-ao-espirito-santo"},"modified":"2025-11-07T16:33:51","modified_gmt":"2025-11-07T16:33:51","slug":"solenidade-santissima-trindade-gloria-ao-pai-ao-filho-e-ao-espirito-santo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/solenidade-santissima-trindade-gloria-ao-pai-ao-filho-e-ao-espirito-santo\/","title":{"rendered":"Solenidade Sant\u00edssima Trindade: \u00abGl\u00f3ria ao Pai, ao Filho e ao Esp\u00edrito Santo\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031.jpg\" \/><\/p>\n<p><p data-adtags-visited=\"true\">Pr 8,22-31; Sl 8; Rm 5,1-5; Jo 16,12-15<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">1. \u00abGl\u00f3ria ao Pai e ao Filho e ao Esp\u00edrito Santo, ao Deus que \u00e9 e que era e que vem\u00bb. Assim se cantar\u00e1 Hoje nas nossas Igrejas na aclama\u00e7\u00e3o ao Evangelho, fazendo ecoar e ressoar a doxologia trinit\u00e1ria mais conhecida e diariamente v\u00e1rias vezes repetida, porque amada, Hoje completada com as palavras do Apocalipse 1,8. Nos textos que Hoje a liturgia da Palavra nos oferece como alimento escolhido e abundante, Deus deixa-se entrever, desde diversos \u00e2ngulos, de modo subtil, como que em contraluz ou filigrana, no seu mist\u00e9rio trinit\u00e1rio. Atravessa-os, pois, como que um fio de ouro trinit\u00e1rio, que nos deve atravessar e entrela\u00e7ar, por pura gra\u00e7a, a n\u00f3s tamb\u00e9m.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">2. O Evangelho do Dia, sempre proclamado e n\u00e3o apenas lido, constitui sempre o centro \u00e0 volta do qual se organizam e ganham luz as demais p\u00e1ginas oferecidas da Escritura Santa. Mas constitui tamb\u00e9m para n\u00f3s o principal fio de luz que deve alumiar a nossa vida. Comecemos ent\u00e3o por ver o Evangelho de Hoje retirado de Jo\u00e3o 16,12-15. Vale a pena transcrever o texto, dada a finura das palavras de Jesus aos seus disc\u00edpulos nesta \u00faltima tarde da sua vida terrena:<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">\u00abTenho ainda muitas coisas para vos dizer, mas n\u00e3o podeis por agora carregar o seu peso. Mas quando vier (<em>\u00e9rchomai<\/em>) Ele (<em>eke\u00eenos<\/em>), o Esp\u00edrito da Verdade (<em>t\u00f2 pne\u00fbma t\u00eas al\u00eathe\u00edas<\/em>), guiar-vos-\u00e1 (<em>hod\u00eag\u00easei hym\u00e3s<\/em>) na Verdade toda (<em>al\u00eatheia p\u00e2sa<\/em>); com efeito, n\u00e3o falar\u00e1 (<em>lal\u00e9\u00f4<\/em>) de si mesmo (<em>aph\u2019 heauto\u00fb<\/em>), mas falar\u00e1 (<em>lal\u00e9\u00f4<\/em>) tudo quanto tiver escutado, e anunciar-vos-\u00e1 as realidades que h\u00e3o de vir. Ele (<em>eke\u00eenos<\/em>) glorificar-me-\u00e1, porque receber\u00e1 (<em>lamb\u00e1n\u00f4<\/em>) do que \u00e9 meu, e vo-lo anunciar\u00e1. Tudo o que o Pai tem \u00e9 meu; por isso eu disse que recebe do que \u00e9 meu, e vo-lo anunciar\u00e1\u00bb (Jo\u00e3o 16,12-15).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">3. Trata-se da quinta vez, no Evangelho de Jo\u00e3o, que Jesus fala da Vinda do Esp\u00edrito Santo. As outras quatro s\u00e3o 14,16; 14,26; 15,26 e 16,7. Note-se, desde j\u00e1 que, nestes cinco referidos dizeres de Jesus, a Vinda do Esp\u00edrito Santo aparece sempre dita no futuro. Note-se tamb\u00e9m que o verbo \u00abvir\u00bb (<em>\u00e9rchomai<\/em>) \u00e9, na B\u00edblia, um dos verbos pr\u00f3prios de Deus. No Antigo Testamento, bastas vezes se refere que o Deus Vivo \u00abvem\u00bb ao encontro do seu povo. No Novo Testamento, um dos nomes que carateriza Jesus \u00e9 \u00abAquele-que-Vem\u00bb (<em>ho erch\u00f3menos<\/em>). O nosso texto e os demais falam do Esp\u00edrito que \u00abvir\u00e1\u00bb, com liberdade soberana, divina, pessoal, Deus de Deus. Note-se ainda que Jesus fala do Esp\u00edrito,\u00a0<em>t\u00f2 pne\u00fbma<\/em>, neutro em grego, com o pronome masculino,\u00a0<em>eke\u00eenos<\/em>, para indicar que se trata de uma Pessoa, n\u00e3o de uma coisa ou de uma for\u00e7a ou de uma ideia, que requeriria o pronome na forma neutra.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">4. \u00c9 dito \u00abEsp\u00edrito da Verdade\u00bb, entenda-se da \u00abVerdade\u00bb de Deus aos homens dada, e que \u00e9 tamb\u00e9m o Caminho e a Vida (cf. Jo\u00e3o 14,6). \u00c9, portanto, o pr\u00f3prio Jesus Cristo, com toda a sua vinda e vida, e com a sua palavra que o comunica. O Esp\u00edrito est\u00e1, portanto, particularmente vinculado a Jesus, Pessoa divina a Pessoa divina. E a sua a\u00e7\u00e3o consiste em \u00abguiar\u00bb (<em>hodeg\u00e9\u00f4<\/em>), isto \u00e9, conduzir, ao longo do \u00edngreme Caminho (<em>hod\u00f3s<\/em>), at\u00e9 \u00e0 meta, que \u00e9 a \u00abVerdade toda\u00bb. Portanto, conduzir a Cristo, na sua totalidade. A rela\u00e7\u00e3o dos disc\u00edpulos na hist\u00f3ria com Jesus, e a sua ades\u00e3o ent\u00e3o a Jesus, \u00e9 ainda parcial<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">5. Releve-se ainda que o Esp\u00edrito \u00abvem\u00bb de maneira aut\u00f3noma, soberana, divina, mas n\u00e3o fala (<em>lal\u00e9\u00f4<\/em>), verbo de revela\u00e7\u00e3o, a partir de si mesmo. \u00c9 aut\u00f3nomo em operar divinamente, mas n\u00e3o \u00e9 aut\u00f3nomo quanto aos conte\u00fados da sua opera\u00e7\u00e3o. Tal como Jesus, Deus, tamb\u00e9m o Esp\u00edrito, Deus, \u00e9 obediente em vista da \u00abVerdade toda\u00bb, que \u00e9 uma Pessoa \u00abfalada\u00bb, por assim dizer, pelo Pai, que \u00e9 o Verbo, que o Esp\u00edrito Santo \u00abescuta\u00bb do Pai, divino, indiz\u00edvel, eterno Di\u00e1logo tripolar interpessoal, interrec\u00edproco, interinfinito. E assim o Esp\u00edrito fala apenas \u00abquanto escuta\u00bb. Em suma, Aquele que escuta fala a n\u00f3s Jesus Cristo, o Verbo de Deus, \u00aba Verdade\u00bb. Por isso, \u00abreceber\u00e1 (<em>lamb\u00e1n\u00f4<\/em>) do que \u00e9 meu, e vo-lo anunciar\u00e1\u00bb, diz Jesus, o Filho. Mas o que \u00e9 do Filho \u00e9 tamb\u00e9m do Pai. Ent\u00e3o, o Esp\u00edrito receber\u00e1 o que \u00e9 do Filho, e, portanto, tamb\u00e9m do Pai, e \u00e9 isso, e s\u00f3 isso, que anunciar\u00e1. Entre o Pai e o Filho tudo \u00e9 comum: a Vida, a Divindade, a Gl\u00f3ria. Tr\u00eas termos precisos e preciosos para indicar exatamente o Esp\u00edrito Santo, que \u00e9 a Vida, a Divindade, a Gl\u00f3ria que une consubstancialmente o Pai e o Filho, sendo o Esp\u00edrito Santo a divina Comunh\u00e3o entre os Tr\u00eas, o \u00danico Deus.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">6. H\u00e1 mais. \u00abAnunciar\u00e1 as realidades que h\u00e3o de vir\u00bb. Ora, quem determina e anuncia o futuro \u00e9 s\u00f3 Deus. N\u00e3o h\u00e1 \u00eddolo que saiba anunciar o futuro. S\u00f3 o Deus vivo anuncia\u00a0<em>antes<\/em>\u00a0de acontecer, e explica-o\u00a0<em>depois<\/em>\u00a0de acontecido. Veja-se esta pol\u00e9mica sobretudo no chamado \u00abSegundo Isa\u00edas (Is 40-55), em concreto Is 41,21-23; 44,7; 45,21; 46,10. Esp\u00edrito Santo, Deus, que anuncia e explica. A partir de agora, os disc\u00edpulos n\u00e3o esperam novidades. Os histerismos de revela\u00e7\u00f5es, apari\u00e7\u00f5es e vis\u00f5es que agitam hoje tantos pobres iludidos, privados de verdadeiros conte\u00fados crist\u00e3os e b\u00edblicos e da Tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o uma verdadeira \u00abblasf\u00e9mia contra o Esp\u00edrito Santo\u00bb. Por isso, o Papa Bento XVI, na Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica\u00a0<em>Verbum Domini<\/em>\u00a0[2010], n.\u00ba 14, lembrou-nos as palavras de S. Jo\u00e3o da Cruz, que escreveu, na sua\u00a0<em>Subida ao Monte Carmelo<\/em>, II, 22, que \u00abAo dar-nos, como nos deu, o seu Filho, que \u00e9 a sua Palavra, e n\u00e3o tem outra, Deus disse-nos tudo ao mesmo tempo e de uma s\u00f3 vez nesta Palavra \u00fanica, e j\u00e1 nada mais tem para dizer [\u2026]. Porque o que antes disse parcialmente pelos profetas, revelou-o totalmente, dando-nos o Todo que \u00e9 o seu Filho. E, por isso, quem agora quisesse consultar a Deus ou pedir-lhe alguma vis\u00e3o ou revela\u00e7\u00e3o, n\u00e3o s\u00f3 cometeria um disparate, mas faria agravo a Deus, por n\u00e3o p\u00f4r os olhos totalmente em Cristo e buscar fora d\u2019Ele outra realidade ou novidade\u00bb. E advertiu-nos bem o Papa que \u00e9 preciso \u00abdistinguir a Palavra de Deus das revela\u00e7\u00f5es privadas cujo papel n\u00e3o \u00e9 completar a Revela\u00e7\u00e3o definitiva de Cristo, mas ajudar a viv\u00ea-la mais plenamente, numa determinada \u00e9poca hist\u00f3rica<a>\u00bb.<\/a><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">7. O Esp\u00edrito recebe (<em>lamb\u00e1n\u00f4<\/em>) do que \u00e9 de Jesus (Jo\u00e3o 16,14 e 15), do mesmo modo que Jesus recebeu do Pai (Mateus 11,27; Jo\u00e3o 10,18; Apocalipse 2,28), que lhe deu tudo o que tem e \u00e9. Do mesmo modo, o ensinamento (<em>didach\u00ea<\/em>) do Esp\u00edrito \u00e9 o mesmo que Jesus fez e que recebeu do Pai, mas vem depois do de Jesus (Jo\u00e3o 14,26), e processa-se, ao contr\u00e1rio do de Jesus, n\u00e3o com palavras sens\u00edveis que tocam os \u00f3rg\u00e3os da audi\u00e7\u00e3o de um p\u00fablico determinado, mas na interioridade da intelig\u00eancia da f\u00e9, avivando as brasas do\u00a0<em>desejo<\/em>\u00a0da Palavra primeira e criadora no cora\u00e7\u00e3o de cada homem, debaixo de qualquer c\u00e9u. Este ensinamento interior do Esp\u00edrito \u00e9 comparado \u00e0 un\u00e7\u00e3o de \u00f3leo (<em>chr\u00edsma<\/em>) que penetra lentamente, como diz o Ap\u00f3stolo: \u00abV\u00f3s recebestes a un\u00e7\u00e3o (<em>chr\u00edsma<\/em>) que vem do Santo e todos conheceis (<em>o\u00eddate<\/em>)\u00bb (1 Jo\u00e3o 2,20); ou ent\u00e3o: \u00aba un\u00e7\u00e3o (<em>chr\u00edsma<\/em>) dele vos ensina (<em>did\u00e1skei<\/em>) acerca de todas as coisas\u00bb (1 Jo\u00e3o 2,27). Cumpre-se assim a profecia de Jeremias 31,31-34 (38,31-34 LXX) que refere que \u00abtodos me conhecer\u00e3o (<em>eid\u00easousin<\/em>)\u00bb com uma ci\u00eancia que n\u00e3o resulta da instru\u00e7\u00e3o, mas que \u00e9 incutida por Deus no cora\u00e7\u00e3o. Assim escreve Paulo aos Romanos 5,1-5, na li\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m Hoje a n\u00f3s oferecida, que \u00abo amor de Deus foi derramado nos nossos cora\u00e7\u00f5es pelo Esp\u00edrito Santo, que nos foi dado\u00bb (v. 5).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">8. Para chegar a estes espantosos dizeres de Jesus sobre o Esp\u00edrito Santo, foi necess\u00e1rio que aquele fio de ouro trinit\u00e1rio fosse atravessando a Escritura. \u00c9 assim que tamb\u00e9m nos \u00e9 dado escutar Hoje aquele hino, de extraordin\u00e1ria solenidade e beleza, que a pr\u00f3pria Sabedoria entoa no Livro dos Prov\u00e9rbios 8,22-31. Nesse maravilhoso hino, Deus e a Sabedoria entretecem um di\u00e1logo do qual brotam todas as maravilhas da cria\u00e7\u00e3o, em cujo cume est\u00e3o \u00abos filhos do homem\u00bb. \u00c9 com eles que a Sabedoria encontra as suas del\u00edcias, entenda-se, a sua felicidade. E foi precisamente a partir deste encontro feliz entre a divindade e a humanidade que a tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 identificou na Sabedoria divina aqui celebrada o retrato do pr\u00f3prio Cristo. Por isso, lemos no pr\u00f3logo do Evangelho de S. Jo\u00e3o que \u00abo Verbo estava no princ\u00edpio junto de Deus, tudo foi feito por meio d\u2019Ele, e sem Ele nada foi feito de tudo quanto existe. N\u2019Ele estava a vida, e a vida era a luz dos homens\u00bb (Jo\u00e3o 1,2-4). E, no hino que abre a Carta aos Colossenses, l\u00ea-se: \u00abEle \u00e9 a imagem do Deus invis\u00edvel, gerado antes de todas as criaturas; pois foi por meio d\u2019Ele que foram criadas todas as coisas, nos c\u00e9us e na terra, vis\u00edveis e invis\u00edveis (\u2026). Todas as coisas foram criadas por meio d\u2019Ele e para Ele. Ele \u00e9 antes de tudo, e tudo n\u2019Ele subsiste\u00bb (Colossenses 1,15-17). A obra da cria\u00e7\u00e3o \u00e9, como se v\u00ea, reconduzida a Cristo, Sabedoria de Deus.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">9. A leitura crist\u00e3 do hino de Prov\u00e9rbios 8, isto \u00e9, o fio de ouro ou de sentido que dele se desprende foi, por\u00e9m, levado mais longe, associando-lhe a melodia do Salmo 104,30, em que se canta: \u00abEnvia o teu Esp\u00edrito, e eles s\u00e3o criados, e renovas a face da terra\u00bb. Com esta aporta\u00e7\u00e3o, no rosto da Sabedoria pode ver-se tamb\u00e9m o Esp\u00edrito Santo em a\u00e7\u00e3o na cria\u00e7\u00e3o. E a\u00ed est\u00e1 a Trindade no alvor da cria\u00e7\u00e3o. A Sabedoria \u00e9 Deus, Pai, Filho e Esp\u00edrito Santo. Mas o Filho, o Verbo \u00e9 revelado como a Sabedoria incarnada.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">10. \u00ab\u00d3 abismo de riqueza e sabedoria e conhecimento de Deus! Como s\u00e3o insond\u00e1veis os seus ju\u00edzos e impenetr\u00e1veis os seus caminhos! (\u2026) Porque d\u2019Ele, por Ele e para Ele s\u00e3o todas as coisas. A Ele a gl\u00f3ria pelos s\u00e9culos, \u00e1men!\u00bb (Romanos 11,33 e 36).<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">\u00a0<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pr 8,22-31; Sl 8; Rm 5,1-5; Jo 16,12-15 1. \u00abGl\u00f3ria ao Pai e ao Filho e ao Esp\u00edrito Santo, ao [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":920925217,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[70],"class_list":["post-3135554572","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-liturgia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3135554572","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3135554572"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3135554572\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294994846,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3135554572\/revisions\/4294994846"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/920925217"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3135554572"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3135554572"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3135554572"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}